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| Farol das Conchas, Itacaré |
Voltar pra Bahia, pra nós, sempre inclui uma passada em Cruz
das Almas, onde ficamos uns dias curtindo a família. Temos primos que
moram lá e é sempre uma felicidade visitá-los!!
Cruz das Almas
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| Foto tradicional |
Após nosso pernoite no posto, em Umbaúba – SE, seguimos
direto pra Cruz (distante uns 220km), pois tínhamos um compromisso no dia:
assar a carne do churrasco para umas moças biólogas da África do Sul que
estavam em curso/treinamento com Davi, na Embrapa, onde o primo e a Tatiana,
sua esposa, trabalham/pesquisam há anos.
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| Queridos primos, obrigada pela receptividade e carinho! Da esquerda para a direita: Felipe e a esposa, Vitória; Tatiana e Davi; Thiago e a namorada, Natália |
Carnes compradas, maionese de batata feita, pão de alho
pronto,... lá pelas 19h30min o povo começou a chegar! A conversa animada foi
até às 22h. Andani e Elliosha moram próximo do Parque Nacional Kruger, quase na
divisa com Moçambique. Nos convidaram para irmos até seu país e nós aceitamos o
convite! Oportunamente, iremos à África do Sul!! Obaaaaa...
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| Equipe de pesquisadores da Embrapa - Bahia, recebendo as estudantes sul-africanas |
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| Com Andani e Elliosha, já sonhando com uma futura viagem à África do Sul! rsrsr |
Os próximos dias foram de descanso, conversas em família,
passeios pela cidade (nossa velha conhecida! Vide link anexo*) e pequenos
reparos no Garça! Também aproveitamos para ler umas obras diferentes (sempre
que passamos por aqui aproveitamos para atualizar nossas leituras!) e aprender
um pouco mais.
V i a g e m F a m í l i a: Voltando à terra de Jorge Amado
UM POUCO DE HISTÓRIA
Cruz das Almas, também chamada de Terra do Fumo e Terra do São João (por conta das guerras de espadas*), está localizada no Recôncavo Baiano. Contando com pouco mais de 60mil habitantes, possui universidade (UBRB - Universidade Federal do recôncavo Baiano), além da Embrapa, que a torna um centro importante de pesquisa, ensino e tecnologia.
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| Fazendo uma limpeza "em regra" no Garça |
O nome "Cruz das Almas" se originou na antiga vila de N. Sra. do Bom Sucesso, onde os tropeiros paravam em frente à cruz da igreja matriz para rezar pelas almas dos mortos, segundo a lenda.
A tradicional Guerra das Espadas foi proibida por lei e, 2011, mas continua sendo praticada, apesar dos inúmeros acidentes e mortes de envolvidos na "brincadeira" com fogos de artifício.
Nos dias em que estivemos aqui aconteceu a Expo Cruz,
um grande evento com barracas, feira e shows noturnos. Nesta ocasião, empresas,
institutos e pequenos expositores aproveitam para apresentar seus produtos e
visitamos a Feira nos 4 dias (de 5ª a domingo), sempre buscando algo diferente.
Nestas idas e vindas, conhecemos o Tacilo, com seu projeto de Poleiros Urbanos,
o projeto Vassouras Recicladas (feitas de garrafa pet, por presidiários), além
de muito artesanato e plantas lindas!
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| Experimentando (e comprando) carnes defumadas |
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| Davi com os colegas pesquisadores da Embrapa, na barraca |
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| Tacilo Santana: @poleiros_urbanos |
Experimentamos, como sempre, a culinária local e desta vez, além do tradicional acarajé (bolinho frito de massa de feijão fradinho com cebola, frito no azeite de dendê, servido com vatapá, caruru, tomate verde e camarão seco) também experimentamos a versão cozida: o abará, cuja massa de feijão fradinho é cozida dentro da folha de bananeira, como se fosse uma pamonha.
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| Abará |
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| - Abará: parecido com o acarajé, porém ao invés de ser frito no dendê, é cozido na folha da bananeira (como uma pamonha) |
Ah, o vatapá é feito com pão amanhecido, cebola, castanha de caju e amendoim torrados e picados, gengibre, sal e camarão seco. Já o caruru é feito de quiabo, cebola, camarão seco defumando, azeite de dendê e sal.
PASSEANDO PELA FEIRA (TODO O SÁBADO TEM FEIRA EM CRUZ DAS ALMAS E OS PRODUTORES RURAIS DAS VIZINHANÇAS VÊM)
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| Como sempre, levamos a farinha torrada! Deliciosa, é vendida "em litros" |
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| Mar segurando o dm³ = 1litro, usado como medida de volume. Observem os menores, que representam 1/2 litro |
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| Maxixe - parecido com o pepino, é muito usado na culinária do N e NE, em ensopados e cozidões |
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| Cheirando o cruá, espécie de melão de sabor doce, rico em vitamina C e usado no alívio para dores de garganta |
Hora de levantar acampamento... próximo destino: Ilha de
Itaparica!!
Itaparica
Seguimos direto até a ponta norte da ilha, onde fica o setor
histórico de Itaparica. Aqui visitamos o Forte de São Lourenço,
originalmente construído em 1631 pra proteger a entrada da
Baía-de-Todos-os-Santos contra invasões holandeses, sem sucesso. Os
neerlandeses comandados por Sigismund van Schkoppe ocuparam-no (entre
1630-1654) e reconstruíram-no no formato quadrangular irregular, e apenas no
ano 1648 evacuaram a ilha, tendo sido expulsos pelos portugueses e indo se
refugiar em Recife.
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| - Forte de São Lourenço, localizado na Ponta da Baleia, Itaparica |
O que vemos hoje é uma fortificação de alvenaria de pedra e
cal, erguida sobre a velha fortificação em 1711, apresentando um formato
octogonal. Durante a Guerra da Independência do Brasil (1822-1823) o exército
português foi derrotado aqui e a ocupação do forte se deu pelas forças
brasileiras. Quando D. Pedro II veio visitar suas instalações (1859), encontrou
ruínas e a Casa de Comando havia se tornado uma Cadeia Pública. Com a
Proclamação da República, suas instalações passaram a funcionar como
Enfermaria.
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| Releitura de obra de Antônio Parreiras, que retrata "O Primeiro Passo para a Independência da Bahia", na cidade de Cachoeira |
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| Estação de Degaussing - maquete |
O tombamento e preservação do imóvel só veio em 1938, mas
apenas em 1974 o Ministério da Marinha fez obras de restauro no forte. Foi
instalado, então, o Complexo de Magnetologia, também conhecida como “Estação de
Degaussing”, destinada à medição e compensação magnética de Navios Varredores e
Navios Ferromagnéticos, reduzindo o campo magnético de navios de guerra,
protegendo-os contra minas magnéticas.
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| Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento (1794) - tombada pelo IPHAN em 1980. A igreja recebeu a vista de D. Pedro I (1826) e de D. Pedro II (1859). Em estilo barroco com traços de neoclássico. |
Como a ilha é bonita, fomos entrando (e saindo) das diversas
praias, buscando um local para pernoitarmos. A Praia da Gamboa é muito bonita,
mas sem um local adequado para acamparmos. Fomos até a Penha, de onde se vê
Salvador ao longe (do outro lado da baía). O lugar era lindo e a lua cheia
indicava uma noite maravilhosa pela frente, porém, a insegurança no local nos
fez irmos embora e buscarmos um posto de combustíveis para pernoitarmos com
segurança. Só encontramos esta opção em Nazaré, distante quase 40km de onde
estávamos... (todos os postos de combustível da ilha e arredores fecham por
volta das 20h e não permitem o pernoite, pela insegurança do local!)
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| Praia da Gamboa |
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| Salvador, lá do outro lado! |
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| Praia de Penha, muito linda! |
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| Fizemos nosso almojanta e partimos... |
Na manhã seguinte, tomamos nosso café em Guaibim, após
passearmos pela bonita praia de Itaquari (indicação de Davi), onde até tínhamos
vontade de ficar – o encontro do rio e mar convidava ao banho, mas como era 2ª
feira, estava tudo fechado!
Costa do Cacau + Costa do Dendê – BA001
A Costa do Cacau, BA 001, se estende de Itaparica até
o sul do estado, em Mucuri. Ela muda de nome, mas vai serpenteando o mar,
passando por lugares interessantes e históricos, como Valença, Ilha de Boipeba,
Ilhéus, Porto Seguro,... e por centenas de cacaueiros. [Há dicas de passeios
para a Ilha de Boipeba, partindo de Cairu, em Torrinhas, e não Valença, como
muitos dizem]
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| Praia de Itaquari, Guaibim - encontro do rio e mar |
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| Praia da Concha com o Farol da Concha |
Por fim, chegamos à Itacaré e lá estacionamos na Praia
da Concha, onde fica o Farol de mesmo nome. Após conversarmos com a proprietária do
restaurante Cabana Bambino’s, Daniela, obtivemos a autorização para
pernoitarmos no local e, desta vez, com segurança, pudemos passear
despreocupadamente pelo local, tomando banho e curtindo o lindo visual!
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| Nosso acampamento no Cabana Bambino's |
| O Farol da Concha tem formato quadrado e “guarda histórias dos navegantes e da época cacaueira, testemunhando o encontro do Rio das Contas com o mar”. |
Suas praias são famosas, bonitas e algumas excelentes para o surf. A praia da Concha possui águas calmas, boas pra banho, e o pôr-do-sol foi garantido com música ao vivo e visual de revista na Ponta do Xaréu!
| Encontro do Rio das Contas com o mar |
Itacaré está localizada na foz do Rio das Contas, que foi
utilizado pelos portugueses para levar mercadorias etc e tal até o interior de
MG, na região de Salinas, lá nos idos de 1700!
Fundada em 1732 e chamada inicialmente de São Miguel da Barra
do Rio das Contas, Itacaré só passou a ter o nome atual em 1931!
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| Frutas tropicais no luau na Ponta Xaréu (cacaus, abacaxis, laranjas, maracujás) |
- Itacaré: do tupi, “jacaré de pedra”
Com formação geológica única no Nordeste Brasileiro, a faixa
costeira é fértil e a Mata Atlântica avança até o mar. Nesta faixa a cultura
agrícola se expandiu e o cacau encontrou um sistema próprio de plantio, chamado
cabruca – onde os pés de cacau são plantados à sombra das árvores,
diferente do café e da cana-de-açúcar, onde extensas áreas são desmatadas. [No
Ceará o plantio de café segue o mesmo princípio e se produz o café arábica de
sombra, na região de Baturité e Guaramiranga]
O município cresceu muito graças ao cacau, porém nos anos
1940, com o assoreamento do porto da cidade, o lugar acabou ficando isolado.
Este problema só foi resolvido com a construção da Estrada Parque da Serra
Ilhéus-Itacaré, em 1998, e hoje o turismo responde por 90% do PIB do município.
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| - Aqui descobrimos que a nossa manjuba aqui se chama pititico. Comemos uma porção de pititico, acompanhada daquela cerveja gelada! |
Canavieiras
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- Na região de Canes, nome carinhoso da cidade, a pesca do marlim azul é um dos atrativos que atraem os turistas para cá |
No dia seguinte, sempre direção Sul, passamos por Ilhéus
(onde já estivemos há 20 anos e não tivemos vontade de parar), pela Reserva
Biológica do Una, dali a Comandatuba; as praias são bastante planas, sem muito
atrativo e com bastante mangue.
Nosso destino era Canavieiras, na foz do Rio Pardo, conhecida
como “Terra do Caranguejo”, apesar de que a carnicicultura aqui é forte e a
principal fonte de renda. Fundada em 1832 e emancipada em 1891, seu nome faz
menção ao plantio da cana (economia da época) e à família Vieira, moradores da
antiga vila - chamada na época de “Princesinha do Sul”! O cultivo de cacau também teve protagonismo nesta área, mas assim como nas outras regiões, a "vassoura de bruxa" dizimou suas plantações na década de 1980.
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| Praia de Canasvieira |
Buscamos um camping na beira mar e o primeiro, bem
estruturado e confortável – Camping Pollyana – do Renato, estava bastante
lotado (o preço por casal: R$35,00). Como estávamos buscando um local mais
tranquilo, voltamos até o Camping Barra Grande, onde o Evandro (arrendatário)
fez o mesmo preço.
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| Camping Barra Grande - "tinha um gatinho ali" |
O lugar é “pé na areia”, mais rústico que o outro, mas estava
vazio (só havia outros 2 hóspedes nas cabanas). A praia é meio sem graça, mas
bonita do seu jeito! A tranquilidade e segurança do local são os cartões de
visita!!!
UM POUCO DE HISTÓRIA
Há algumas postagens atrás, mais especificamente na postagem
sobre o Pará, fizemos menção à história do cacau na Bahia. Um dos maiores
crimes ambientais e de agroterrorismo no mundo aconteceram aqui, na terra de
Jorge Amado. Na década de 1980 a Bahia era a maior produtora de cacau do mundo
e os barões do cacau dominavam o local, exercendo influência política
incontestável! Este foi o principal motivo que a oposição encontrou: para minar
este poder “da elite”, teriam que atacar o poder econômico que vinha das
fazendas de cacau!
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| As fazendas e áreas produtoras de cacau estão todas cercadas |
Um grupo, formado por funcionários de órgãos públicos e filiados à partidos políticos foi o responsável por disseminar plantas doentes (colhidas em RO, onde a vassoura de bruxa infestou as plantações) nas plantações da Bahia e a infestação se tornou incontrolável... Em poucos anos, aquilo que era uma das maiores fonte de renda do Estado e motivo de orgulho passou a ser a ruína: quebrou-se, assim, o ciclo político e econômico de toda a região!!!
Existe vasta informação a respeito deste crime na
mídia. Caso tenham interesse, passo os links em particular
Santa Cruz de Cabrália + Porto Seguro = Costa do Descobrimento
Na manhã seguinte, optamos pelo asfalto (apesar de ser 80km
mais longo) e seguimos pela BA270 até Santa Luzia e de lá, até a BR101, onde
passamos pelo Rio Jequitinhonha, cuja ponte está comprometida. [Lembra a
história da ponte no Maranhão, no Estreito, onde também houve uma tragédia com
mortes há 1 ano!]
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| Rio Jequitinhonha - com aproximadamente 1000 km de extensão, ele nasce na linda cidade de Serro MG (que visitamos há dois anos - deem uma olhada no blog) e aqui está quase em sua foz! |
Observamos, com tristeza, todo o comércio na beira da estrada
cheio de grades e cercas, num reflexo direto da insegurança vivida por estas
bandas, resultado das invasões de terra pelo MST e também da ação do
narcotráfico (PCC, CV e afins) que atuam livremente. Ainda há, também, as
invasões indígenas das terras... affff! Terra de ninguém...
SANTA CRUZ CABRÁLIA
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| Depois do eucalipto, áreas de queimada... |
Em Itagimirim deixamos a BR101, para voltar ao mar, pela BA
275. Os primeiros km são asfaltados, pois há uma enorme indústria de
processamento de celulose (eucaliptos por todos os lados). Depois de 2 trechos
de areia e pó, chegamos a Santa Cruz Cabrália e fomos direto até a
Igreja N. Sra. da Conceição (1711).
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| Igreja de N. Sra. da Conceição: a primeira igreja foi construída na segunda metade do séc. XVI |
A Igreja de N. Sra. da Conceição, antiga Igreja de Santa
Cruz, está localizada na cidade alta, onde ficava o núcleo primitivo de
ocupação; situada num grande terreiro, ali ainda restam a Casa de Câmara e
Cadeia (abrigou a primeira Intendência do país). Na frente da igreja há um
cruzeiro e no fundo, um cemitério. Este núcleo histórico foi tombado pelo IPHAN
em 1981.
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| Vista panorâmica do alto do morro; abaixo, Santa Cruz Cabrália |
A cidade baixa era primitivamente ocupada pelos armazéns e
casas de pescadores e ainda hoje é o local onde a cidade se desenvolve. Na
Praia de Coroa Vermelha, em 1500, foi rezada a primeira missa no Brasil.
Gonçalo Coelho, comandante da 2ª expedição ao Brasil, aportou
na Baía Cabrália em 1503, deixando aqui os primeiros missionários, aventureiros
e degredados, e trouxe consigo Américo Vespúcio como observador.
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| Praia da Coroa Vermelha, foz do rio Mutari |
Atualmente os pataxó tem uma aldeia em Coroa Vermelha, onde
comercializam artesanato.
Acabamos fazendo uma comida comunitária e batendo papo com nossos vizinhos, muito animados! Aproveitamos para passear pela praia e curtir mais uma noite de luar! O lugar estava tão bom que ficamos 2 noites.
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| Centro Histórico do Descobrimento - Igreja N. Sra da Penha, Intendência (atual museu) e o Marco Comemorativo do Início da Colonização |
- O Farol de Porto Seguro foi inaugurado em 1907 e construído
num terreno doado pelo Governo Federal. Sua estrutura de ferro com escada
externa foi substituída pela torre atual, em alvenaria, em 1947.
- Marco Comemorativo do Início da Colonização – não existe
consenso em quando este marco foi colocado ali, mas há indícios que tenha sido
em 1503, na Expedição de Duarte Coelho. Outras afirmam que foi em 1535, quando
o donatário da capitania Pero Campos Tourinho quis delimitar seu território.
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| Lojas de artesanato e lanchonetes ocupam o casario antigo no local |
De qualquer maneira, não foi aqui o primeiro local de
aportamento dos portugueses: conforme já citamos anteriormente, o primeiro
Marco do Descobrimento está na Praia do Marco, próximo de São Miguel do
Gostoso, no RN. (vide nosso blog, no link:
V i a g e m F a m í l i a: Explorando a "esquina do Brasil": o estado do Rio Grande do Norte!!!)
Em 1943, sob o governo de Getúlio Vargas, foi implantado o Parque
Nacional Monte Pascal, em território pataxó. Houve muitos conflitos na
época e hoje ainda existem divergências entre o governo, fazendeiros e os
indígenas. Por conta destes conflitos, acabamos não visitando o Parque
Nacional do Descobrimento, também na região, pois à época estavam havendo
conflitos armados entre fazendeiros e indígenas e não estavam permitindo a
entrada de visitantes no Parque.
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| Será que ela foi testemunha ocular do desembarque nestas terras??? |
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| Artesão pataxó - esculpe paisagens na madeira caixeta |
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| Obra do artesão, antes da pintura - a caixeta (marupá) é madeira nativa brasileira, clara, extremamente leve, macia, usada na marcenaria interna (lutheria, artesanato) |
Seguimos viagem, descendo a BR 101, com muito movimento e na
altura do Morro Pascal observamos lindas formações rochosas, a que mais se
destaca é o Morro do Pescoço. Passamos por Itamaraju e também por Teixeira de
Freitas.
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| Morraria próxima do Monte Pascal - BR101 |
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| Á esquerda, o interessante Morro do Pescoço |








































































