Viagem Família______________________________________

.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Passeando por Curitiba - Parques da capital: 5 - Bosque do Papa

 

Capela em homenagem à Virgem Negra de Czestochowa

Localizado nos fundos do MON – Museu Oscar Niemayer -, o Bosque do Papa é um lugar tranquilo e silencioso, apesar de estar a poucos metros do centro administrativo do Estado.

Bosque Papa João Paulo II

Implantado em 1980, o Bosque do Papa é um agradecimento e uma homenagem da cidade à presença do imigrante polonês que veio para cá a partir de 1871.


A antiga chácara de Júlio Garmatter (fazendeiro e próspero comerciante de carnes, da década de 1920), com uma área de 48 mil m² foi desapropriada em 1977 e a fábrica de velas Estearina foi transferida de local, abrindo espaço ao projeto de Burle Marx, famoso paisagista que fiscalizou pessoalmente os trabalhos de limpeza do bosque, preservando a mata nativa.

Portal de Restaurante típico polonês, localizado a poucos metros do Bosque

Aqui pode-se tirar fotos




Memorial da Imigração Polonesa

Em comemoração aos 150 Anos da chegada das primeiras famílias a Curitiba, o Memorial da Imigração Polonesa foi formado por casas com troncos de pinheiros encaixados, típicos do país originário, dispostas em forma de aldeia.



Desde 2023, este Memorial é reconhecido como Museu a Céu Aberto e considerado um Santuário pelo Vaticano.

A visita de João Paulo II

O antigo pontífice veio ao Brasil em 3 viagens apostólicas oficiais, mas foi na primeira, ocorrida em 1980, que ele visitou Curitiba (e mais outras 13 cidades do país). Após descer no aeroporto Afonso Pena e beijar o chão, João Paulo II foi levado ao Estádio Couto Pereira, onde 70mil pessoas o aguardavam. Lá ele assistiu a apresentações culturais e havia uma casa típica polonesa montada no gramado.


Esta casa foi remontada no Bosque e nela está instalada a capela em homenagem à Virgem Negra de Czestochowa, padroeira da Polônia, onde se pode orar ou simplesmente admirar o local.

Nas outras casas da aldeia existe um museu, onde há móveis de quarto, utensílios de cozinha e outras relíquias utilizadas pelos pioneiros, além de trajes típicos representando as diferentes regiões da Polônia e uma loja de artesanato onde se pode adquirir as famosas pêssankas, além de outros itens. Aqui já compramos a deliciosa sobremesa predileta do Papa João Paulo II, a Kremówka, tradicional torta com duas camadas de massa folhada intercalada com um espesso e generoso creme de confeiteiro com baunilha, polvilhada com açúcar de confeiteiro. Atenção ao fato de que o proprietário da loja não permite fotos do local, nem de artigos ou comidinhas expostas!!! Vai entender!!!


No paiol observam-se utensílios agrícolas, moedor de cereais em pedra e máquina que separa o leite da nata, e também uma roda de carroça em madeira, um grande fole (para ativar o fogo).



Um monumento na trilha do bosque faz homenagem a Nicolau Copérnico (1473-1543), matemático e astrólogo polonês, “pai” da teoria heliocêntrica - o Sol é o centro de nosso Sistema Solar.


- Durante o período de Advento, o Bosque também tem opções de shows e apresentações natalinas que pertencem ao calendário de eventos de Curitiba.

Horário de funcionamento: por ser uma área protegida, o Bosque fica aberto diariamente das 8h às 17h30min, porém o Santuário e Museu a Céu Aberto funciona de terça a domingo, das 8h às 17h30min.

Sentada à porta da loja de souvenir! (o mais perto que se pode tirar foto rsrsr)


Como chegar

Para se chegar até o Bosque pode-se optar pela ciclovia compartilhada que interliga o Parque São Lourenço, o Bosque do Papa, o Museu Oscar Niemayer e o Passeio Público. O acesso principal fica a poucos metros da Rua Mateus Leme, uma das principais vias arteriais de Curitiba, com mais de 6km de extensão.

Portal do Bosque do Papa, situado à Rua Mateus Leme

Curiosidade: a pouco metros da entrada principal do Bosque, na esquina da R. Mateus Leme com a R. Carlos Pioli, está uma estátua em homenagem ao bandeirante paulista, nascido em 1619 e morto em 1697, que atuou como Capitão-povoador e sesmeiro, sendo o principal responsável pela fundação oficial de Curitiba, em 1693, quando instalou o pelourinho onde hoje fica a Igreja da Ordem (e onde começa a rua com seu nome).

Estátua de Mateus Leme... na verdade, meu avô rsrsrsr

A pessoa que serviu de modelo para o artista plástico Elvo Benito Damo  criar a estátua em homenagem a Mateus Leme foi meu avô, Erwin Groeger. Mas esta já é outra história...

 

terça-feira, 14 de julho de 2026

Passeando por Curitiba - Parques da capital: 4 - Parque São Lourenço

 


O Parque São Lourenço não faz parte do circuito de parques famosos em Curitiba! Mas ele pertence à nossa infância e adolescência... e além de ser um lugar bonito, seus mais de 200 mil m² também tem a função de auxiliar na contensão de enchentes, só que da bacia hidrográfica do Rio Belém (o mesmo que corta o Passeio Público).

Parque São Lourenço

Lago do rio Belém

Inaugurado em 1972 (no mesmo ano que o Parque Barigui, durante o governo de Jaime Lerner e com a mesma justificativa), sua estrutura original abrigava uma antiga fábrica de cola, cuja chaminé de tijolos está preservada e pode ser vista até os dias de hoje.

Obra de João Turin: "Onça com Filhote" e ao fundo, estrutura da antiga fábrica

UM POUCO DE HISTÓRIA

A origem do parque está diretamente relacionada a uma grande inundação em todo o trajeto até o centro cívico de Curitiba, quando a represa do São Lourenço, localizada na fábrica Couros Boutin, estourou em 1970. (A antiga roda d’água que ficava na represa foi substituída por uma queda simples)

Atrações

Construção antiga, da década de 1960, na esquina do Parque: hoje abriga uma linda lanchonete

Quando nos mudamos (Mari e família) para o Abranches (bairro vizinho), em 1976, o parque fazia parte de nosso lazer, pois além de ter a pista para andar de bicicleta ou caminhar e fazer piqueniques, tinha a Descida/Pista de Rolimã, onde tanto Marcos com seus amigos, quanto eu e meus irmãos e amigos descíamos as curvas da pista, que até hoje está sendo utilizada para este fim... foram muitas quedas, machucados e histórias engraçadas ali!

A primeira curva ninguém esquece...

A Pista tem 320m de extensão e 7 m de largura e recentemente recebeu nova camada de asfalto, oferecendo mais segurança e conforto aos apreciadores deste esporte!


O Centro de Criatividade de Curitiba foi inaugurado em 1973 e funcionou até 2020, quando foi reinaugurado e transformado no Memorial Paranista. As antigas instalações (onde se tinha aulas de artesanato) foram revitalizadas e passaram a abrigar o Liceu das Artes e Ofícios, com 2500m², onde são oferecidos cursos e oficinas relacionadas à arte. As antigas máquinas passaram a fazer parte do espaço, como esculturas.







Memorial Paranista


Ao lado do Liceu de Artes e Ofícios está o Memorial Paranista, com 3 edificações interligadas, onde há galerias e museu, com peças de João Turin, artista plástico importante e cujas obras estão sob a curadoria da família Lago.

Onde hoje está o Jardim das Esculturas, havia a casa de Erbo Stenzel (autor do “Homem Nu”, entre outras) que foi remontada ali em 1998. Originalmente localizada no Bairro São Francisco, depois de descupinizada foi remontada no Parque São Lourenço e inaugurada como Museu, contando com documentos, maquetes, moldes em gesso e réplicas de bustos de personagens da história do Paraná e demais materiais que foram doados pela família aos cuidados do Estado.

Fachada do Jardim das Esculturas

Em junho de 2017 a casa histórica (que estava fechada havia anos, para ser reformada!) queimou e, como nada restou de sua estrutura, foi demolida.

Assim, nasceu no lugar o Jardim das Esculturas, onde estão expostas 15 obras de proporções grandes, em bronze, todas de autoria de João Turin (mentor de Erbo Stenzel).


Entre as obras, destacam-se a escultura “Marumbi”, com 700kg e 3 m de altura, além de outras como “Índio Guairacá”, “Volúpia” e “Ladrão de Frutas”.



Dentro da galeria

João Turin foi o escultor do Movimento Paranista (anos 1920) e usou a flora e fauna regionais, juntamente com o indígena e seu cotidiano integrado à natureza - pinheiro, o pinhão, a pinha e os felinos - para destacar em suas obras.



Anexo ao Teatro Cleon Jacques, com capacidade para 100 espectadores, está a Loja #CuritibaSuaLinda, onde se encontram souvenires e lembranças da cidade. Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h.

Domingo no parque; famílias fazendo piqueniques e as curicacas buscando alimento

No período que antecede o Natal, o Parque São Lourenço também está inserido como local de espetáculo gratuito. Ainda não conseguimos assistir às apresentações natalinas que acontecem aqui, no Memorial Paranista, mas quem sabe este ano não nos aventuramos até o local...


Bom passeio!!!

terça-feira, 7 de julho de 2026

Passeando por Curitiba - Parque da capital: 3 - Parque Tingui

 

Ser urbenauta é explorar o centro urbano onde se está inserido, de preferência, a pé.  Conceito criado pelo curitibano Eduardo Fenianos, na década de 1990, o projeto nasceu da observação de Fenianos sobre pessoas que viajavam o mundo, mas que ignoravam a própria vizinhança.

Assim, somos urbenautas e exploramos cada cantinho de nossa cidade (ou de onde nos encontramos). O Parque Tingui está a aproximadamente 3,5 km de distância de onde moramos e é um dos nossos destinos de passeios em dias de sol!

Parque Tingui


Antes do Rio Barigui chegar ao Parque Barigui, ele passa pela área de 427.492 m² do Parque Tingui, que foi implementado em 1994 com a intensão de proteger a bacia do rio e auxiliar na contenção de enchentes.



Após dias de chuva, vejam como ficam as ciclovias e áreas de passeio... 
 

Os tinguis, que deram nome ao parque, eram o povo indígena que habitava a região na época da fundação da Vila Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, atual Curitiba. Conta a lenda que Tindiquera, o cacique da tribo tingui, foi quem indicou aos colonizadores onde deveriam erguer a vila.

O nome tingui significa “nariz afinado”, pois eram indígenas combativos, hábeis na execução de armas e utensílios de pedra e possuíam um belo porte.

Memorial Ucraniano


Um portal destaca a área do parque onde, em 1995, foi inaugurada a réplica da capela cristã ortodoxa, dedicada a São Miguel, junto de seu campanário – Igreja de São Miguel da Serra do Tigre (localizada em Mallet, PR).

Em estilo bizantino, construída em madeira e com cúpula de metal, a construção é linda e é uma homenagem aos imigrantes ucranianos que chegaram à capital paranaense em 1895. No Memorial são realizados eventos culturais e há a exposição permanente de pêssankas e bordados tradicionais (nas cores preto, branco e vermelho), além de quadros explicativos sobre a imigração, sua cultura e tradições. De acordo com dados oficiais, somente em Curitiba vivem cerca de 70mil ucranianos e descendentes e no estado do Paraná, este número ultrapassa a marca de 500 mil pessoas.


Quadros explicativos sobre a imigração ucraniana no Paraná, sobre a perseguição comunista e o Holomodor
Curiosidades:

·         entre personalidades paranaenses importantes e famosas que têm ascendência ucraniana destacam-se a poetisa Helena Kolody, a apresentadora Eliana (por parte de mãe), a atriz/dramaturga Denise Stoklos, o pintor expressionista Miguel Bakun, entre outros.

·         da culinária ucraniana (eslava) ganhamos o pierogi (perohê, vareniky ou wareniki), a sopa borscht (feita com beterrabas), além da horilka - vodka ucraniana, feita de forma caseira.

·         As Pêssankas são ovos coloridos que tradicionalmente são dados na Páscoa. Feitos a mão, utilizando-se vela, cera de abelha e bico de pena fino, os desenhos são cheios de simbologia e as cores associadas também têm significado.



·         Os bordados são uma arte milenar da cultura ucraniana associados à religião, colocados em altares ou sobre ícones religiosos. As cores predominantes são o vermelho (significa vida, paixão, amor; traz proteção e força vital), preto (faz referência à terra fértil, riqueza, colheita abundante), branco (pureza, elevação espiritual), azul (céu, água, paz de espírito), amarelo (luz do sol, campos de trigo), verde (primavera, juventude, natureza).

Atrações

Observando o Rio Barigui

O Parque faz divisa com o município vizinho, Almirante Tamandaré (onde nasce o rio Barigui)

A trilha que percorre 3,5km é mista, com a maior parte dela asfaltada. Boa parte percorrida no meio da mata onde se pode observar a fauna e flora locais, ela vai percorrendo e margeando o rio Barigui, tendo pontes cobertas, canchas poliesportivas de areia, aparelhos de ginástica, parquinho infantil, quiosques com churrasqueiras,...


O Memorial está aberto de terça a domingo, das 10h às 18h, e tem entrada gratuita. A loja de artesanato segue o mesmo horário.

Esta escultura, de 8m de altura, foi concebida pelo artista Emanoel Araújo - a peça reverencia a influência africana na formação cultural do país e foi instalada em 2022.


segunda-feira, 29 de junho de 2026

Passeando por Curitiba - Parques da capital: 2 - Parque Barigui

 

Natal 2025

O bairro das Mercês, onde originalmente o Marcos morava com seus pais (e onde estamos temporariamente agora) é “vizinho” de um dos Parques mais antigos da cidade de Curitiba: o Parque Barigui.

Parque Barigui (ü)

Trilhas na área do parque

Ocupando uma área de 1,4 milhão de m² e fundado em 1972, o nome do parque faz alusão ao rio que o corta. Projetado inicialmente para ser um parque linear que tinha por função funcionar como contenção de enchentes, além e preservar a Mata Atlântica nativa da região, tornou-se um ponto de encontro e diversão para todo mundo.  

Curiosidades:

  • Na época da fundação do povoado de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, hoje Curitiba, a área onde hoje está o parque era uma sesmaria pertencente a Baltazar Carrasco dos Reis e posteriormente Mateus Leme tomou posse da terra. Nesta época, a localidade chamava-se Mariqui, que no idioma indígena significa “rio do fruto espinhoso”, fazendo referência à abundância dos pinheiros e seus pinhões.
  • Quando nos casamos, na década de 1990, havia um morador diferente nos lagos do Parque Barigui: um jacaré-de-papo-amarelo foi solto ali por algum incauto e passou a ser atração. Ele foi transferido após alguns anos - para o Zoológico da cidade - e incidentes (ele se alimentou de alguns “lulus” que se aproximavam do lago) e como forma de prevenção. Para imortalizá-lo, foi feita uma escultura em concreto em sua homenagem, que está exposta próxima do Pavilhão de Exposições.
  • O lago, com pouco mais de 230 mil m², é um atrativo onde podem ser vistas dezenas de capivaras, animal querido e que acabou virando símbolo de nossa cidade, além de peixes e muitas aves (colhereiros, garças brancas e carcarás, biguás, entre outros).
  • Réplica do jacaré-de-papo-amarelo que habitou o parque

Atrativos

Além da pista para fazer caminhadas, correr ou simplesmente passear, que tem uma extensão de 5,2 km, ainda há equipamentos para ginástica, parquinho infantil (gratuito e pago), quiosques com churrasqueiras, banheiros públicos, canchas poliesportivas, pistas para bicicross e pista exclusiva para quem curte andar de patins, bicicletas ou skate.


A companhia dos saguis é frequente nas trilhas. Seu assobio se ouve de longe! Nada de alimentar os animais!!!
O bosque possui inúmeras opções de trilhas e ainda existem lanchonetes e restaurantes no interior do parque, além dos vendedores ambulantes de pipoca e caldo de cana que podem ser encontrados próximo dos estacionamentos.

Vista do deck de um dos restaurantes
O antigo Centro de Exposições de Curitiba, criado em 1975, e onde fomos como crianças e adolescentes a diversas exposições temáticas ao longo do ano, passou para a iniciativa privada em 2012, tendo sido renomeado para Centro de Eventos Positivo (o consórcio Positivo + JMalucelli tem um contrato de uso de 25 anos).

Parque de Diversões próximo do Centro de Eventos

Museu do Automóvel de Curitiba


Do outro lado do parque fica o excelente Museu do Automóvel de Curitiba, que vale uma visita. Inaugurado em 1976 e administrado pelo CAAMP – Clube de Antiguidades Automotivas do Paraná – seu acervo (pertencente aos sócios do clube) conta com 74 peças expostas permanentemente, além de outros carros que são “emprestados”, chegando a 150 veículos expostos!




Divididos em 4 categorias, antique, vintage, milestones e classic, mesmo para aqueles que não conhecem muito sobre carros (como eu, Mari) é uma curtição passear pelos corredores e admirar as máquinas... dizer que o Marcos ficou horas admirando e me explicando sobre as raridades expostas ali, é desnecessário!






Entre as relíquias, podem ser admirados um caminhão Ford 1919 (pertencente a Matte Leão), um DeSoto54, uma McLaren pilotada por Emerson Fittipaldi, um Phaenton 812 (a peça mais rara e valiosa da coleção), entre outros.


Central Geradora Hidrelétrica Nicolau Klüppel


Inaugurada em 2019, esta pequena usina hidrelétrica utiliza a água do vertedouro do lago para movimentar a turbina em formato de “Parafuso de Arquimedes”, gerando 21.600 kWh por mês. Esta energia equivale à metade da energia consumida em todo o Parque Barigui mensalmente (aproximadamente o equivalente ao consumo médio de 135 residências).





O nome é uma homenagem ao engenheiro Nicolau Imthom Klüppel, um dos idealizadores do sistema de parques e lagos de Curitiba, que têm por função o controle de enchentes. Morto em 2016, aos 86 anos, Nicolau foi funcionário de carreira do IPPUC, Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba.

 

A “praia do curitibano” é um espaço democrático, gratuito, bonito, seguro e excelente opção de passeio em nossa capital. Mesmo nos dias frios, onde a grama amanhece branquinha por conta da geada, o Parque Barigui é um dos cartões postais mais frequentados pelo curitibano e pelos turistas!

Nossas queridas "capis", super tranquilas, e fazendo pose para foto!

Jardinete República Oriental do Uruguai - o painel é uma homenagem aos nossos vizinhos, destacando pontos importantes de sua história

A Olaria do Parque é um espaço gastronômico e cultural que ocupa as instalações da antiga olaria que funcionava antes de 1972. Hoje sua chaminé e estrutura em tijolo a vista chama a atenção de quem está fazendo as trilhas


Bom passeio!!!