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domingo, 27 de julho de 2014

Floripa a Praia Grande - SC

24 de julho de 2014
Nós com o Luis, nosso anfitrião portenho
Após uma ótima noite de sono, durante a qual fomos acordados pelo vento forte e chuva batendo na janela do nosso chalé, em Sambaqui, no noroeste da Ilha de Florianópolis, perto das 8h da manhã decidimos sair debaixo das cobertas e olhar para fora. Havia parado de chover no momento, então decidimos nos despedir do Luis, nosso simpático anfitrião argentino e seguir rumo ao norte, mais especificamente para Canasvieiras de onde sairia o nosso passeio de escuna rumo a Ilha do Anhatomirim para visitar a fortaleza de Santa Cruz que lá está localizada.
Praia de Canasvieiras - ao fundo, trapiche de onde saem os passeios de escuna
Conforme já havíamos imaginado, acabamos comprovando no local que os passeios de escuna estavam cancelados e transferidos para o dia seguinte. Dessa forma, com tempo de folga, resolvemos fazer a volta completa na Ilha, que já não a visitávamos há quase 8 anos, passeando por Canasvieiras, Ingleses e dali, pela SC 406, sentido sul,  rumo a Lagoa da Conceição. Acabamos vendo os cartazes sobre o Projeto Tamar, localizado próximo da Barra da Lagoa e decidimos ir visitar este interessante projeto de apoio a biodiversidade, mais especificamente na recuperação e estudo das tartarugas nas suas diversas espécies.

O Museu Aberto da Tartaruga Marinha conta com uma infra estrutura de 5 tanques onde estão diversos espécimes de tartarugas existentes na costa brasileira, além de sala de vídeo onde se pode assistir vídeo educativo de 15 min com explicações gerais sobre a desova, os cuidados com as tartarugas, os diversos tipos encontrados nas nossas praias. Além disso, há museu com esqueletos e cascos de tartaruga e a presença de monitores muito atenciosos que estão à disposição para tirar as dúvidas dos visitantes.




Existem, no Brasil, 5 espécies de tartarugas: a verde, também chamada de aruanã, frequentemente encontrada nas águas da ilha de Florianópolis; a cabeçuda, cuja cabeça é proporcionalmente maior que das outras e muito encontrada nas praias de Barra Velha, por exemplo; de couro, também conhecida como gigante; de pente, uma das mais ameaçadas de extinção e a oliva, menos frequente em nossas águas.
O ingresso é de R$ 10,00 para adultos e meia entrada para estudantes/professores. Para ajudar na manutenção e sustento do Projeto, existe uma loja com souvenirs e diversos produtos à venda, com a marca do Tamar.
Barra da Lagoa debaixo de muita chuva

Quando saímos do Museu já era quase hora do almoço e caía uma chuva fina. Fomos até a boca da Barra onde há uma ponte de ferro para tirar umas fotos, debaixo do guarda-chuva, e lá lanchamos nossas empanadas acompanhadas de suco de laranja, dentro do Garça, já que a chuva havia engrossado.  Como a chuva não dava trégua e havíamos pesquisado na internet que o tempo ficaria ruim no litoral pelos próximos 2 dias, decidimos seguir mais ao Sul, especificamente no Rio Grande do Sul, na região dos Cânions, pois pela meteorologia a região serrana teria tempo bom e sol, apesar de alerta de frio intenso!
Dessa forma, retornamos a BR 101, indo até São João do Sul, ainda em Santa Catarina, pegando à direita pela SC 450 até a cidade de Praia Grande, onde chegamos ao entardecer, visto que pegamos um grande congestionamento na altura de Laguna em função das obras na ponte que cruza sobre a Lagoa do Imaruí.
Paramos no Centro de Informação ao Turista e fomos prontamente atendidos pela atenciosa Assucena que nos indicou hotéis, pousadas e restaurantes, além de passeios possíveis saindo dali.
Ao dobramos a esquina, vimos uma placa indicando o Praia Grande Hotel e para lá seguimos, sendo recebidos pela d. Alba, uma simpática senhora falante e muito receptiva, que já nos mostrou um quarto e, após rápida negociação, nos instalamos a R$ 100,00 o pernoite com café da manhã.
Restaurante A Casa do Sabor
Colocando o adesivo "Viagem Família"
Quanto ao jantar, não há muitas opções na cidade, dessa forma d. Alba ligou para A Casa do Sabor, do Paulão e reservou mais dois lugares para às 20h30min. Com tempo de sobra, iniciamos nossas postagens e esperamos "dar o tempo" para sairmos. Fomos surpreendidos por chuva fina e noite fria, mas seguimos a pé até o restaurante que fica a pouco mais de quatro quadras do hotel e está localizado num porão de uma casa. O local é charmosíssimo e a comida é caseira, mas esplêndida! Fomos recepcionados pelo Edimiter e acabamos provando a cerveja artesanal produzida por eles... a Grota Bier é muito saborosa e encorpada, portanto, combinação perfeita para a noite! O jantar foi servido pontualmente e a conversa se estendeu por mais de hora, havendo troca de cartões e ideias.
Com o amigo Edimiter e as suas saborosas cervejas artesanais

Fomos pra casa alegres e satisfeitos por mais um dia onde tivemos a oportunidade de conhecer pessoas bacanas e lugares interessantes!
Amanhã tem mais!!!

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