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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Curitiba (PR) a Passos (MG)

17 de janeiro de 2011
Curitiba (PR) a Passos (MG)


Começamos a segunda etapa de nossas férias de maneira diferente que havíamos pensado e combinado, pois nossa viagem à Serra da Canastra (MG) deveria ser feita junto com a família CLAM (Cristiane, Lucas, Alfredo e Mirele). Infelizmente, o Maritaca teve algumas avarias e ficou na oficina alguns dias, assim, os Maritacas seguiram diretamente para Juiz de Fora (MG) e nós, os Garças novamente estamos sozinhos!
Mar de nuvens no alto da BR 476 (Ribeira)


Hora da brincadeira!
 Saímos de Curitiba aí pelas 8h40min, com chuvinha leve. Resolvemos rodar pela BR 476 - Estrada da Ribeira, para nos afastarmos um pouco dos desmoronamentos (provocados pelas chuvas intensas dos últimos dias) e movimento intenso da BR 116 (Régis Bittencourt).
No lado paranaense a estrada está em bom estado, porém é muito lenta por conta das milhares de curvas que possui! Assim, chegamos a Apiaí (SP) umas 3 horas depois (são apenas 130 km de distância) e com a chuva fina que cai, redobramos os cuidados para evitar algum acidente como o que nós presenciamos no trajeto.



Como já era hora do almoço, procuramos um local para rangar. Antes, porém, descobrimos um local chamado Morro do Ouro, originalmente chamado de Morro da Descoberta nos idos de 1822,  onde há um Posto de Informação Turística e no qual a Regina, muito atenciosa, nos explicou sobre a origem do nome Apiaí (“rio menino”) e de como a cidade surgiu: foi descoberta e explorada (inicialmente por escravos) uma mina de ouro que depois passou a ter sua exploração mecanizada pelos japoneses. Em 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial e a consequente derrota dos japoneses, ela foi abandonada e só na década de 1990 o governo estadual desapropriou a área e a transformou no Parque Municipal do Morro do Ouro.
Nesse Posto também há informações sobre o PETAR e sobre todas as cavernas que há em seu redor. Então, vale uma visita para pegar mais referências a esse respeito.
Depois da comidinha caseira e honesta ingerida num restaurantezinho bem simples, anexo a um posto de combustível, na localidade de Guaciara-S.P.  conseguimos andar um pouco mais rápido, apesar do asfalto em péssimo estado (na maior parte do trecho paulista). A situação só ficou melhor (poucas curvas e bom asfalto) quando a estrada passou a ter pedágio! Uma lástima!!! São tantos impostos e ainda temos de pagar mais para ter aquilo que seria nosso por direito! Na brincadeira, gastamos no total, só hoje, uns R$ 40,00 em pedágio! Um absurdo!
Seguimos rumo a Piracicaba e o nível do rio da cidade estava po-de-ro-so!!!!
Dali, fomos fazendo uns cortes e passamos por Pirassununga (cujo nível do rio também estava alto) e por Tambaú, até chegarmos a Mococa, já na divisa com Minas. Ainda estava meio claro e resolver ir até Passos, em Minas Gerais e na Rota das Nascentes.
Ponte sobre o rio Pirassununga
Chegamos à cidade aí pelas 21h30min e procuramos um local para jantar. Comemos deliciosas pizzas no Barollo e fomos à busca de um hotel BBB (Bom, Bonito e Barato). Após pesquisarmos alguns, achamos o Hotel Cidade, por R$ 120,00 para nós 4 (como já era tarde, o Amauri e o Wesley deram um desconto para as crianças).
Agora, é dormir gostoso!!! Até amanhã!

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