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domingo, 4 de outubro de 2026

Passeando por Curitiba - 15: As Praças bonitas e temáticas da Capital!


Bosque Gutierrez, Mercês

“Praças são logradouros públicos, livres de grandes construções, destinados à convivência, ao lazer e à recreação da população.”

Praças e áreas verdes de Curitiba

A capital paranaense possui mais de 900 praças, parques, bosques e jardinetes registrados na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, totalizando quase 12 milhões de metros quadrados de áreas verdes.

Não é à toa que Curitiba recebe o título de “cidade verde e sustentável”! Estes espaços estão espalhados em toda a cidade e há alguns que são mais famosos...

Aqui vamos apresentar alguns espaços por onde já passeamos.

Praça Tiradentes

Marco zero da cidade. Ao fundo, Catedral Basílica

Considerada a mais antiga da capital, é na Praça Tiradentes que fica o Marco Zero da cidade, bem como a Catedral Basílica de Curitiba.  

Ocupando uma área de 9026 m², o “Largo da Matriz” recebeu a visita do Imperador em 1880, alterando seu nome para “Largo Dom Pedro II” e, após a Proclamação da República, em 1889, passou a ter o nome que usamos até hoje: Praça Tiradentes.

Portal de entrada da catedral


Em 1994 foi reformada com o objetivo de alterar o tráfego central, abrigando terminal de ônibus e também o ponto de partida da Linha Turismo. Em 2008 foram encontrados calçamentos datados de meados do séc. XIX, que podem ser vistos através de um piso de vidro de 119 m².

A praça abriga muitos bustos de personalidades importantes da História do Paraná e do Brasil. 

CONTA A LENDA

O lugar onde a Praça Tiradentes está localizada seria o local escolhido pelo cacique Tindiqüera (da tribo Tingüi) para realocar os primeiros habitantes da região, que estavam acampados às margens do Rio Atuba (onde hoje é o Bairro Alto).

Praça do Japão

Praça do Japão

A Praça do Japão foi construída em homenagem aos imigrantes japoneses que chegaram à capital paranaense a partir de 1910.

Localizada na divisa dos bairros do Batel e Água Verde, ela conta com uma área arborizada de 14mil m² e nela foram plantadas 30 cerejeiras, que na época da florada, enfeitam o lugar, espalhando seu perfume. Além disto, há lagos artificiais espalhados pela área, uma escultura de Buda e uma lanterna esculpida em pedra, doada pela assembleia legislativa de Hyogo, região co-irmã do Paraná, em 1979.




No Memorial da Imigração Japonesa há exposições de arte e artesanato, além de uma lojinha de souvenires. Na Casa de Chá e na Casa de Cultura encontram-se origamis e literatura japonesa, arte floral (ikebana) e poemas (haicai).

Praça Ucrânia


Este pequeno espaço, localizado no Bigorrilho, destinado a homenagear a comunidade ucraniana de Curitiba, foi inaugurada em 1967. O projeto da praça coube ao, então, jovem arquiteto Jaime Lerner!



No espaço de pouco mais de 6mil m², há uma estátua de Tarás Chevtchénko (1814-1861), poeta, pintor, escritor, humanista e figura central do renascimento ucraniano, e na revitalização inaugurada há uns 2 anos foi instalado um piso emborrachado no parquinho infantil, bem como um piso com lindo mosaico tradicional onde às sextas-feiras de tardezinha (das 17h às 22h) acontece uma Feira Gastronômica, com comidas típicas nacionais e internacionais. Nas quartas-feiras, das 11h às 19h há Feira de Artesanato e aos sábados, Feira de Orgânicos (das 7h às 12h).  


Feira Gastronômica

Praça Espanha

Inaugurada em 1955 e com uma área parecida a homônima (Ucrânia), é um espaço cultural que homenageia a colonização espanhola. Nos sábados abriga uma feira de antiguidades e exposição de carros antigos. No Centro Cultural Miguel de Cervantes existe uma biblioteca especializada em literatura espanhola, com mais de 300 livros – Farol do Saber.

 

Mirante Praça Barcelona


Próxima de nossa casa nas Mercês, está localizado este mirante, de onde a vista pra cidade e pra serra se espraiam. Inaugurada em 2025, celebra a cidade de Barcelona e reconhece Curitiba como a “cidade mais inteligente do mundo”, título recebido no World Smart City Award, em 2023.


Este espaço está praticamente interligado ao


Bosque Gutierrez – Memorial Chico Mendes

Ocupando mais de 35mil m², no Vista Alegre/Mercês, foi implementado em 1986 e abriga rica fauna e flora.

Na região havia misteriosos túneis subterrâneos – o local era a chácara do Dr. João Carlos H. Gutierrez, ilustre advogado da época. Meu esposo brincava com os amigos na área e relata que por diversas vezes entraram nos túneis, sem se aprofundar muito, pois eram pequenos e não tinham lanternas (nem autorização dos pais para entrarem), pois era perigoso!

Na mesma área existem relatos que o Pirata Zulmiro, antigo dono da área (por volta dos anos 1890) teria escondido um tesouro. Esta história está contada num livro muito interessante – O Tesouro Pirata da Ilha da Trindade -, do pesquisador curitibano Marcos Juliano Ofenbock, com rico material que prova não só a existência de Zulmiro como coloca os prováveis locais de esconderijo do tesouro... mas esta é outra história!

Existem trilhas pela mata que interligam as ruas do entorno do Bosque e numa delas foi colocado o Memorial Chico Mendes, com painéis onde aparece trecho da carta enviada por Mendes ao juiz de Xapuri (no Acre).

Parque Gomm

Casa do Batel

Sabe aquele lugar que você nunca tinha ouvido falar?? Um dia, fazendo um daqueles passeios de urbenautas em que andamos sem destino certo, nos deparamos com este local bacana, na Batel, nos fundos de um dos Shopping mais chiques de Curitiba – Pátio Batel.

Homenageando a colonização inglesa da capital, o Parque Gomm ocupa uma área aproximada de 2500 m² (uma pequena fração dos 20mil m² originais adquiridos por Henry) e a “casa do Batel” era, também, chamada de Embaixada do Mundo, pois Henry Gomm foi cônsul britânico no Paraná e ali recebeu inúmeras autoridades e realizou muitos eventos.  Por questões comerciais, e o seu tombamento, a casa e bosque foram mantidos, porém em outro local.



UM POUCO DE HISTÓRIA: Nos anos 1910 o empresário inglês Henry Blas Gomm montou um negócio de exportação de mate queimado, em Antonina. Sendo um dos acionistas da Brazilian Lumber Company, a indústria de extração e venda de madeira do interior do PR, ele adquiriu este terreno na capital e lá construiu uma casa, toda em pinho, com 3 andares. Diferente das demais, sua arquitetura era eclética e seguia um padrão do nordeste dos Estados Unidos, com amplas salas e inúmeras lareiras. A curiosidade é que todos os cômodos tinham dois acessos, de modo que a “criadagem” não cruzasse com os donos da casa ou seus convidados. 


Lugares aleatórios

  • ·      Praça Rui Barbosa – mais conhecida por ser um terminal de ônibus (43ônibus e um fluxo diário de 46 mil pessoas, aproximadamente), possui uma Rua da Cidadania e lojinhas com um tudo. Lá, meio escondido e em frente à Santa Casa, existe um monumento em homenagem aos bombeiros.

"Em abril de 1955 iniciou-se a urbanização desta área baldia, parcialmente alagada pelo rio Ivo e ocupada por animais silvestres!" Em 1913 foi inaugurada como Praça da República e renomeada como Rui Barbosa, homenageando o senador, jurista, advogado, diplomata, escritor,... morto em 1923.

Prédio da Santa Casa da Misericórdia: obra finalizada em 1880 e inaugurada pelo Imperador Dom Pedro II e sua esposa, Dona Thereza Cristina, quando vieram à Província do Paraná para dar início à construção da ferrovia entre Curitiba e Paranaguá.

Paróquia Senhor Bom Jesus dos Perdões (1909): neogótico, com torre de 42m de altura, sinos e relógio vindos da Alemanha.


  • ·         Praça Zacarias – criada em 1871, é a praça mais antiga de Curitiba (a praça Tiradentes nesta época era chamada de Largo da Matriz). Por debaixo de suas calçadas passa o rio Ivo, canalizado. O famoso e bonito chafariz que está lá desde 1871 e foi ideia de Antônio Rebouças Filho e as torneiras vieram da Europa. Era um importante ponto de coleta de água onde todos podiam e abastecer.

Detalhe da água com duas cabeças, colocada acima do prédio: originalmente a águia bicéfala ficava no alto do Edifício Acácia - símbolo da maçonaria, pois ali ficava a loja e Museu Maçônico Paranaense (1919) 

  • Praça Santos Andrade - conhecida por ser a praça que fica em frente à UFPR e ao Teatro Guaíra, é também usada como terminal de ônibus e local para feiras sazonais (Natal, Páscoa). Recebeu este nome em 1901, em homenagem ao então presidente da Estado. Foi urbanizada e estruturada em 1922, recebendo obras de infraestrutura e ajardinamento por ocasião do centenário da independência do Brasil. 
Teatro Guaíra, ao fundo

UFPR, na Praça Santos Andrade (início da construção em 1910)

  • ·          Relógio localizado na Av. Luiz Xavier, na Praça Osório: algumas pessoas não sabem, mas o comecinho da Rua XV fica ao lado da Avenida Luiz Xavier e é a "menor avenida do mundo"! Com seus 50m de extensão, ela liga a Rua XV à rua Ébano Pereira e era conhecida por ser local da Boca Maldita! 
  • O relógio instalado em 1914 pelo então prefeito Cândido de Abreu não tinha serventia, pois o mecanismo só veio da Alemanha depois da 1ª Guerra, em 1918! 

  • Alameda Prudente de Morais - novo point de barzinhos e vida noturna, é um polo gastronômico da cidade. 




Lindo mural retratando locais turísticos da cidade, destacando os "Caramelos", localizado na Travessa Monteiro Lobato


  • Praça General Werner Gross: diz a lenda que esta paineira gigante com cerca de 35m de altura foi plantada em 1721 pelo Ouvidor Pardinho. Tombada pelo Patrimônio Cultural do Paraná, em 1974, esta linda árvore está no bairro Bom Retiro, na R. Desembargador Hugo Simas com a Rua Valentim Trevisam. 

O professor e cientista curitibano Werner Gross tornou-se general em 1961 e atuou como professor de Física Nuclear na UFPR e como coordenador da Comissão Nacional de Energia Nuclear em SP. Foi membro do Centro de Letras do Paraná e do Centro Positivista do Museu David Carneiro.


Visitar Curitiba, passear por suas ruas, alameda e avenidas é uma descoberta! Cada cantinho tem um significado. 
A cidade tem problemas e muitos desafios, mas não se pode negar: é uma belezura!!! 

Quando vier pra Curitiba - Chuvitiba - aproveite para desfrutar de seus logradouros públicos espalhados por todos os cantos! 

Grande abraço!


segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Passeando por Curitiba - Museus da Cidade: 14 - Museu do Holocausto

 


Nossa história de vida, minha (Mari) e do Marcos, está intimamente ligada à II Guerra Mundial, uma vez que um de nossos avós era judeu (pelo lado materno).  Assim, visitar este Museu faz parte de nossa trajetória e pertença aos laços familiares.

Museu do Holocausto

A inauguração do primeiro Museu do Holocausto no Brasil, em 2011, teve por principal objetivo lembrar e não esquecer!



A partir de histórias trágicas, contadas pelos sobreviventes ou seus descendentes, o local é uma ferramenta educativa poderosa para compreender o Holocausto, a transmissão de valores universais e propõe a discussão abrangente sobre o preconceito e a violência ao longo dos séc. XX e XXI.



Painel com crimes contra a humanidade cometidos ao longo do século XX



Instalado junto ao Centro Israelita do Paraná, o Museu do Holocausto de Curitiba une os eixos de educação, memória e pesquisa, concebendo um espaço voltado à Shoá, semelhante às instituições internacionais ligadas ao tema (United States Holocaust Museum, em Washington, ou o Yad Vashem, em Jerusalém).



Muitas das peças expostas foram doadas por membros da comunidade e as investigações iniciais foram coordenadas pelo Prof Dr. Sérgio Feldman, ex-colega de profissão, com quem trabalhei na EIBSG*.

*Como muitos sabem, Marcos e eu (Mari) somos professores de profissão. Eu me aposentei após 31 anos de magistério, como professora de Matemática de Fundamental II e Ensino Médio. Entre as muitas instituições de ensino onde tive o privilégio de ensinar está a EIBSG – Escola Israelita Salomão Guelmann – onde permaneci atuando por 14 anos e me desliguei em 2008.

Aproveitamos para rever os ex-colegas de profissão, dando um pulo na Escola!!! Dar uma abraço na Verinha  foi mais que especial!!! 

Mais do que ensinar Matemática e Desenho Geométrico, foi ali que aprendi muito sobre a cultura judaica, sobre a história do povo hebreu/judeu e seus costumes, culinária e tradições. 

O Museu fica próximo do Centro Cívico, do Bosque do Papa, do Museu do Olho e da Prefeitura de Curitiba.

Homenagem às vítimas do ataque de 7 de outubro de 2023, liderado pelo Hamas, e que resultou na morte de cerca de 1200 pessoas, em sua maioria, civis!!! 
"Um povo que não conhece sua história está condenado a repeti-la." George Santayana

Horário de funcionamento

A visitação ao Museu é gratuita, mas o agendamento prévio é obrigatório. Para realizar este agendamento, deve-se entrar no site oficial do Museu do Holocausto (museudoholocausto.org.br).

- Segundas, terças e quartas-feiras: das 8h30min às 11h30min e das 14h30min às 17h30min.

- Sextas-feiras: das 8h30min às 11h30min

- Domingos: das 9h às 12h

Sinagoga Beit Yaacov, anexa ao Museu

Programe-se e aproveite para conhecer a história, de modo a não a repetir!!! Bom passeio!

 

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Passeando por Curitiba - Museus da capital: 13 - Museu Ferroviário

 

Fachada da antiga Estação Ferroviária - atual Museu

Museu Ferroviário no shopping??? Aqui, em Curitiba, tem.

Passear em shopping, num dia de frio e chuva, faz parte da “praia curitibana”! Se ainda dá pra curtir um pouco da história da cidade, melhor ainda!!!


Antiga bilheteria

O Museu Ferroviário está localizado na antiga Estação Ferroviária de Curitiba - hoje Shopping Estação, considerada a porta de entrada da capital paranaense entre 1885 a 1972! Marcos e sua família, bem como meu avô e CIA, costumavam comprar aqui os tíquetes para a viagem de trem pra Morretes ou pro Marumbi, naquela época!!!

Estes tíquetes eram de feitos de papelão, com aproximadamente 8 cm de comprimento e 3cm de largura e eram perfurados pelo guarda-freio dentro do trem, durante a viagem!!!


O museu foi inaugurado em 1982, recriando o ambiente e o funcionamento da antiga ferroviária.

Acervo



O acervo inclui mais de 600 itens da Rede Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), como mobiliário, telefones, telégrafos, relógios, apitos, chapéus, sinos entre outros itens. Também possui uma biblioteca com livros de registro dos funcionários da ferrovia.

Do lado externo, dentro do pátio da área de alimentação do shopping, está uma antiga locomotiva a vapor e um vagão de trem que abriga o Expresso Estação, com exibições imersivas sobre a ferrovia que liga Curitiba a Paranaguá.


Um pouco de história

A ferrovia que liga Curitiba a Paranaguá foi inaugurada em 2 de fevereiro de 1885. Foi D. Pedro II que lançou a pedra fundamental de sua construção, em 1880, e que foi administrada e realizada sob a responsabilidade de uma empresa belga – Societé Anonyme de Travaux Dyle et Bacalan – e os engenheiros Antônio Ferrucci e João Teixeira Soares, contando com a mão de obra de imigrantes poloneses, alemães, italianos e operários remunerados – foram 9000 trabalhadores envolvidos no projeto.


CURIOSIDADES

A pedido dos irmãos Rebouças, engenheiros que planejaram a ligação ferroviária a partir de 1865, não foi utilizada mão de obra escrava (até porque D. Pedro II não era escravagista!).

Em 1870 Antônio Pereira Rebouças Filho, junto com sócios, solicitaram uma Concessão Imperial para a construção da ferrovia que ligaria Antonina (onde já havia um Porto, construído pelo Conde Matarazzo) a Curitiba, porém não conseguiram concluí-la dentro do prazo de 2 anos e tiveram dificuldades financeiras, assim, cederam os direitos de construção para o Barão de Mauá, que também não deu conta da obra.


Portanto a obra recebeu mais uma uma Concessão Imperial e a partir de 1880 a empresa belga deu cabo do projeto, ligando não mais Antonina, mas Paranaguá à Curitiba.

Com cerca de 110km de extensão, o trajeto que cortou “a muralha” (Serra do Mar) possui 13 túneis (o maior com 457m de extensão) e dezenas de pontes e viadutos (30), dos quais destacam-se o Viaduto Carvalho e Ponte São João. As pontes e viadutos de aço vieram da Bélgica, somando 500 toneladas de ferro, construídos sem uso de máquinas e sob condições climáticas adversas!

Maquete da Ponte São João

Maquete do Viaduto Carvalho

A estrada está sendo administrada pela Rumo Logística – ALL, com transporte de cargas e trem turístico operado pela Serra Verde Express.

Antes da ferrovia, o único acesso de ligação entre o litoral e o planalto era a Estrada da Graciosa, inicialmente uma picada/trilha aberta pelos indígenas e que posteriormente foi calçada.

Quando houve a inauguração da estrada de ferro, os carroceiros e trabalhadores ligados ao transporte de cargas via tração animal fizeram protestos!!

 


A erva-mate foi uma das molas propulsoras de crescimento do Paraná

Horário de funcionamento e localização

O Museu do Ferroviário está localizado dentro do Shopping Estação, no bairro Rebouças, próximo da atual Rodoferroviária de Curitiba e também do Mercado Municipal, na Av. Sete de Setembro.

Praça Eufrásio Correia e Shopping Estação, ao fundo. A praça, inaugurada em 1880, era conhecida por Largo da Estação - foi tombada como Patrimônio Histórico do Estado do Paraná em 1986. 


O Chafariz, instalado por volta de 1913, foi importado da renomada fundição francesa Val d'Osne e mostra uma Ninfa no topo e três esculturas na base, representando um tritão e duas nereidas, num total de 4,69m de altra

Funciona de 2ª a quinta-feira, das 10h às 22h; sextas e sábados, das 10h às 23h e domingos e feriados, das 11h às 22h, tendo entrada gratuita.

"Memórias da Cidade"

Ali próximo do Shopping Estação, na Travessa da Lapa, há mais uma atração curiosa de nossa cidade. Trata-se de uma coleção de painéis em azulejo, detalhando pontos turísticos da capital. 

Trata-se de um mural de 40m de extensão, ao longo da Travessa, quase esquina com a Rua Mal. Deodoro, feito com 18 quadros em azulejos pintados por diversos artistas urbanos.




As técnicas utilizadas pelos artistas - a maioria grafiteiros e tatuadores - incluem desenhos a lápis caneta esferográfica preta, naquim e ainda colagem (utilizada pelo artista Paulo Momm para substituir o motorista de um ônibus urbano da década de 50 por Carlitos, de Charles Chaplin). 




O Painel Memórias da Cidade retrata a história arquitetônica de Curitiba com imagens de edificações e parques do fim do  séc. XIX e início do séc. XX, acompanhadas de textos explicativos.