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| Marco Zero da BR230 - Transamazônica, Cabedelo PB |
Deixamos o Ceará para trás, passando pela região do Cariri e
outras áreas do Geopark Araripe que exploramos há 2 anos (vide link
anexo*).
V i a g e m F a m í l i a: Conhecendo o Sertão Nordestino: Geoparques do Seridó e do Araripe
Sousa, Patos e Campina Grande
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| Paisagens surreais |
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| Monolitos em meio à caatinga |
Havia 2 dias que tínhamos percebido que outra mola traseira
do Garça tinha quebrado (quando passamos por umas lombadas -“ondulações
transversais!”- em Fronteiras, PI). Então aproveitamos o traçado da BR 230, que
passa por cidades grandes, e fomos em busca de ferro-velho ou loja de autopeças
onde pudéssemos encontrar uma mola que fosse compatível e com um bom custo x
benefício.
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| Chinelo novo no pé e o outro avulso!! |
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| Igreja Matriz de Santana (1895) - localizada no coração do estado, situada no Cariri Paraibano - Soledade |
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| A bonita Soledade, às margens da BR 230 |
Sem outro para substituir o par incompleto, fizemos uma parada na bonita cidadezinha de Soledade, onde Marcos adquiriu outro chinelo!! Agora, sim, calçado adequadamente (contém ironia! rsrsrs), seguimos até Campina Grande, já com o endereço certo: o Distrito dos Mecânicos!
CAMPINA GRANDE
A segunda maior cidade da Paraíba, Campina Grande possui
aproximadamente 440 mil habitantes e é um dos principais polos industriais da
região NE, sendo também um dos maiores centros tecnológicos da América Latina.
Fundada em 1864, a cidade é conhecida por seus festejos de São João, popularmente
chamada de “O Maior São João do Mundo”!
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| Plantação de palma |
Curiosidade: No início do séc. XX, Campina Grande era a segunda maior
exportadora de algodão do mundo (atrás de Liverpool, na Inglaterra). Mesmo não
produzindo o ouro branco (algodão), ela era a única cidade do interior a
possuir uma máquina de beneficiamento de algodão e com a chegada da linha
férrea à cidade, ela podia exportar toda a produção, já beneficiada, que vinha
de cidades vizinhas. Esta atividade econômica fez com que a cidade crescesse
650% em 30 anos (passou de 12mil habitantes em 1907 para 130mil habitantes em
1939).
Mola comprada, agora era só alegria!!!
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| Foi comprada uma mola dianteira da Frontier |
Nosso destino era Areia, localizada a 120km da capital, João
Pessoa!!!
Areia – Capital da Cachaça
A linda cidade de Areia, localizada no Caminho do Frio do
Brejo Paraibano*, foi um desvio calculado da Transamazônica! Já tínhamos
pesquisado anteriormente o local e valeu a pena deixarmos novamente a BR 230
para um pequeno desvio de trajeto!
*Brejo, neste caso, não diz respeito a áreas pantanosas; o
nome da região vem de “brejos de altitude”, como são conhecidas as áreas altas
do Nordeste onde prevalece um clima mais úmido. Esta região que estamos
percorrendo está a aproximadamente 500/600 msnm e à noite fica fresco, às vezes
necessitando um cobertor para dormir, pois as temperaturas ficam entre 15°C e
20°C!
| Engenho Triunfo |
Importante produtora de cana, Areia é um centro de excelência na produção de cachaças, tendo o título de “Capital da Cachaça”! Visitamos o Engenho Triunfo, um dos mais renomados e famosos da região! Fizemos da visita guiada (R$35,00 – U$ 6,80 - por pessoa, com degustação: 1 dose de cachaça, 1 sorvete, 1 chocolate; suco de limão e água à vontade) onde a Jussara nos guiou no espaço, explicando o passo a passo da produção do alambique, bem como outros espaços no local. Tudo muito lindo, limpo e delicioso!!
Aqui não pudemos acampar, mas a proprietária, Maria Júlia
(que estava no local quando chegamos e nos recepcionou) nos ofereceu a cortesia
de ficarmos no estacionamento do Hotel Fazenda Triunfo, distante uns 500m. O
lugar é lindo e está localizado no alto de um morro, de onde se tem uma vista
privilegiada do vale.
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| Nosso acampamento na área externa do Hotel Fazenda Triunfo |
Areia é a terra natal do famoso pintor Pedro Américo (que
entre outras obras, pintou os famosos quadros: Independência ou Morte
(1888) – também conhecido como Grito do Ipiranga, Batalha do Avaí
(1872-1877), Tiradentes Esquartejado (1893), entre outras obras primas).
Visitamos o Museu Casa Pedro Américo onde a Edilene nos acompanhou
durante a visita. (Entrada: R$ 6,00 (inteira) = U$1,20)
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| Réplicas das principais obras de Pedro Américo |
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| Mostrando o autorretrato de Pedro Américo, no quadro Batalha do Avaí |
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| A única obra original exposta aqui: Cristo Morto (1901) |
Com um centro histórico tombado pelo IPHAN (mais de 400
imóveis) e sendo a cidade cujo teatro é o mais antigo da Paraíba, Areia foi
nosso destino localizado na Serra da Borborema. Fundada em 1846, a Princesa do
Brejo foi também a cidade natal de Padre Azevedo, o inventor da máquina de
escrever!
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| Vista da Igreja Matriz |
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| Teatro Minerva |
A Igreja Matriz de N. Sra. Conceição foi construída no terreno doado por Bartolomeu da Costa Pereira, por volta de 1813. A nave (forro central) ocupa uma área de 130m² e possui 3 painéis: “Assunção”, “Glorificação da Virgem” e “Medianeira”.
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| Painéis restaurados |
O casario da cidade está bonito, colorido e bem preservado. Visitamos, no centro, a Casa de José Rufino – a primeira da cidade! Em seu interior conhecemos um pouco a história de seu fundador (explorador) e também da cidade. A Beatriz, nossa guia, foi muito solícita e batemos um bom papo. (Ingresso: R$ 6,00 (inteira) = U$ 1,20)
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| Ouvindo as explicações da Beatriz |
O único museu que não visitamos foi o Museu Regional de
Areia, que só funciona de 4ª a domingo.
No dia seguinte, fomos a outra cidade que pertence ao Caminho
do Frio: Bananeiras!
Bananeiras (1879)
Diferente da vizinha Areia, Bananeiras carece de
infraestrutura e setor histórico está largado, pouco atrativo! A visita que era
imaginada de dia todo, acabou em menos de 2 horas!
O mais interessante foi o Túnel da Serra da Viração,
construído entre final de 1921 e meados de 1923 pelos ingleses da empresa Great
Western of Brazil Railways (sempre eles, né?), escavando diretamente a
rocha. Ele tem aproximadamente 120m de comprimento e 8 m de altura e foi
desativado por ordem de Castello Branco (1967), depois de suas obras terem ficado
incompletas (durante o governo de Artur Bernardes, este cortou as verbas de
construção da estrada, deixando-a incompleta).
A antiga estação de trem foi transformada num restaurante temático,
com peças expostas, tal qual um museu.
UM POUCO DE HISTÓRIA
A região de Bananeiras foi grande produtora de cana-de-açúcar
e posteriormente, de café. Em 1852, a sua produção cafeeira chegou a ser a
maior da Paraíba e a segunda maior do NE, tornando a cidade uma das mais ricas
da região. Após o ataque da cochonilha, este cultivo morreu!
No setor histórico, visitamos a Igreja Matriz N. Sra. do Livramento
(concluída em 1861), localizada no alto de um morro de onde se vê a cidade e
também o lindo (e abandonado) Seminário e Igreja Jesuíta, chamado de Antigo
Carmelo, localizado em outro morro. [Busquei informações sobre o local, mas
muito pouco se encontra de relevante].
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| Igreja Matriz N. Sra. do Livramento |
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| Seminário e Igreja Jesuíta, Antigo Carmelo - lugar bonito, mas está fechado e necessitando de restauro! |
Sem mais atrativos, deixamos a cidade para trás e buscamos um
local, já no litoral, para passarmos a noite. Um nome no mapa nos chamou a
atenção: Baía da Traição!
Baía da Traição
Com um nome curioso deste, ficamos imaginando quem foi o
traidor e qual a sua história, então fomos para lá!
No caminho, dezenas de plantações de abacaxi e cana e ao
chegarmos em Mamanguape, na hora do rush, ficamos observando a bonita (e
caótica) cidade que foi habitada pelos potiguares e posteriormente, pelos
portugueses. Pela sua localização geográfica (possui 2 rios navegáveis) foi um
dos principais núcleos econômicos e populacionais da Paraíba no séc. XIX, tendo
recebido a visita de D. Pedro II, em 1859.
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| Igreja Matriz de São Pedro e São Paulo, Mamanguape |
Chegamos à praia após percorrermos uma bonita estrada, onde
se viam as plantações de coco. Demos um giro pela cidade e buscamos um local para
nosso pernoite, na praça principal (na verdade, onde está sendo construída a
praça central), ao lado do palco. Protegidos do vento, ali preparamos nossos
camarões recém comprados (pagamos R$18,00 o kg do camarão 7 barbas – U$ 3,50) e
dormimos com chuva fina na barraca.
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| Abrigados do vento, atrás da estrutura de palco que está sendo construída na futura praça |
Na manhã seguinte, Marcos trocou a mola quebrada (e comprada
em Campina Grande) ali mesmo, na areia e fomos passear pelo centro do distrito.
Conversamos com uns locais e buscamos a Aldeia Forte, onde ficam os restos do
local onde deveria existir uma fortificação.
HISTÓRIA QUE DÁ NOME AO LOCAL
Viemos para cá justamente movidos pela curiosidade! O nome “baía
da traição” se deve ao fato de que os Potiguaras que aqui viviam, terem sido
dizimados pelos portugueses que os acusaram de trair a coroa portuguesa, pois os
indígenas estavam fazendo comércio com os holandeses e franceses, comercializando
pau brasil. Nas primeiras décadas do séc. XVI, o litoral paraibano era
frequentado pelos franceses, que estabeleceram um povoamento na área. Também os
holandeses estabeleceram uma base posteriormente e foi esta hospitalidade que
lhes custou caro: foram massacrados pela tropa portuguesa enviada de Pernambuco
e poucos conseguiram fugir (para a Holanda e para o Rio Grande do Norte).
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| Igreja de São Miguel, na Baía da Traição |
[Se você buscar a origem do topônimo, no Google, a história
será diferente: dirá que os potiguaras dizimaram um grupo de portugueses e que
foram atraídos para a praia pelas lindas indígenas, depois foram trucidados e
comidos!]
Aldeia Forte – local na comunidade Toré Forte, uma associação
indígena onde se pode ter contato com a cultura toré. Aqui que ficam os canhões
da antiga fortificação.
Relembrando um petisco comido na Espanha, durante o Caminho
de Santiago (que fizemos em 2021), compramos polvo (R$45,00 o kg – U$ 8,73) e
camarão GG (desta vez, por R$ 35,00 o quilo – U$6,80) e seguimos até Coqueirinhos
do Norte, onde ficamos na área sombreada do Restaurante Duda’s Bar. Mara,
proprietária do local e descendente dos potiguara, permitiu nossa estada ali, e
batemos longos papos observando a subida (e descida) da maré no local, onde há
um lindo molhe/arrecife natural.
Escaldamos o polvo e o preparamos, acompanhado de arroz. Uma
delícia!!!
Coqueiros é fim de linha, então voltamos um pedaço até a
estrada principal e abastecemos em Mamanguape, sentido Lucena. Ali em Lucena,
pegamos a balsa para Cabedelo.
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| Coqueirinhos: um paraíso! |
| Ondas explodindo no molhe/arrecife natural |
Cabedelo – o começo (fim) da Transamazônica BR230
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| Mais uma balsa, desta vez para chegar a Cabedelo: início (ou fim) da BR 230! Rio Paraíba |
Percorremos os 4 km entre o porto e o Marco Zero da Rodovia
Transamazônica muito felizes e realizados!!! Tiramos fotos, fizemos vídeos e
fomos ao Centro de Informação Turística no local para pegarmos outras informações,
como, por ex., onde poderíamos ficar para pernoite, com segurança!
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| Pensa na felicidade do casal!!!! |
Aproveitamos para visitar a Fortaleza Santa Catarina
(saudades de casa!) e após pagarmos o ingresso (R$4,00 a inteira – U$ 0,78),
passeamos pelo local e curtimos o pequeno acervo exposto no local, infelizmente,
sem informações e estado de conservação precário.
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| Fortaleza de Santa Catarina |
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| Sendo observados... percebam a coruja na janela! |
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| Quadros (em azulejos) de todas as fortificações do Brasil |
Pela beira-mar, fomos até o dique e decidimos parar na linda
Praia de Miramar. No melhor estilo “pé na areia”, banho garantido (de mar e
chuveiro) e sombra maravilhosa: nosso quintal do dia!
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| Nosso acampamento na Praia de Miramar |
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| Farol da Pedra Seca, ao fundo: construído em 1873, tem 16m de altura e estrutura octogonal branca, de ferro - foi o primeiro construído na PB |
O anoitecer foi às 17h30min!!! E o dia amanheceu cedo: às
6h30min o sol já estava alto!
Na manhã seguinte, Google. Maps nos aplicou uma pegadinha, mas depois
recalculamos a rota e fomos até o centro histórico de João Pessoa, capital da
Paraíba.
João Pessoa
| Igreja N. Sra. do Carmo |
Construído pelos carmelitas, o conjunto arquitetônico é
composto pela Igreja N. Sra. do Carmo, pelo Palácio Episcopal (antigo Convento
Carmelitano) e pela Igreja de Santa Tereza de Jesus da Ordem Terceira do Carmo,
todos prédios tombados pelo IPHAN e IPHAEPB.
O lugar é lindo!!! Ficamos ali pelo menos ½ h, caminhando e
admirando a construção, que levou quase 2 séculos para ser concluída. Muitos
detalhes históricos da sua construção foram perdidos durante a invasão
holandesa, pois houve perseguição aos Carmelitas e estes enterraram muitos
documentos, os quais nunca foram recuperados!
Erguida em 1592, em estilo barroco romano, a igreja possui
torre única de estilo quinhentista. A nave é ampla e majestosa, com motivos
florais esculpidos no calcário.
| Largo do Cruzeiro e Igreja de S.Francisco |
Nossa segunda parada foi no Largo do Cruzeiro e Igreja de São
Francisco – a terceira mais antiga da cidade. O Museu possui acervo particular
e a taxa de visitação é de R$ 20,00 (inteira) – U$ 4,80. Optamos por fazer a visita
auto guiada e tiramos nossas dúvidas com os guias/monitores que há em cada sala
a ser visitada.
Em 1589, quatro anos depois da criação da cidade, foi fundado
o Convento de Santo Antônio. Em 1634 ele foi ocupado pelas tropas invasoras holandesas
e usado como fortim. Após sua expulsão, os franciscanos retomaram o prédio,
recuperando-o e ampliando-o. Durante os dois próximos séculos sofreu diversas intervenções
até que fachada da igreja foi concluída em 1779.
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| Área do claustro |
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| Área do coro com facistol ao centro - local para colocar partituras durante a celebração da missa |
O convento tornou-se o maior centro franciscano ao norte de
PE. Seu estilo é Barroco-Rococó. O interior é ricamente ornamentado, com
azulejaria, talha dourada e pinturas. Ficamos admirando seu interior e ouvindo
as explicações por pelo menos 1h!

Matriz de N. Sra. das Neves - a mais antiga de João Pessoa
Ao chegarmos à Matriz de N. Sra. das Neves, fomos
surpreendidos: ela fecha durante o almoço, assim como as demais atrações!
Conseguimos dar uma olhada rápida em seu interior, após uma conversa com o
vigia da porta! Com um interior mais simples que as outras duas visitadas, esta
é a igreja mais antiga da capital.
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| Mosteiro de São Bento |
O Mosteiro de São Bento também estava fechando, mas
permitiram que déssemos uma olhada rápida em seu interior. Ainda a pé, fomos
até a Casa de Pólvora, localizada numa ladeira de onde se tem a vista do Rio Paraíba.
Não há nada no local, apenas as paredes
restaram.
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| Casario no centro histórico |
| Casa de Pólvora |
Deixamos João Pessoa para trás, observando seu casario lindo
e mal tratado, necessitando de restauro urgente.
PRAIA, LÁ VAMOS NÓS!
| Pescaria no molhe natural |
Era hora de buscar local para pernoite e a opção de buscar
uma praia é obrigatória! A caminho de Jacumã, em Conde, vimos uma placa
indicando a Praia nº01 e fomos pra lá. Havia bastante gente, mas estava
tranquila (estamos em pleno sábado!). Estacionamos numa área sombreada e fomos
passear pela barra do Rio Gramame.
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| Acampamento na Praia Nº01 |
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| Saída do Rio Gramame |
Tomamos banho de mar e de lagoa e decidimos comer “a peixada à
moda”, no Restaurante da Tainha 2, por R$ 60,00 (para 4 pessoas, bem servido) –
U$ 11,65. Era com anchova, arroz, pirão e fritas (a macaxeira já tinha
acabado). Noite tranquila e silenciosa.
Na manhã seguinte, levantamos acampamento enquanto o povo
começava a chegar! Direção: Jacumã. Há 2 anos passamos por aqui (link anexo*) e
observamos que o local cresceu e hoje conta com uma infraestrutura bem melhor.
Aproveitamos para fazer compras (há 2 anos não havia supermercado, apenas
vendas) e em Pitimbu havia bastante gente na praia central. Pegamos uma
estradinha e fomos até um canto, longe da muvuca! Debaixo de um sombreiro,
estacionamos o Garça e fomos passear, tomar banho e curtir o lindo domingo.
V i a g e m F a m í l i a: Muita praia bonita e coqueiros: Paraíba!
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| Pescaria com cambau, Pitimbu |
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| Fazendo amigos: Conceição e Armando nos levaram no mirante |
Ao nosso lado, um casal muito simpático, Armando e Conceição,
nos ofereceu a casa para tomarmos banho e lavarmos roupa. Agradecemos e fomos
de carona até a sua casa, no alto do morro, distante uns 500m. Lá acabamos
almojantando e batendo papo até às 20h30min!! Hora de “voltar pra casa”, pois a
roupa já estava seca e era hora de descansar! Reencontramos nosso companheiro
de jornada sozinho, debaixo da árvore, como o havíamos deixado algumas horas
antes!
Noite tranquila, silenciosa, com chuva fina!
Pitimbu é o retrato do Brasil que não funciona! Linda,
pacata, cheia de possibilidades, mas sem perspectiva nenhuma! O funcionalismo
público é a fonte de renda local, com salários médios entre R$ 1500,00 e R$
2000,00!! (U$ 290 a U$ 390). O resto é Bolsa Família!!!
| Ninho de pica-pau, em coqueiro |
Agora pela BR 101, sentido Sul, chegamos a Pernambuco!!! Mas esta já é outra história...



































































































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