Viagem Família______________________________________

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domingo, 11 de setembro de 2011

Familia LEP na Serra Gaucha - 11-Set-2011

O domingo prometia ser bem animado, pois o sol estava bem forte no céu. Primeiro nos despedimos da Família Fiodi que estava de partida para Curitiba depois de umas excelentes mini-férias realizadas na Serra Gaúcha.

Café com a Família Fiodi, em Bento Gonçalves 
Também fechamos a conta do hotel, pois não tínhamos ideia de ficar mais uma noite em Bento Gonçalves. Nossa intenção inicial era, inclusive, pernoitar em Lajes e descer no dia seguinte a serra do Corvo Branco e subir para Curitiba pela BR101, mas descartamos essa opção depois que soubemos das chuvas fortes que ocorreram no Vale do Itajaí nos últimos dias.

Pedro "tocando" a velha Máquina do Trem da Uva
 O primeiro passeio do dia foi andar na antiga Maria Fumaça entre Bento Gonçalves e Carlos Barbosa, o trem da "uva". Chegando na estação, fomos recebidos com muita música, alegria e muito vinho. Todos os passageiros recebem taças para a degustação. Todo mundo tem que levar a taça consigo porque voltarão a usá-la na próxima parada, em Garibaldi. Mas até chegar lá, nenhum de nós três ficou parado. Teve dança e
até teatro em pleno trem. Tutti italiani. Tutti buona gente. O passeio é rápido e depois volta-se de ônibus.

Luiz e Pedro na Maria Fumaça



Edu tomando um "bicchiere" de vinho em Garibaldi

Festa no Trem !!!
Na sequência, já em Bento Gonçalves, fomos a um parque temático chamado "Epopéia Italiana". Trata-se de um grande galpão de 2.000 m² onde conta-se a história de Lázaro e Rosa, um casal de imigrantes italianos. Para isso foram montados nove ambientes que retratam aspectos que vão desde a vida na Itália, passando pela viagem ao Brasil, e por fim, a adaptação no novo continente. Um grupo de atores bem divertidos passam as mesmas emoções que outrora os imigrantes italianos tiveram.  Obviamente não passamos despercebidos e a Edu foi escolhida para levar o saco de farinha de milho para depois fazer a polenta. Foi muito divertido. No final tomamos bastante vinho, suco de uva e fizemos uma foto de época com a fotógrafa Marlene.


Entrada da Epopéia Italiana

"Rosa" e Edu Polenteira
Da estação de trem de Bento Gonçalves até o início do Vale dos Vinhedos não dá 5 minutos de carro. O Vale dos Vinhedos está no encontro dos municípios de Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul.


Pedro na Entrada do Vale s Vinhedos
Nele se pode observar o casario e o legado cultural e gastronômico dos italianos e também as novas tecnologias para a produção da uva e vinhos que foram implantadas ano após ano. Num curto prazo de tempo pudemos aprender muita coisa sobre enologia. Nossa primeira parada foi na Michele Carraro (Reserva da Cantina), onde conhecemos a simpática Mari. Ali degustamos nossos primeiros vinhos. O Pedro, obviamente, ficou no suco de uva.

Vinicola Michele Carraro
Depois paramos na Miolo, que possui um centro de visitação imponente e extremamente bem preparado. A enóloga Priscila nos mostrou as varias etapas de vinificação. Conhecemos as pipas, os grandes tonéis de carvalho e, no final, numa sala muito apropriada, experimentamos uma variedade de vinhos e espumantes.

Luiz curtindo a Miolo
Depois passamos na Cavaleri Vinhos Tintos. Lá fomos recebidos pela Maristela e experimentamos mais alguns espumantes.


Experimentando mais um, na Cavaleri
Por último, passamos na Casa Valduga. Infelizmente a última visita já tinha acontecido, mas de forma muito bacana, o enólogo Giovani explicou e permitiu experimentar vários vinhos da casa. Foi muito bom. Ficou para uma próxima acompanhar a "sabragem" que normalmente é aplicada na Valduga para abrir espumantes utilizando-se de um sabre. O Leandro e a Denise, que estiveram por lá alguns dias antes, puderam presenciá-la.
Giovani e Luiz na Casa Valduga
Decidimos, então, dormir na cidade de Antônio Prado, e para chegar lá tínhamos a possibilidade de passar pelo "Caminho de Pedra". O "Caminho de Pedra" é um roteiro de apenas 7 km que passa por 28
construções em pedra e madeira. Tem um série de estabelecimentos curiosos ao longo de uma antiga "linha"(como é chamada uma pequena estrada): casa de massas, casa de teares, erva-mate, produtos de ovelha, cantinas, casa do tomate, etc etc. Todos os estabelecimentos tem uma numeração para facilitar o "visitante". Paramos de cara na "Casa do Tomate e do Refrigerante", onde uma Sra. muito simpática, disparou a explicar o "Caminho de Pedra", aonde ficava o quê, o que era original, o que foi construído agora, etc e tal. Seu nome era Maristela e aproveitamos e compramos inúmeros produtos à base de tomate:
bala, molhos, temperos, doces e até sorvete!

A simpática Maristela com a Familia LEP
Depois, como já era domingo e final de tarde, os demais estabelecimentos já haviam encerrado o expediente, entretanto conseguimos pelo menos fotografar a beleza de suas construções. Obviamente teremos que retornar algum dia para desfrutar daquele belo lugar que lembra cenários da velha Itália.


Um das locações do filme "O Quatrilho" - Caminho de Pedra
Seguimos em direção a Antônio Prado, margeando outras cidades próximas dali : Farroupilha, Caxias, Flores da Cunha. A sinalização quando existe não ajuda muito. Mas depois da ajuda de alguns frentistas chegamos em Antônio Prado. Já lá, nos instalamos no hotel Piemonte e fomos procurar um restaurante. Encontramos o Restaurante Tradição aonde traçamos um "a La Minuta" muito bom. (para quem não sabe o "a la Minuta" é um prato simples e rápido, invariavelmente composto de arroz, fritas, ovo, alface e tomate).

Antonio Prado à noite
Foi muito bom chegar em Antônio Prado, a cidade é muito calma e o casario de madeira à noite estava bastante iluminado.

sábado, 10 de setembro de 2011

Familia LEP na Serra Gaucha - 10-Set-2011


Edu e Pedro derretendo no Chocolate
Logo cedo a primeira coisa que fizemos foi visitar um das inúmeras lojas de chocolate Florybal. A tradição do chocolate caseiro de Gramado e Canela pode ser vista em várias fábricas de chocolates espalhadas entre as duas cidades.

Cervejaria Farol - Canela / RS
Na sequência ligamos para a cervejaria Farol para uma pequena visitação. Esta cervejaria fica em Canela e foi reaberta ao público no dia 09 de Setembro. Fomos muito bem recebidos pelo proprietário do local, Mateus, que explicou o funcionamento da micro-cervejaria. Na própria cervejaria existe um Farol, o qual nós subimos: de lá foi possível ver Canela, Gramado, S.Francisco de Paula e Caxias do Sul. O Mateus é mestre cervejeiro formado em Vassouras, Enólogo formado em Bento Gonçalves e de que quebra fez Engenharia de Alimentos. Desta forma, é de se apostar que o local tem tudo para crescer nos próximos anos.

Mateus e Luiz na Cervejaria Farol em Canela/RS
Depois de um chopp muito bom (experimentamos a Pilsen e a Weiss) partimos para o Parque da Ferradura, mas depois de 20 km descobrimos que ele se encontrava fechado para reformas. Pena que não colocaram um placa sinalizando este fato na pequena estrada que leva até lá. Para não perder a viagem, resolvemos parar no Castelinho Caracol e também no Parque do Pinheiro Grosso, onde existe uma Araucária de 700 anos, sendo necessário cerca de 8 homens para conseguir abraçá-lo. O parque foi reaberto recentemente e está bem estruturado, embora tenhamos achado um pouco caro o ingresso.
Família LEP no Castelinho Caracol (desde 1915)

Edu e Pedro no Parque do Pinheiro Grosso
A próxima atração que visitamos foi o Museu do Chocolate Prawner, que não é exatamente um museu, e sim, uma pequena exposição de fotos e maquinários antigos espalhados pela loja.

Chocolates Prawner (nada mudou desde 1993)
Queríamos ir no ZOO de Gramado, mas achamos que não tínhamos tempo para uma boa visita então decidimos ir no Parque Knorr - Aldeia do Papai Noel. Quando estivemos em Gramado, em 1993, o Parque Knorr era apenas um grande espaço verde com a antiga casa da família Knorr no meio. Foi muito interessante ver que agora todo espaço é voltado ao período natalino e até o bom velhinho nos recebeu na casa dele em pleno Setembro. O parque conta com renas de verdade, neve artificial  e encanta as crianças e agrada os adultos.
Casa do Papai Noel no Parque Knorr (Gramado/RS)
Neve !!! (Parque Knorr - Gramado / RS)
Depois de uma passada rápida pelo Lago Negro, onde constatamos que os moradores de Gramado utilizam o parque para relaxar, pois era grande o número de pessoas com esteiras, toalhas e cadeiras de praia. A grande dica ali é pegar um pedalinho e descansar.
Edu com os pedalinhos do Lago Negro
No final do dia, pegamos a estrada em direção à Nova Petrópolis, Feliz, Bom Princípio, até chegar em Bento Gonçalves.
Bento Gonçalves / RS
Durante o caminho curtimos a beleza da serra. Optamos ficar no hotel Dall Onder Vitoria, pois nossos amigões Leandro, Denise, Rebeca e Isa estavam todos lá.

LEPs e Fiodis no Jantar Temático Gaúcho
Para terminar o dia fomos todos num jantar típico gaúcho onde o grupo "Rastros do Tempo", acompanhados dos músicos do "Os Gaúchos da Maria Fumaça" fizeram uma bela apresentação da cultura típica do Rio Grande do Sul.


Rastro do Tempo - Tango das Bandas de lá..

Apresentação do Folclore Gauchesco
Luiz, Feijão e Leandro


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

LEP na Serra Gaúcha - 08-Set-2011

Adoramos o restaurante Cantinho do Pescador, em Torres. Todo pessoal do restaurante é muito atencioso e sobrou comida. O forte foi a casquinha de siri, porção muito generosa. Para encerrar o dia,  eu e o Pedro caímos na água da piscina térmica do hotel, cujo funcionamento se estendia até 22h.
Pedro entre 2 estados
No dia seguinte,  São Pedro não perdou a gente! Água. Muita Água! Nada que um casaco impermeável e um bom guarda-chuva não resolvessem a questão. Fomos visitar a ponte pênsil que liga Torres a Passos de Torres, unindo os dois municípios e também os dois estados vizinhos.  Foi muito bom lembrar quando estivemos por aqui em 1995, com o papai Wilson Wassem e a Dona Zenaide. O Pedro curtiu bastante. Logo em seguida já pegamos a BR101 por Passo de Torres, encurtando o caminho em direção a Praia Grande-SC, onde chegamos rapidamente para conhecer a região dos Canyons.
Luiz com o prestativo Marcelo
Em Praia Grande, conhecemos o centro de informações turísticas muito bem preparado, onde a atendente Clésia nos entupiu de informações e folhetos. Por sorte, naquele instante estava por lá um habitante da região, que largou da profissão de guia de turismo para se aventurar como caminhoneiro. Seu nome é Marcelo e nos passou dezenas de dicas sobre as belezas da terra dos Canyons. O Canyon de Itaembezinho fica no Parque Aparados da Serra e seu nome vem do diminutivo de Itaembé que significa “pedra cortada”. Poucas horas mais tarde descobrimos que os índios estavam certos na escolha do nome. Para chegar lá, percorremos cerca de 25 km de subida por estrada de chão, chamada de Serra do Faxinal. A estrada é muito bonita, com vegetação exuberante e muitos pinheiros. Adoramos!
Familia LEP no topo da Serra
Logo depois entramos no parque cuja entrada é cobrada. Naquele momento caiu uma tromba d’água e 5 minutos depois parou de chover. Foi muito oportuno porque fizemos a trilha do vértice que mostrou o maravilhoso canyon e duas de suas cachoeiras. Ficamos empolgados e fizemos então a trilha do cotovelo. Mas nesta não tivemos a mesma sorte. Tivemos que andar cerca de 6 km, mas a cerração não permitiu desfrutar da vista de cima do canyon. Nota: achamos os guarda parques extremamente despreparados. Nenhum sabia dar a informação direito, sequer sabiam aonde ficavam os locais que fomos. Absurdo. Um deles inclusive me disse que tem preguiça de andar (hahaha... essa foi boa...).
Itaembezinho pela trilha do Vértice 
Saímos, então, do parque e seguimos em direção à Canela e Gramado, passando por 2 belas cidades: Cambará do Sul, com seu belo casario e São Francisco de Paula. Rapidinho estávamos alojados em Gramado, num hotel que fica exatamente na divisa com Canela. Hotel Pousada Aconchego da Serra. O hotel é bom, bonito e barato. Não tem muitas opções de lazer, mas tem, pelo menos, internet e uma ótima calefação que foi providencial para a gente colocar para secar todas as roupas que molhamos no Itaembezinho.
Alojados, fomos jantar no restaurante “La Famille de Gazon”, que serve uma maravilhosa sequencia de fondue: Queijo, Carne e Chocolate. O restaurante tinha uma ótima música ao vivo com o músico  Seti. Nos fartamos de comer bem e fomos então dar um giro em Gramado (rua coberta e as atrações na Av. Borges de Medeiros) e depois Canela, para ver as inúmeras cores da Catedral de Pedra.
Fondue de Luiz na Pedra
Dia completo ! Amanhã tem mais Serra Gaúcha!

LEP na Serra Gaúcha - 09-Set-2011

Hoje descobrimos várias coisas sobre a Serra Gaúcha, mas a principal é que o tempo muda de uma hora para outra por estas paragens. Amanheceu chovendo muito e de tal forma, que somente às 10 da manhã tivemos coragem de sair do hotel pousada. Como de cima só vinha água então resolvemos fazer roteiros indoor e aqui em Gramado e Canela opções não faltam. Fomos no Mundo à Vapor que ficava muito próximo do hotel. O local agrada logo de cara, pois tem uma réplica de uma locomotiva despencada ainda fora do prédio. Lá tem várias maquetes e pequenos sistemas que explicam a capacidade humana de gerar energia ou facilitar indústrias  através de máquinas a vapor.  O mais impressionante é a menor fábrica de papel do mundo.
Quando saímos do galpão que abriga o Mundo à Vapor, uma grata surpresa nos esparava: Sol. Muito sol. Obviamente mudamos os planos e partimos logo para o Parque Caracol. A cascata do caracol, sua principal atração, é extremamente linda. Com as chuvas dos últimos dias a quantidade de água era bem boa e bem maior do que da última vez que estivemos por lá, em 1993. Infelizmente, a escadaria de acesso à base da cachoeira estava em reformas. Optamos, então, por subir até o observatório ecológico onde, com um elevador panorâmico, é possível ver a beleza do local um pouco mais ampla. Do lado de fora do parque existe um teleférico que conduz ainda mais alto e com uma vista frontal da cachoeira. Optamos não ir  para poder aproveitar melhor o dia. 
Fomos, então, para o Mini-Mundo. Muito bonito como sempre. O Pedro realmente adorou o lugar e bateu um monte de fotos. Lá fizemos um lanche de arrepiar. Torta alemã, ApfelStrudel e mais uma tortinha de limão de quebra. Entre outras coisas, descobrimos que existe uma cidade suíça, chamada Wassen, com igreja homônima. Tal igreja está representada no Mini-Mundo, assim como dezenas de outras.  Descobrimos, aind, ,que bem breve  o Mini-Mundo será ampliado permitindo uma maquete do Jardim Botânico de Curitiba.
Pedro no MiniMundo da Família Hoppner
Do Mini-Mundo, paramos o carro no Belvedere do Vale do Quilombo e depois prosseguimos para o Alpen Park. Simplesmente um parque para pessoas com muita adrenalina. Descemos o trenó e a tirolesa. Logo que fechou o parque fomos numa loja de chocolate (coisa que todo turista que se preze e que  vai para Gramado/Canela tem que fazer...).  A loja era a FloryBal, cheia de maluquices para atrair a clientela, mas o chocolate estava muito gostoso.
Luiz e o Pedro radicalizando no trenó
Para encerrar o dia fomos comer um galeto a primo canto. Escolhemos a Galeteria Mamma Mia. Muito bonita e boa, por sinal. Chegamos cedo e negociamos um bom desconto para o Pedro. A galateria servia muita coisa italiana, além de um  bom vinho caseiro. Depois do jantar fomos para  o hotel descansar... beijos
Ahh.. sobre as outras coisas que aprendemos sobre os gaúchos: a impressão que tivemos daqueles que moram por estas bandas: não vi quase nenhuma grande segurança (portões, concertinas, grades) na maioria das casas. Outra coisa: incrível como eles são generosos no trânsito. Aqui não dá para ficar estressado! Ou dá para ficar estressado, depende do teu estado de espírito.
Vale do Quilombo - Vista do Belvedere da Av.Hortencias

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

LEP na Serra Gaúcha - 07-Set-2011

Acordamos às 07h15'. O café da Pousada Maré Mar estava muito bom e quentinho...importante para o desafio de encarar o frio e observar as baleias.

Logo em seguida caminhamos alguns metros e já estávamos na base da operadora Turismo Vida, Sol e Mar, onde fomos recepcionados calorosamente pela Nuben.

Fomos os primeiros a chegar e logo de cara conhecemos dois gatos. Adivinhem o nome deles...Alemão e ....Negão !!! isso mesmo, conheci um autêntico “negão”.

Negão e Luiz

Assim que o grupo todo estava reunido, a bióloga Paola proferiu uma pequena palestra sobre as baleias Francas e nos passou algumas orientações sobre o passeio embarcado.

Todo ano as baleias francas migram da Antártida para águas mais quentes para procriação e cuidados com os bebês baleias.


Pedro e seu amigo Franco
A gestação da baleia franca dura um ano e ela amamenta seu bebê por um ano também...isso faz com que ela tenha um filhote a cada três anos e apenas um por gestação.

No nosso passeio vimos 8 mamães com seus bebês e mais uma baleia solteirona.



Show das Baleias em Garopaba-SC
O pessoal da Vida, Sol e Mar é muito bom! Pensam em todos os detalhes, como: roupas impermeáveis para todos, Dramin, água, toalhas para secar os pés e um gostoso café no final do passeio.

Parabéns à equipe do Sr. Henrique!


Devidamente preparados pela Vida, Sol e Mar
O inusitado é que no nosso passeio estava também uma equipe de reportagem da TAM (Cassio, Marcel e Leonardo) que fez uma matéria que será exibida nos voos da TAM, a partir de out/2011. Essa reportagem também poderá ser vista no Youtube (Youtube/TAM).


Pedro será visto em Outubro nos voos da TAM
Na saída, passamos no IBF (Instituto Baleia Franca)...muito legal !

Agora, pé na estrada até Torres! Muita chuva e paciência com os inúmeros desvios por conta da interminável duplicação da BR101.


Praia de Itapeva - Torres - RS
Mas, eis que Bah!!! Chegamos em Torres por volta das 16h e fomos direto para o Parque da Guarita. Mas antes demos um giro com o Abutre na praia de Itapeva.

O Parque da Guarita é muito bonito e possui formações basálticas afloradas em plena praia. Fantástico!


Parque da Guarita - Torres/RS
Na sequência nos hospedamos no De Rose Praia Hotel, o mesmo em que a família Fiodi se hospedou há alguns dias (mas isso é outra história...).

Agora vamos jantar, seguindo a dica da Patricia (do De Rose Hotel), no restaurante Cantinho do Pescador, ao lado do Rio Mampituba, que separa Santa Catarina do Rio Grande do Sul.


De volta ao Rio Grande do Sul

terça-feira, 6 de setembro de 2011

LEP na Serra Gaúcha - 06-Set-2011

De CWB a Garopaba

O dia começou muito cedo. 06h30' e o Lincoln já estava lá em casa para me dar carona até o banco, afinal o Abutre iria ficar quietinho até a Edu me pegar na saída do trabalho.

E já que estamos falando de trabalho, agradeço aqui ao meu líder, Vili, que compreensivamente batalhou e concordou com a minha proposta de pequenas férias em Setembro. O HSBC permite que seu funcionário no mês do seu aniversário tire uma pequena folga, combinei então de tirá-la em Setembro, junto ao feriadão que sempre ocorre em Curitiba por essa época. Em outros tempos tenho certeza que isto não seria possível. Não posso tambem deixar de agradecer aos demais colegas que para que eu pudesse viajar, obviamente teriam que carregar um maior fardo. Chega de trabalho... agora vamos ao que interessa: quilometrar. Esse termo eu uso quando quero ficar quilometros de distância do trabalho....rsrsrs

A Edu chegou às 15h30' como combinado e como grata surpresa percebo a minha comadre Josimeire dentro do carro. Legal! Iríamos levá-la até Floripa, onde ela reside. Choveu pra caramba até lá. E pelo caminho colocamos o papo em dia. Falamos sobre muita coisa, mas invariavelmente o papo caía na Disney, já que em outubro, ela, o André e a Sofia irão para lá. Demos muitas dicas. Aliás, resolvi que preciso escrevê-las. Colocar aqui no viagem em familia ou, quem sabe, num pequeno pocket-book a ser publicado no futuro. E como sempre as dicas não são nada mais do que o óbvio, o problema é que teimamos de ver o óbvio como um bom amigo. Afinal, você tem algum amigo que se chama "Óbvio"? É Óbvio que não...

Meire entregue (literalmente no meio da estrada...rsrs) continuamos nosso rumo até Garopaba. Para não perder o costume na saída de Floripa, erramos e entramos em Sao José. Eh lasquera... Mas o tomtom nos salvou e rapidamente voltamos para estrada.


Meire e Pedro
De Floripa até Garopaba a BR101 tá toda em obras. Mas eu lembro que quando voltamos da viagem de Ushuaia e passamos por ali, em 2009, estava do mesmo jeito... Vontade de matar os nossos governantes. Chuva e estrada simples com trechos duplicados. Sinalização péssima, asfalto ruim e tivemos que parar para entender a entrada que o tomtom insistia que já havia passado. O mapa do TomTom tambem é uma M... as vezes. Resolvido o impasse, depois de muitas lombadas e pardais (isso os governantes não esquecem) chegamos à Garopaba.

Rapidamente achamos a nossa pousada : MareMar. Escolhemos um apartamento térreo para não fazer força com bagagens e fomos jantar. Como era fora de temporada e chuvendo bastante tudo estava com cara de cidade fantasma. Achamos um restaurante chamado Massaroca que servia rodízio de massas a baixo custo. Só isso já era suficiente para nos conquistar..rsrsrs. As massas eram o raspo do tacho segundo o garçon que disse que o movimento havia sido grande naquele dia (será que fantasma gosta de nhoque?) Bem... papo vai, papo vem, o garçon Giovanni me contou que o seu avô, seu bisavô, e também seu pai eram pescadores de baleia na época que matá-las era uma fonte de renda da região. Disse que era pescador de dia e de noite, garçom, e graças a Deus me deu a noticia de que embora estivesse chovendo o mar estava calmo para o possível passeio que iríamos fazer na manhã seguinte. Ele mesmo havia, de manhã, presenciado 5 baleias Francas e de quebra uma Minke. Papo de pescador? Não sei, só amanhã saberei.



Rodizio de Massa, no Massaroca
Agora vou dormir, pois já são quase meia-noite.... Vou sonhar com baleias, espero que não me apareça a Wilza Carla. Boa noite.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Adventure Sports Fair - São Paulo

Portão de Entrada da Adventure Sports Fair

Adventure Sports Fair - São Paulo - 13 de agosto de 2011

Neste final de semana que passou, participamos novamente da Adventure Sports Fair, em S. Paulo, e que já está na sua 13ª edição.  Neste ano ela realizou-se no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera no centro de São Paulo, como há alguns anos atrás, diferente do ano passado em que foi no Anhembi ou anos anteriores, no Pavilhão Imigrantes.



Esta feira tem como objetivo a divulgação de produtos, atividades, empresas e outros afins dirigidos a empresas e público em geral para permitir e incrementar negócios, conhecimento e contatos para todos que atuam ou se interessam pelos esportes radicais, de aventura e turismo.
O ingresso custou, este ano, R$ 17,00 - valor que não pagamos, pois como somos sócios da BAS (Brazilian Adventure Society) e temos desconto de 50%. Nos outros anos em que frequentamos a feira recebemos convites de nossos amigos aventureiros expositores, mas neste ano, devido a uma falha na organização do evento pela empresa responsável, muitos deles optaram por não comparecer ou então acabaram aderindo 2 a 3 dias antes do evento acontecer, gerando grande confusão para todos.
Outro fato negativo foi a volta do evento para o Ibirapuera, local que, por ser um parque utilizado pelos paulistanos para lazer e esportes, acabou concentrando um número muito grande de pessoas no local, principalmente no que tange a questão do estacionamento dos veículos, pois todos que estacionam dentro do parque são obrigados a usar cartões de estacionamento com tempo restrito. Estacionamentos semi-clandestinos pipocaram nas imediações cobrando valores que lhes interessavam, não transmitindo segurança nem garantias.

Também notamos uma falta de organização na receptividade aos visitantes, pois não havia um ponto ou balcão de informações o que nos levou a percorrer diversos locais para encontrar nossos acessos e ingressos como convidados. Também não havia recepcionistas fluentes em idiomas estrangeiros, pois presenciamos ingleses completamente perdidos e que só conseguiram se encontrar no local após nós, do ViagemFamilia (que estávamos por perto), intermediarmos a situação: lamentável!
Após conseguirmos entrar, começamos a visita que, para nós viajantes aventureiros, sempre é um grande prazer, pois reencontramos, todos os anos, nossos pares e amigos de aventura e fazemos novos amigos que seguem a mesma vontade. Também nos interessa conhecer e aprender novas técnicas e equipamentos bem como fazer novos contatos profissionais e técnicos.


Rampa entre o primeiro e segundo piso
O Pavilhão da Bienal do Ibirapuera possui diversos andares e a feira estava concentrada nos três primeiros. No inferior, lojas de equipamentos, roupas e acessórios e veículos. No segundo piso, alguns esportes como "slack line", escalada, aventura em bike e 4x4 e muitas lojas, e finalmente o piso superior, agencias de receptividade turística dos estados, países e também dos outros esportes populares como futebol (com ênfase para a Copa do Mundo), tênis, basquete, artes marciais, ginástica, jogos de salão(???) e mais lojas de outras necessidades.

 Enfim, procuramos nos concentrar no que nos interessou que eram destinos de turismo de aventura e relacionados com nossos interesses, como equipamentos, vestuário e produtos e serviços voltados a esportes de aventura. Havia um interessante Museu da Bicicleta montado pela Caloi com diversas biclicletas de épocas diferentes, e que nos chamos a atenção.



Curtindo um 4x4
Nós, do ViagemFamilia, pelo fato de já termos visitado diversas feiras deste mesmo segmento de aventura, notamos uma certa diminuição de ofertas no que tange a locais e possibilidades de viagens diferenciadas... esse ano a Adventure Fair acabou oferendo muito espaço para esportes como futebol, futebol de botão,  ginástica, vídeo-games(sem comentários) e venda de roupas, calçados e demais equipamentos para academias e suplementos vitamínicos e alimentares, deixando o turismo e atividades de aventura em segundo plano. O que mais chamou a atenção foi a grande quantia de lojas ou stands de bugigangas e adereços completamente fora da linha esportiva como bijuterias "Made in China".


Claudio com Edu e Luiz
Apenas nossos amigos Joyce e Cláudio (http://www.terrasemfronteiras.com/) e Robert e Grace (CYD - http://www.challengingyourdreams.com.br/) estiveram apresentando seus projetos e viagens esse ano. Sentimos realmente falta de mais viajantes presentes, para podermos trocar experiências.

Com nossos amigos Ogros/Caminhantes e Lu(Fam. Muller)
Foi muito legal rever os amigosOs Caminhantes (http://www.oscaminhantes-ogrotur.blogspot.com/) e também conhecer pessoalmente a Lyanne do (http://www.vidadeviajante.com.br/) que é o casal Marcelo, Lyanne e o Gael que como nós todos, tem como lema de vida viajar. Todos somos viajantes e temos o mesmo pensamento de realizar nossos projetos de forma sustentável, e voltada a bons hábitos ecológicos e familiares, sem a necessidade de grandes investimentos.


Stand de SC com material de Barra Velha que levamos para expor na feira.

Com nossos amigos de Itajaí, Cleiton e Wagner
Os stands utilizados pelos estados brasileiros para divulgar suas atrações estavam bem representados, com destaque para São Paulo, Goiás, Santa Catarina e Mato Grosso. Também como sempre diversos países da América do Sul, como Argentina, Chile e Perú, este último com bom material de divulgação à disposição dos visitantes.

Ao final fomos assistir a as palestras da Família Muller e do Challenging Your Dreams(Robert e Grace), no subsolo. Surpresa!!  As palestras anteriores não haviam respeitado o horário e estavam todas atrasada. Infelizmente só conseguimos assistir parte da palestra dos amigos Rony, Lu e Matheus (Fam. Muller) e pedimos desculpas por ter saído antes do final, e também a palestra do Rob e Grace que acabou sendo cancelada por falta de tempo pois a feira encerra as 22:00h e não havia mais tempo. Que pena que a falta de planejamento prejudicou este tão importante evento.

Saímos já no fim e voltamos a cidade de Itupeva onde estamos hospedados na casa dos Tios Teodoro e Marília, não antes de passar em Jundiaí e degustar uma deliciosa "pasta italiana" na Cantina Bertelli dos nossos amigos Adelaide e Flávio (http://www.cantinabertelli.com.br/), que estava, como sempre, deliciosa.


Domingo, dia de voltar para nossos lares, e aproveitamos para nos despedir em alto estilo com um belo churrasco em família.  Agradecemos aos Tios Teodoro e Marília pela sempre agradabilíssima hospitalidade bem como a ótima companhia da Adriana, do Zé Roberto e da Érica que com a sua filhinha Ana Úrsula nos fizeram novamente nos sentirmos em casa e EM FAMÍLIA.