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domingo, 8 de janeiro de 2012

San Salvador de Jujuy a Tilcara - Argentina

04 de janeiro de 2012
S. S. de JUJUY a TILCARA
Igreja Catedral de Jujuy
Saindo do Club Hostel, depois do café, conhecemos um brasileiro, Alisson, carioca, que está mochilando por essas paragens.
Café no Hostel
Ele nos acompanhou num percurso a pé. Seguimos até a Pça. Belgrano e visitamos a Catedral com a guia Francisca, que nos explicou as diversas simbologias contidas nas obras expostas na igreja e que tem uma importância muito grande para a região, visto que foi nessa igreja que foi abençoada e benta a 1ª bandeira nacional da Argentina, nos idos de 1700. Essa bandeira está hoje exposta no Museu Nacional de Sucre, na Bolívia, antigo Alto Peru. Toda essa região de Jujuy foi estratégica, pois era a passagem/caminho para o comércio e transporte de mulas. Foi um importante ponto de apoio para as tropas do Gen. Belgrano durante a Guerra da Independência.

A Catedral possui um púlpito muito rico e a cadeira central exposta no altar foi doada pelo Papa Pio XII à comunidade.
Praça General Belgrano - Jujuy
Saindo da Catedral, seguimos até a Igreja São Francisco onde atualmente funciona, anexo, um Museu de Arte Sacra. Lá tiramos algumas fotos, porém não entramos no museu por falta de tempo. Compramos algum artesanato e lembrancinhas e tivemos de voltar rapidamente ao HI, pois a diária vencia às 11h e faltavam 15 min.
Carro carregado, despedidas feitas, seguimos então até Yala, distrito de S. S. de Jujuy, para visitarmos suas Lagunas. A subida de 7 km era íngreme e sinuosa, com curvas acentuadas lembrando a Serra do Rio do Rastro, porém sem asfalto.
Laguna Rodeo
Conhecemos a Laguna Rodeo, onde o canto dos pássaros era “ensurdecedor” e havia uma vaca louca mugindo desesperadamente.
Na descida, tiramos fotos da Laguna Desaguadero, de cor verde, onde há tanques de piscicultura. Mais abaixo, encontramos uma família animada preparando UM CHURRASCO MARAVILHOSO. Fomos convidados para juntarmo-nos a eles, porém como ainda estavam fazendo o braseiro o chegaríamos muito tarde ao nosso destino, assim, agradecemos o oferecimento e nos despedimos, com água na boca.

Descendo a estrada para Yala - 7 km de extensão
A próxima parada foi em Volcán, onde havia uma Feira de Artesanato e um Centro de Informação Turística da região. Lá havia um pequeno museu explicativo mostrando a formação geológica da região e outras curiosidades sobre as cidades que envolvem a Quebrada de Humahuaca.

Todos em frente á entrada da cidade

Na saída, procuramos um restaurante... as escolhas que haviam eram de $18 ou $20. Assim, como o cardápio era o mesmo (arroz, frango e salada), optamos pelo mais barato, até porque o proprietário foi muito atencioso e solícito.
De lá seguimos em direção a Purmamarca para visitarmos o Sierro Sete Colores... que é maravilhoso!!!



Para subirmos num morrinho onde se podia ver melhor a formação, tínhamos que contorná-lo e assim, estacionamos os carros numa rua e seguimos rapidamente a pé, apenas munidos de máquinas fotográficas até o local. Qual não foi nossa surpresa quando, ao chegarmos lá, havia um camarada cobrando ingresso de $2 por pessoa para subir o tal morro. Tentamos negociar inicialmente, mostrando que não havíamos trazido o dinheiro e que pagaríamos depois, porém com a intransigência do cidadão e a colocação de outra turista brasileira que lá estava, “fizemos ouvidos de mercador” e subimos à revelia. Tiramos muitas fotos e vislumbramos a cidadezinha lá de cima.

 A pé, fomos até a praça central onde havia uma feira de artesanato em toda a sua volta. Visitamos, também, a igreja e compramos alguns artesanatos e seguimos até Maimará.
Casa de adobe - ao lado da igreja


Feira de Artesanato - praça central de Purmamarca


Maimará é famosa por ter um cemitério que se pode ver da rodovia e cujo visual, com a serra colorida ao fundo, é interessante. No caminho encontramos um grupo de crianças ensaiando para o dia de reis. Assistimos parte do ensaio e fizemos amizade com os irmãos Henrique e José Miguel Daza, do grupo Los Acidos de Maimará (onde cai, queima). Trocamos camisetas e nos despedimos.

Novamente na estrada, seguimos até Tilcara, onde pernoitaríamos. Chegamos por volta das 19h e verificamos uma grande fila no posto de combustível. Como estávamos cansados, resolvemos primeiro encontrar um local para dormir e comer e, no dia seguinte, abasteceríamos nossos carros. No Centro de Informação Turística nos indicaram onde ficava o Club Hostel (HI) e seguimos a pé, pois ficava a apenas duas quadras. No caminho encontramos outro grupo folclórico ensaiando pelas ruas para as festividades de Enero Tilcareño.

O Pablo, do Hostel, nos recepcionou muito bem, porém havia apenas uma habitação para 5 pessoas. Negociações feitas, conseguimos colocar um colchão inflável (Marcos e Mari trouxeram o seu) e ficamos todos juntos num quarto bem legal e confortável. Foi divertido e maravilhoso!!!
Saímos para jantar na La Olla Coya, onde o proprietário e cozinheiro Martin nos sugeriu alguns pratos. Comemos deliciosamente casuela e salteado de cordero, empanadas e pizzas. Tudo estava muito gostoso. Lá pelas tantas entraram uns músicos que nos alegraram durante o jantar, mas nos entristeceram na hora de pagar a conta, visto que cada adulto pagou $10 de couvert artístico. Tudo bem!!
Voltamos para casa e postamos os dias já passados.

Um comentário:

  1. Amigos!
    Estamos aqui acompanhando a trip!
    Ri muito com a "vaca louca mugindo desesperadamente"...rsrsrs
    Boa viagem aí e um grande abraço!!!!

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