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sábado, 16 de janeiro de 2010

Puerto Madryn - Bahia Blanca - Familia LEP

Puerto Madryn - Bahia Blanca - FAMILIA LEP
16 de Janeiro de 2010

Quando acordamos a Familia MMDN já havia partido.


Mudamos o nosso plano : originalmente iríamos para Mar Del Plata mas decidimos descansar um pouco mais em Puerto Madryn e depois seguir até Bahia Blanca, a cerca de 640 km.

Mar Del Plata vai ficar para uma outra oportunidade, que pena!

Puerto Madryn é uma cidade que nos traz boas recordações pois em 1992 estivemos aquí na nossa Lua de Mel (em um pacote que incluia também Buenos Aires e Bariloche). Notamos que a cidade cresceu consideravelmente.

Puerto Madryn sempre foi um importante porto para o escoamento dos produtos agrícolas e da produção de lã e, desde a década de 80, também tem sua fonte de renda no turismo. Em 1992 chegamos em setembro e pudemos ver as baleias. Fazia muito frio e caminhavamos solitários pela orla da praia. Desta vez, como estamos em janeiro, que contraste!!! Familias veraneando: sol, praia, sorvete, banhistas e muito calor!!!

Existem varias empresas que fazem, a partir da praia, saídas de barco para mergulhos com lobos marinos.

Após comprarmos algumas empanadas e tortas doces (lindas e maravilhosas) na Panaderia La Portenã voltamos para o Hostel El Gualicho onde fizemos o nosso lanche. (Este Hostel é muuuuito bom, altamente recomendável!!!)

Seguimos pela Ruta 3 até San Antonio Oeste, 251 até Rio Colorado e 22 até Bahia Blanca. As estradas estão em bom estado de conservação e são retas intermináveis onde mantivemos uma média de velocidade de 130 km/h. Na Ruta 3 o tráfego de caminhões é intenso mas nada comparado ao Brasil.

Chegando em Bahia Blanca seguimos para o Hostel Bahia Blanca que havia sido indicado pelo pessoal do Engol Gualincho. Tudo parecía perfeito, fomos atendidos pela Gulhermina que nos encaminhou para um quarto triplo com banheiro privativo. A Edu e o Pedro ficaram no quarto enquanto o Luiz foi colocar o carro na garagem. De repente o marido da Guilhermina, proprietário do local, nos informou que não poderiamos ficar pois já havia uma reserva para aquele quarto. A Guilhermina tentou nos ajudar indicando outros 2 hotéis próximos. No primeiro (Florença) fomos atendidos por um velho totalmente maluco que falava sem parar, dizia sua idade, que era muito mulherengo e outras sandices. Enquanto ele mostrava um quarto horroroso o Luiz fugiu deixando o velho falando sozinho. Seguimos para o Hotel Victoria onde fomos informados que havia um quarto triplo mas sem banheiro, teriamos que usar o banheiro compartilhado. Como nos cinco minutos que ficamos lá apareceram mais 3 grupos desesperados procurando alojamento, resolvemos encarar sem pestanejar. Omar, o atendente muito prestativo do hotel, nos indicou um restaurante no centro das cidade, Victor, para combinar com o nome do hotel.

A cidade nos pareceu muito diferente pois a 1 da manhã havia crianças brincando nos balanços da praça principal. Ao redor da praça existem varios restaurantes, inclusive o Victor. Lá o Pedro pediu o menú infantil (milanesa, papas fritas, coca-cola e sorvete de sobremesa) e ganhou uma bandeja da Coca Cola. O Luiz pediu um prato tradicional Vacio ao Horno.

Voltamos para o Hotel e encaramos um buuueno e rápido banho no nosso banõ compartido. Obs.: todos os 3 hotéis que visitamos ficavam em construções antigas, na faixa de 100 anos, com pé-direito altíssimo e padrão alemão.

até a próxima!
LEP

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