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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Camamu - BA a Morro de São Paulo - BA

Camamu - BA a Morro de São Paulo - BA
19 de Julho de 2012

Após o café, em que até pão faltou, saímos para seguir viagem. No porto de Camamu, o assédio de meninos e guias-mirins foi grande. Eles ofereciam passeios, serviços de guia, qualquer coisa com muita insistência.
Seguimos para Valença, onde o assédio é bem maior e pior. Lá os guias ficam de moto ou bicicleta perseguindo os turistas para tentar dar informações sobre onde estacionar e nos convencer de pegar o catamarã no cais. O importante é tentar não dar atenção e confiança. Além de incomodar o turista, passam informação errada. Se quiser pedir alguma informação, recomendamos pedir para os lojistas, pois até os policiais indicam os guias quando se vai perguntar alguma coisa.
Nosso destino é Morro de São Paulo. Pela internet já tínhamos feito a reserva na pousada "Tatiba Beach Hotel". O dono da pousada nos informou que a travessia mais tranquila seria no Atracadouro, que é um lugar que  fica a 15 km de Valença, em direção ao aeroporto, mais perto da ilha. Lá os estacionamentos são mais seguros, tem menos movimento, nenhum guia para incomodar, a travessia é mais rápida e mais barata, tudo o contrário do que o guia de Valença nos tinha falado.
Assim que chegamos ao Atracadouro, já tinha uma saída de lancha rápida ou barca. Optamos pela lancha, que chegou em 10min. A barca demoraria cerca de 1h, mas era a metade do preço.
Ao chegar na ilha, paga-se uma taxa de conservação de R$12,00 por pessoa. Há também pessoas que fazem indicações de pousadas e restaurantes, mas é melhor já vir com a pousada reservada. Também alguns oferecem o serviço de levar as malas com carrinhos de mão.

Nos dirigimos até o Receptivo Turístico, onde vários hotéis localizados longe da vila tem o local como acolhida e ponto de encontro. Desde a chegada no Morro até o Receptivo são aproximadamente 500m, onde caminhamos entre lojas, pousadas e restaurantes da vila, numa calçada mista de areia, tábua corrida e ladrilhos. O veículo do hotel nos pegou lá. Do Receptivo até a pousada são 5km; a estrada é bem ruim, a Kombi faz uma média de 10km/h. Na pousada fomos recebidos pela Regina e nos acomodamos.


Almoçamos por lá mesmo, massa no estilo italiano, diferente do jeito "brasileiro". A massa fica "al dente". Mais à tarde fizemos um passeio pela praia e à noite fomos com a Kombi até a vila para jantar e passear. Jantamos no "Marilyn Café", onde o Jhoy nos atendeu muito bem e deu até uma caipirinha de cortesia! Comemos pizzas e a pizza doce foi de nutella com castanha de caju! Recomendamos.

Passeamos pelas lojinhas e voltamos mais tarde com o transporte do hotel (esse translado é fornecido pelo hotel e tem horários pré-determinados). É necessário ter esse transporte quando se fica hospedado em alguma pousada da 4ª praia, pois fica longe para ir caminhando.

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