Viagem Família______________________________________

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segunda-feira, 6 de abril de 2015

Minas - Uruguai a Picada Café - RS - Brasil

Dia 21 de janeiro de 2015
Saindo de Minas (Uruguai), entrando no Brasil e chegando a Picada Café (RS - Brasil)


Após uma noite meio agitada (nos fundos do hotel há um supermercado e a câmara fria do mesmo fez um barulhão a partir das 5h da manhã!) tomamos nosso café e saímos, rumo a cidade chamada  Treinta y Três, pela Ruta 8 e de lá pegamos a Ruta 18, até Rio Branco, divisa com Jaguarão, no Rio Grande do Sul. Realizamos os trâmites aduaneiros, que foram bem rápidos e sem revista, (os fiscais nem se dignaram a sair de suas cadeiras)e entramos em nosso país por uma ponte histórica muito bonita.
Ainda em Rio Branco, Uruguai

Atravessando a ponte sobre o Rio Jaguarão

Já no Brasil, em Jaguarão RS
Depois de muitos pedágios no Uruguai consultamos o mapa e vimos que na BR 116 (onde estávamos) há pedágios também! Para nossa surpresa, no entanto, todos os pedágios da BR 116, no Rio Grande do Sul, foram desativados e atualmente é o Exército Brasileiro quem está fazendo a manutenção da rodovia. Assim seguimos sem ter mais uma despesa com o objetivo de alcançar hoje a serra gaucha.
Abastecemos próximo de Pelotas decidindo mudar nosso roteiro original (que ia pela BR101), fugindo do trânsito do litoral em plena temporada de verão e subindo a serra gaúcha.
Passando sobre o rio Guaíba, com Porto Alegre ao fundo
BR 116- trecho de subida próximo à Nova Petrópolis
Contornamos Porto Alegre na hora do rush debaixo de chuva fina e seguimos em direção a Nova Petrópolis, optando por dormir em Picada Café, cidadezinha localizada  10 km antes de Nova Petrópolis. Que achado! A única pousada da cidade fica num local maravilhoso. Ao chegarmos ao local, Pousada Camponesa (www.pousadacamponesa.com.br) fomos prontamente atendidos pelo Miguel, que providenciou nosso pernoite e dois ambientes: um quarto para 3 pessoas por R$ 130,00 e uma cabana para 8 por R$ 240,00 para 4 pessoas! Além do atendimento ótimo, o local possui uma infra-estrutura super legal, contando com churrasqueira, jardim, estacionamento, e um ótimo café da manhã incluido..
No jardim da pousada
Para jantar, subimos mais um pouco a serra (uns 10km) até Nova Petrópolis, onde jantamos no Tulipa's Café (www.tulipascafe.com.br), com direito a delicioso a la minuta (arroz, feijão, batata frita, bife e salada). Na volta para casa, aproveitamos para curtir o ar da serra e o silêncio da noite.

Começou a bater uma tristeza, pois amanhã vamos nos separar: as férias dos CLAM estão acabando e eles ainda precisam voltar à Minas (Gerais, no Brasil!)

Dia 22 de janeiro de 2015
Dia da despedida -  Picada Café RS a ... três lugares distintos!


Pela manhã, após um delicioso café da manhã, continuamos a viagem, parando em alguns quiosques à beira da estrada, para comprar salames, queijos, facas, uvas, etc e tal... até parecia que não havíamos comprado nada nos últimos 20 dias!!!! Nossa recomendação positiva para esse trecho da BR 116! Além da estrada ser belíssima com lugares e paisagens que convidam a uma parada, há diversos comércios de produtos coloniais a beira da estrada com preços convidativos e produtos idem!!
Fruteira e Lanches D'Mimo - BR116, km 188
Estava chegando a hora de nos separarmos... na altura de Lages, SC, fizemos nosso "bota fora"! Os CLAM seguiram pela BR 116 até Curitiba e nós, os Abutres e os Garças, descemos a SC 282, até Floripa. De Florianópolis até onde decidimos jantar juntos, pela última vez nessa viagem, em Itapema.foram mais 70 km, nos quais ficamos recordando a bela viagem que estava acabando.Aventuras, amizades, experiências e vivências que não tem preço! Isso nos motiva cada vez mais para a próxima viagem, que esperamos seja em breve.


Restaurante Segredos do Mar - Itapema SC
www.facebook.com/pages/Restaurante-Segredos-do-Mar-Itapema
Após 23 dias de muitas aventuras, paisagens maravilhosas e 11 mil quilômetros rodados, terminamos mais uma maravilhosa etapa do Viagem Família!!!
Espero que todos tenham curtido nossas histórias! Até a próxima!!!


domingo, 5 de abril de 2015

Chegando ao Uruguai - Minas(Uy)

Dia 20 de janeiro de 2015
Saindo de Buenos Aires - ARG e chegando ao Uruguai, via Colonia del Sacramento
Vista de Buenos Aires de dentro do navio Buquebus.
Na nossa despedida de Buenos Aires, acabamos fazendo um amigo americano, Carl Rizzo, cidadão da Costa Leste, próximo de New York e que estava hospedado em Buenos Aires no mesmo hotel que nós, fugindo do inverno! Gente boa, muito simpático. Quem sabe logo visitaremos ele nos Estados Unidos.. Depois de trocarmos endereço de facebook e tirarmos mais algumas fotos (coisa que QUASE não fazemos!!!) seguimos até o Buquebus, localizado em Puerto Madero, Darsena Norte.
Despedida de Buenos Aires com o nosso novo amigo Carl Rizzo!
Estacionamento dos carros, dentro do Buquebus
Quase nos perdemos no caminho, pois as informações e placas indicativas são um pouco confusas, mas com algumas informações conseguimos chegar ao porto em tempo de fazer todos os trâmites aduaneiros - é importante chegar antes de forma a evitar qualquer imprevisto - pois nosso navio saía às 9h45min. Assim pudemos chegar com relativa folga no terminal de embarque onde saem os navios que fazem a travessia até o Uruguai, na cidade de Colonia del Sacramento. Realizamos os trâmites aduaneiros necessários para os carros e os passageiros e finalmente após 20 dias estamos deixando a Argentina.
Entrando no navio
Galera do Viagem Família a bordo do Buque indo para Colônia Sacramento
No deck, com vista para Buenos Aires
Duty Free dentro do navio! 
Como havíamos comprado as passagens há alguns dias (em Puerto Madryn), conseguimos o preço de PU$ 4.714 (Pesos Uruguaios) o que equivale a aproximadamente R$ 550,00 ou U$190,00  (para 4 passagens e mais o carro). O preço desta vez foi um pouco mais barato que na última vez que fizemos esta travessia, pois na vez anterior havíamos optado pelo navio expresso e ainda compramos a passagem exatamente 1 hora antes do embarque. Recomendamos efetuar a compra via internet (www.buquebus.com): é rápido, seguro e agiliza muito o embarque evitando filas e incômodos.
Embarcamos no Buquebus lento, que viaja a 12 nós por hora.
Levamos cerca de 2 horas para atravessar o Rio de la Plata, curtindo o vai-e-vem do navio, que navegava lentamente causando sono em uns e enjoo em outros!


Chegando ao Uruguai, adiantamos nossos relógios em 1 hora, pois o fuso horário do Uruguai é o mesmo que o do Brasil. Rapidamente passamos pela "revista" do carro na aduana uruguaia e seguimos até o centro histórico da cidade de Colonia del Sacramento, local lindíssimo, pois é uma cidade barroca portuguesa, parecida com Parati, no Rio de Janeiro.
A cidade foi fundada em 1680, quando a Coroa Portuguesa decidiu que se estendesse seu território até às margens do Rio da Prata de modo a intensificar o comércio.
O Tratado de Madrid, assinado em 1750 determinava que Portugal entregasse a região para a Espanha, em troca de ficar com os Sete Povos das Missões para si. Ela voltou à posse de Portugal em 1817, quando D. João VI incorporou toda a região do atual Uruguai aos domínios de Portugal.
Tornou-se independente e território uruguaio em 1828, quando foi assinado a Convenção Preliminar de Paz.

Passeamos pela cidade e, mesmo com chuva, conseguimos rever o forte, o farol (sem subir), andamos pelas ruas calçadas por pedras e fizemos um lanchinho. Descobrimos que o Uruguai está bastante caro, pois o lanche básico saiu U$ 40 para 4 pessoas! Encontramos, em Colônia, um grupo de amigas brasileiras que estavam viajando juntas e que tinham nos visto perambulando pelas ruas de Buenos Aires, sendo reconhecidos pelas nossas camisetas inconfundíveis do Viagem Família, nesta ocasião na cor roxa!
Seguindo pela Ruta 1 em direção a Montevideo
Como todos já haviam passado por Montevideo alguma vez, o grupo decidiu escolher outra rota, indo pela Ruta 11 passando por San José de Mayo, mais para o interior evitando a já conhecida estrada que passa por Punta del Este. Assim, passamos pela cidade de Canelones a de lá, já pela Ruta 8, fomos até Minas! Minas do Uruguai e não do Brasil!!!
Ruta 11
Próximo de Canelones
No caminho abastecemos e levamos um susto!!! O preço do combustível foi o mais caro que pagamos em toda a viagem: cerca de R$ 190,00 para 43 litros de diesel (PU$ 1619): mais de 4 reais por litro!
Muitas lombadas depois, mas por asfalto impecável, atravessando diversas cidadezinhas no interior uruguaio, chegamos à Minas, onde jantamos no Restaurante Ki Joia, localizado na praça principal da cidade - Plaza Libertad. Pernoitamos no Hotel Minas (www.hotelminas.com) a PU$ 1990 para 4 pessoas. Há na cidade casa de câmbio, o que facilitou bastante, visto que ainda tínhamos alguns pesos argentinos e a cotação para dólar não estava muito favorável!  Vale citar que em toda essa região o peso argentino é aceito e dessa forma pode-se gastar os eventuais pesos argentinos que ainda ficaram na carteira.
Amanhã estaremos em casa!!! Estamos todos felizes em retornar ao Brasil!!!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Punta Del Leste (URU) e Barra do Chuí (Brasil) – Familia LEP

Punta Del Leste (URU) e Barra do Chuí (Brasil) – FAMÍLIA LEP
21 de Janeiro de 2010

Deu pena de deixar a cabana do Sr.Gerson e a piscina que ali tinha disponível para os “hóspedes”. Depois de nos despedirmos fomos novamente na CasaPueblo para conhecê-la um pouco melhor.




CasaPueblo é a antiga casa de verão do artista uruguaio Carlos Páez Vilaró. A obra é imensa e não possui linhas retas, mas inclui um museu, uma galeria de arte, um restaurante (Las Terrazas) e um hotel. A estrutura lembra uma casa mediterrânea da ilha de Santorini. Como não dispúnhamos de muito tempo entrei apenas na loja onde os artigos eram muito caros e não levamos nenhum (a caneca do lugar custava U$20!!! Que pena!). Em compensação, como entrei na loja deu pra conhecer o lugar sem pagar um centavo, fomos até os magníficos terraços e descobrimos que a tal Casapueblo foi a inspiração para Vinícius, amigo de Vilaró, na canção “A Casa”. Em outro ponto da casa, encontrei um poema aonde Vinicius declarava seu amor pelo lugar. Foi emocionante conhecer o lugar. Na seqüência compramos na feira de artesanato de Punta Ballenas (do lado da Casapueblo) algumas lembranças e fomos pegar praia em Punta Del Leste conforme prometido ao Pedro.


Punta Del Leste é bem bonita. Verão, muita gente na praia e tudo muito organizado. Ficamos admirados de encontrar um trânsito tranquilo, e que as pessoas tomavam sol em qualquer canto (quer na praia ou nos diversos jardins espalhados pelos calçadões). Conhecemos a Praia Mansa, a Rambla Artigas, a Marina, o Farol de Punta Del Este, e a linda igrejinha de La Candelária(do lado do Farol).


Depois paramos na praia Brava para tomar banho. Escolhemos um ponto próximo da escultura “La Mano” (obra do chileno Mario Irarrazabal) com os dedinhos saindo pra fora da areia. Lá escolhemos uma barraca/restaurante de praia que tivesse ducha e banheiro. Ficamos surpresos quando o garçon nos disse que a estrutura era pública e não do estabelecimento. Milhares de ondas depois, saí do mar completamente enrugado, afinal o Pedro não queria ir embora. Mas não dava pra ficar mais, tínhamos que chegar ainda no Brasil naquele dia... Então prosseguimos pela orla marítima, passando por “La Barra” e suas pontes ondulantes, depois Manantiales, Balneário Buenos Aires, quando pegamos a ruta 9 com destino a cidade de Chuy.


Cerca de 20km depois o Luiz “capotou” e a Edu assumiu o comando do Abutre pela primeira vez na viagem. Quando chegamos no Chuí paramos o carro no primeiro posto depois da fronteira e o frentista falou “Vai diesel aí Dr?”. Beleza... chegamos em terras brasileiras. Foi quando descobrimos que a Edu passou direto pela aduana Uruguaia e não carimbou a nossa saída do país nos passaportes. Voltamos 2km. Trâmites realizados seguimos as orientações do rapaz do posto para bater uma foto com a indicação de ponto mais ao sul do país.

Nossa surpresa foi perceber que ali entre Chuí(Brasil) e Chuy(Uruguai) ficava uma avenida delimitando as duas cidades. Uma coisa maluca: duas avenidas encostadas uma na outra: de um lado a avenida com negócios em Espanhol (a maioria produtos de zona franca), e do outro lado a avenida com negócios escritos em Português. Coisa de Maluco. Já estava anoitecendo e não deu para fazer “comprinhas” de produtos eletrônicos. Sem problemas.


Seguimos então para o balneário Barra do Chuí, para bater a foto com a indicação de ponto mais ao sul do país. Lá chegando, descobrimos que o pequeno balneário pertence a cidade gaúcha Santa Vitória do Palmar, e que além de brasileiros (dá pra contar na mão a quantidade), a Barra do Chuí é uma praia muito freqüentada por turistas argentinos e principalmente uruguaios. Lá encontramos o Marcos, brasileiro, dono de um hotel simples e acolhedor. O cara vive como Deus manda. No verão trabalha muito e no inverno sorri pra vida. Ele disse que ali é o paraíso, não tem violência, não tem tristeza, e ainda de quebra fica num lugar chamado “Campos Neutrais”, que segundo um antigo tratado entre portugueses e espanhóis deveria ser uma faixa desabitada de terra para evitar confrontos entre ambos colonizadores.... Um paraíso.

Fomos até a fronteira com o Uruguai , batemos a fato do ponto mais meridional do Brasil, na volta passamos pelo Farol do Chuí, que ficava muito próximo do nosso hotel. Jantamos num restaurante indicado pelo Marcos.

E quem diria? Uma última “Parrillada” acompanhada de uma cerveja uruguaia Patrícia, em pleno Brasil...

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Montevideo (URU) – Família LEP

Montevideo (URU) – FAMÍLIA LEP
20 de Janeiro de 2010

O sol brilhou com intensidade ! As nuvens de ontem já não existiam mais no céu... Fizemos o check-out rapidamente com a Antonieta do apart-hotel “El Viajero Bed & Breakfast”. Tudo pago em dolares. Aqui no Uruguai aceitam de tudo : Real, Dolar, Peso Argentino e até mesmo Peso Uruguaio! Dica : alem do hotel , existe uma rede de hostels El Viajero em Colonia, Montevideo e Punta Del Este. A gente só não ficou no hostel em Colonia porque não tinham mais vagas, daí pagamos um pouco mais e ficamos no B&B.


De Colonia até Montevideo é um pulo. Pouco mais de 150km. Antes de sair de Colonia parei no posto pra abastecer de “Gasoil” e o frentista não acreditou que não tínhamos conhecido as praias. Então demos um pulo nas praias do Rio Del Plata. Fantástico. Tudo muito bonito, bem cuidado. Calçadão para caminhadas, gente limpando a praia para os banhistas. E Mate, muito Mate. Aqui no Uruguay a cada esquina tem um sujeito com a cuia ou uma térmica na mão. Na praia conheci o Sr. Eduardo (sobrenome não lembro), argentino de Buenos Aires, muito simpático que me orientou numa foto que estavamos “sacando”. Falou muita coisa... mas numa frase disse tudo : “nunca fique parado esperando a vida passar pois o tempo corre mais justamente para essas pessoas...”. Ele tem toda a razão : já são 20 dias fora mas parece um século que não vejo meus amigos e parentes.


Montevidéu também é linda. Queríamos conhecer o centro histórico, comer um “lomo” no Mercardo do Porto e conhecer as “Ramblas”(calçadões beira-rio). Por isso pegamos um pequeno mapa no centro de informações em Colonia o que nos ajudou na escolha do local de início do tour. Colocamos no GPS o cruzamento da ruas onde ficava o Centro de Informações e rapidinho estacionamos o carro lá (na rua, e é regulamentado que nem Curitiba, mas bem baratinho..). Decepção: descobrimos que aquele Centro de Informações Turísticas foi eliminado. Sem problemas. Optamos descer todo o centro a pé (uns 30 quarteirões) e voltar de táxi.


Os prédios antigos, praças bem cuidadas, casarões restaurados, um sanduiche no caminho pro Pedro. Um cervejinha Pilsen aqui, outra Patrícia ali, um sorvete de Limão saboroso, saque no HSBC, e para completar um almoço bom e barato no Mercado Porto. Na saída da cidade passamos pelas Ramblas. Praias lotadas. Nos lembrou Camboriú: com a vantagem que os prédios não faziam sombra na areia depois das 17 horas (hehe).


Chegamos em Maldonado (cidade aonde fica o balneário Punta Del Leste) sem hotel e com muito receio de ter que pagar o olho da cara pra dormir. Na chegada em Punta Ballenas (10km antes) um por do sol espetacular. Paramos numa curva (num mirante). Dali vimos uma placa: Visite CasaPueblo e uma estrada! Corremos rapidamente para lá (os três estavam precisando urinar mesmo). O sol já estava abaixo do horizonte: linhas multi-coloridas no céu iluminando o palacete Branco Polar da CasaPueblo na beira de um penhasco muito bonito. Uma casa estilo Gaudí mediterrânea em pleno atlântico –sul. Um espetáculo mas o museu já estava fechado (uma pena)! Fomos na direção contraria dos turistas que estavam deixando o penhasco lateral, descemos e quando já estava bem embaixo (sozinhos) ... Pouca luz : o Pedro disse “acho uma boa idéia fazer xixi aqui” : e foi lá mesmo. Família aliviada!

Preocupados com a hospedagem, já escuro, 22h30min, seguimos uma placa na estrada Interbalnearia (ainda em Punta Ballenas) que indicava uma pousada chamada "San Lorenco" por uma pequena estrada (uns 2km): lotada! A dona simpática indicou um pessoa que aluga Cabanas ("Chacra El Quijote"), uns 100 metros abaixo. Entramos e nos demos bem. O Sr. Rubens, sua esposa Elizabeth e seu amigo Sr. Marcelo explicaram que o lugar é particular e só é alugado entre amigos, mas deram um jeito e alugaram para nós uma cabana que estaria desocupada naquele dia, pequena, estruturada, no meio do campo, muito verde, pássaros, e uma grande tranqüilidade, e por apenas U$70 . Eles então nos levaram numa mercearia próxima aonde compramos a nossa janta gostosa e o nosso café do dia seguinte. Oba!


(alias a melhor idéia para quem viaja em família é ficar em Cabanas: são econômicas para grupos e ainda se economiza nas refeições)

Barriga cheia e banho tomado, amanhã é dia de praia e de retorno para o Brasil.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Buquebus – Colonia Del Sacramento (URU) – Família LEP

Buquebus – Colonia Del Sacramento (URU) - FAMÍLIA LEP
19 de Janeiro de 2010

Acordamos bem cedo. Afinal nosso embarque no BuqueBus era as 09:30 mas havíamos sido avisados pela família MMDN (por email) que os trâmites eram enrolados. Chegamos lá por volta das 08:00. Para isso comemos nosso café da manhã na rua, no caminho para o estacionamento, para não perder tempo.


Realmente a central de embarque do BuqueBus é bastante confusa para quem a conhece pela primeira vez e principalmente para quem atravessa para o Uruguai de carro (utilizando o serviço de “Bodega”). Como nossa compra já havia sido feita pela Internet, pulamos essa etapa de compra e disponibilidade mas é necessário o check-in (é que nem aeroporto). Depois do Check-in, passa-se pelo trâmite de imigração (existe uma fila especial para os que levam carros), e depois somente o motorista faz a fiscalização aduaneira do automóvel antes de embarcá-lo.

Tudo feito. Fomos ao deck superior acompanhar a travessia. A grande cidade porteña foi ficando pequena enquanto o Rio de La Plata mostrava sua imponência. Ele é um dos rios mais largos do mundo, junção final dos rios Paraná e Uruguay. Depois de algumas fotos e compras no duty-free da embarcação chegamos em Colônia Del Sacramento próximo das 13 horas. Pela primeira vez em solo uruguaio a aduana foi um tanto quanto “amadora”, principalmente comparada as aduanas chilenas.

Colônia Del Sacramento é patrimônio mundial da humanidade (UNESCO) e possui um centro histórico muito bacana. Com um passado rico em disputas entre portugueses e espanhóis tem um estória muito interessante. Visitamos alguns pequenos museus que refletem esse passado. Existe também um museu que não visitamos sobre o passado dos Charruas, o povo indígena que habitava a região antes da chegada dos colonizadores.


O dia estava com algumas nuvens no céu. Chuva e Sol deram a cidade um clima especial. Depois de conhecer o Porton de Campo, subir o Farol, conhecer a Basílica do Santíssimo Sacramento, decidimos pernoitar por ali pois estávamos muito cansados para ir até Montevideo. Jantamos no restaurante “La Bodeguita” de frente para o rio. Optamos por um pedaço de carne (um lomo!) embora o forte do lugar fosse pizzas.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Colônia - Chuy - Família MMDN

Colônia a Chuy(Uruguai) - FAMÍLIA MMDN
18 de janeiro de 2010


Em frente à casa/Pousada -Colônia do Sacramento - URU
Acordamos, juntamos nossas tralhas e fomos até a Pousada para tomar nosso desajuno, que estava legal, com direito a frutas, suco e pães diversos! Pegamos a Ruta 3 em direção à Montevidéu e lá chegando passamos rapidamente pela cidade, pois para conhecê-la precisaríamos de mais tempo... o que ficará para a próxima viagem!


Centro de Montevidéu - URU

Aproveitamos para dar uma última volta pela cidade e tirar mais fotos, e às 11h30min, seguimos para Montevidéu, pela Ruta 1. De lá, para Punta Del Este, para a clássica foto em frente ao Hotel e Cassino CONRAD!!!

Nossa última aduana... Chuy, trafegando por excelentes estradas e com pouco movimento!!! Chuy é conhecida pela sua Zona Franca (muito freqüentada pelos brasileiros), e nós aproveitamos para fazer umas comprinhas (apesar dos preços não estarem tão convidativos assim!). Jantamos uma saborosa
pizza de meio-metro numa pizzaria localizada na avenida central!!! Encontramos um hotel meia-boca, com um banheiro tão estreito quanto a toalha... Para se lavar os pés, era mais fácil sentar-se na privada!!!!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Olavarria - Colônia de Sacramento - Família MMDN

Olavarria a Colônia de Sacramento - FAMÍLIA MMDN
17 de Janeiro de 2010

Costanera - Buenos Aires - Buquebus

Depois das compras de lanches para o dia, abastecemos e optamos por ir a BsAs pela Ruta 51, pois consideramos que na Ruta 3 haveria muito movimento! Chegamos a Buenos Aires aí pelas 14h30min sem informações sobre onde seria a estação do Buquebus... assim, em cada peaje pelo caminho perguntávamos sobre a direção a seguir: directo foi a resposta!!!

De fato, seguindo direto chega-se à Costaneira Sur, de onde seguindo, à esquerda, pode-se observar toda a região do porto, hoje muito bonita e local onde estão dezenas de restaurantes e lojas incrementadas...



Chegamos à estação do Buquebus às 15h10min. Não há cartazes informativos, então há que se perguntar muito. Como não tínhamos os ingressos, 1° necessitávamos comprá-lo! Primeira fila: 30min (ou mais). A surpresa da atendente ficou evidente quando dissemos que queríamos embarcar no navio das 16h15min! Segundo guichê: pagar o transporte - $1150!!!!

GLUP!!!! Graças a Deus que existe a tarjeta VISA!!!! Terceira fila: conferência de documentação (16h05min). Aí descobrimos que tínhamos que fazer a imigração, no andar superior!!! Corre-corre pelos corredores, e nos deparamos com uma fila de umas 20 pessoas, todas iriam embarcar no mesmo navio!!!! UFA... Na nossa vez de sermos atendidos, descobrimos que faltava preencher um papel amarelo... (16h12min) esses papéis foram completados e carimbados sob a supervisão e companhia de 4 ou 5 comissários e funcionários da Aduana e da empresa de transporte... Agilizando todo o processo, finalmente liberaram o Marcos por primeiro, para buscar e embarcar o Garça! Ele correu feito um louco, pelos corredores e em toda esquina, encontrava um funcionário com Walkie-Talkie, perguntando: “és o brasileiro da Kia blanca? Segue por acá, rapido”... E ao chegar ao enorme estacionamento, apenas o Garça aguardava a sua vez, sozinho e desamparado!!!

Entramos no navio, fecharam-se as portas e partimos... boas risadas!!!!!

Chegando à Colônia - URU - dentro do Buquebus

A travessia foi tranqüila e o desembarque também... todos no navio sabiam quem nós éramos!



Fomos buscar acomodações em Colônia e achamos uma Pousada de Los Pinos, onde a Blanca nos atendeu e disse que poderíamos nos hospedar na casa do proprietário... assim, dormimos na casa do dono da pousada, com direito a piscina e perro de estimação: o cão policial Niegro!!! Passeamos pelo setor histórico da bela cidade e presenciamos a demonstração étnico-cultural do candombe, ritmo típico desta região...

Vielas da cidade


Mapa da cidade de Colônia


Vista do alto do farol


Nossa pousada, com direito a "perro" e piscina


Um gran finalle para um grande dia!!!