Viagem Família______________________________________

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sábado, 4 de janeiro de 2014

Chegando ao Chile - Travessia pelos Andes



02 de janeiro de 2014
Rio Mendoza, ao fundo - Ruta 7
Hoje será um dos pontos principais da viagem. Nosso projeto é atravessar para o Chile por cima da Cordilheira dos Andes, utilizando o caminho antigo (usado por Charles Darwin). Já conhecemos o caminho tradicional, que passa pelo túnel, por baixo da montanha, e desta vez seguiremos por cima, pelo Cerro Cristo Redentor.
Aproveitamos para completar o tanque do Garça e saímos de Mendoza às 9h30min, pegando a Ruta 40, passando por alguns vinhedos da região de Lujan de Cuyo e depois, em sentido ao Chile, pela Ruta 7, seguimos em direção a Potrejillo e Uspallata.



Compramos alguns lanches em Uspallata e encontramos uma equipe que está mapeando o trajeto do próximo Rally Dakar.

80 km depois de Uspallata paramos para rever a Puente del Inca (2700 msnm) - distante 190 km de Mendoza, que percorremos em aproximadamente em 2h30min - e que é uma formação rochosa natural onde a água tem grande concentração de enxofre e sais minerais, o que deixa suas águas com tons amarelo ocre e, com o passar dos anos, criou a ponte natural que virou um monumento natural muito visitado na região. Nessa localidade encontra-se artesanatos executados com pedras semi-preciosas, couro, ossos, madeira, enfim um a grande gama de materiais retirados dessa região. Já estivemos no local em 2009/2010 e notamos, desta vez, que a quantidade de artesãos, turistas e artesanatos diminuiu consideravelmente, motivada (talvez) pela queda do poder aquisitivo dos turistas em geral.



O vento estava forte e a temperatura já havia baixado bastante, fazendo com que utilizássemos alguns agasalhos. De lá, mais 20 km até a entrada do Cristo Redentor que fica a esquerda da Ruta, antes da entrada do túnel que leva à Aduana.

A partir daí acabou a moleza e o asfalto. Agora é só subida íngreme em estrada estreita e pedras soltas, até atingirmos a altitude de aproximadamente 4000m, onde alcançamos o cume e está localizada a estátua do Cristo Redentor dos Andes. Lá o vento estava intenso, de uns 100km/h, onde mal podíamos ficar em pé. Difícil, mesmo, foi bater as fotos segurando as bandeiras do Brasil e de Barra Velha. A temperatura no momento era de 4°C, mas a sensação térmica estava negativa!
Subida íngreme


Parede de gelo, derretendo, quase no Mirante


Iniciamos, então, a descida pela famosa estrada das 360 Curves, entrando no Chile. A paisagem é deslumbrante e paramos muitas vezes para admirá-la e tirar fotografias. Cada curva era mais bonita que a anterior. O único a se ressentir com os efeitos do soroche foi o Douglas, mas nada grave, apenas falta de ar, queda de pressão... Paramos para fazer nosso lanche na metade da descida, próximo de um abrigo de montanha, utilizado pelos esquiadores e exército em caso de emergência.

Sobrevoo de condor, em cima do Garça


Apesar da descida ser tranquila, as condições do piso são bastante instáveis e exigindo baixa velocidade e cuidado redobrado em todas as curvas para evitar acidentes. Encontramos "alguns outros malucos" que também escolheram essa rota para aventurar-se entre os dois países.

Sem maiores problemas, descemos até reencontrar o asfalto e seguir pelo 2º túnel até a Aduana Binacional: Argentina/Chile para fazer os trâmites de ingresso nesse último. Preenchemos a papelada necessária, pois o Chile exige a importação temporária do veículo, bem como a guia individual de cada passageiro. Na revista da Aduana, infelizmente nos foram "confiscadas" as nozes, os pistaches e as ameixas secas que havíamos trazido, o que nos surpreendeu, pois na nossa última vez no Chile não houve problemas com esses itens.


Tudo resolvido, curtimos novamente a também famosa descida dos Caracolles (que a continuação da sequência de curvas asfaltadas) até Los Andes. Não podíamos deixar de rever El Portillo, a famosa estação de esqui do Chile que fica no meio da descida e lá, encontramos muitos brasileiros, alguns quase nossos vizinhos - Carlos e a esposa, naturais de São Joaquim (SC).



Percorremos mais 120km e chegamos a Santiago aí pelas 17h30min, como a cidade é enorme e existem diversas ruas com o mesmo nome, o Garmin nos levou ao endereço errado!!! Depois, na segunda tentativa, chegamos ao nosso destino, onde já tínhamos reserva paga para os dois próximos dias: Socavon Suítes (facebook/SocavonSuites e socavon.suites@gmail.com). Conversamos com o Guido (que nos recebeu) e decidimos ficar um dia a mais, pagando U$62 para nós quatro, por mais uma noite.

Saímos a pé para procurar o caixa automático (dentro da estação de metrô Santa Lucia) e, mais umas 7 quadras até o Supermercado Unimarc, onde compramos nossos cafés da manhã e jantares, visto que estamos hospedados em um apart hotel.

Compras feitas, jantar pronto, ...agora é só dormir para mais um grande dia, amanhã!!!! Boa noite!!!

domingo, 20 de janeiro de 2013

Tiradentes (MG)

09 de janeiro de 2013
São João del Rei e Tiradentes (MG)
Matriz de Santo Antônio ao fundo - Tiradentes (MG)
A programação do dia começou relativamente cedo, pois o Marcos e o Maurício foram até Tiradentes verificar a obra da construção da casa dos amigos. Estamos curiosos para ver o progresso dessa construção. Na volta, um belo almoço em família na casa dos amigos e mais tarde os Garças foram passar a tarde em Tiradentes,  a apenas  14 km de distância!
Obra de Maurício e Mariana em Tiradentes
Almoço em grande estilo: frango ensopado, bolinho de arroz, macarrão e salada!!!
Maurício, Marcos, Mariana e Mari "se divertindo" na cozinha
Rever essa cidade tão linda é sempre um prazer, e já estivemos por aqui diversas vezes!  Tiradentes é uma das cidadezinhas mais charmosas do Circuito da Estrada Real e vale ser visitada a qualquer época do ano.  Deixamos nosso carro na praça central e seguimos a pé: essa é a melhor maneira de se conhecer a cidade e seus encantos! Além das inúmeras atrações (igrejas e prédios históricos), há centenas de lojas, lanchonetes, restaurantes, lembrancinhas, chocolaterias,... para se deliciar!!!
Chegando no centro da cidade
Vista da Serra de São José 
A cidade fica aos pés da Serra de São José e é uma das menores e mais bem conservadas do circuito histórico mineiro.

Vamos a um pouco de história:
... Tiradentes já foi "Arraial Velho de Santo Antônio", "Vila de São José do Rio das Mortes" e cidade de "São José del-Rei" (em homenagem ao príncipe de Portugal, D. José I) e foi fundada em 1718. Ao ser proclamada a República, precisava-se homenagear aquele que tinha os ideais republicanos, assim, passou a chamar-se Tiradentes, em homenagem ao Alferes Joaquim José da Silva Xavier. 
Na metade do séc. XX passou a ser Patrimônio Histórico Nacional e hoje tem, aproximadamente, 8000 habitantes. 
Charretes de aluguel na praça central
Mesmo não tendo a intensão de permanecer na cidade, nos informamos sobre os preços para pernoite: em média, as pousadas/hotéis cobram R$ 90,00 por pessoa. As opções são inúmeras e para comer há todos os tipos de restaurantes e lanchonetes que se possa imaginar: da alta gastronomia ao mais simples sanduíche! O Festival de Cultura e Gastronomia acontece em meados do mês de Agosto e em Janeiro acontece a Mostra de Cinema, que nesse ano de 2013, estará em sua 16ª edição (de 18 a 26 de janeiro). www.cinemasemfronteiras.com.br
Matriz de Santo Antônio (1732) - projeto da fachada e portada  atribuídos a Aleijadinho.
Possui órgão de origem portuguesa adquirido em 1788.
Na última semana de junho, há a BikeFest, em que motociclistas do Brasil todo se reúnem para curtir rock and blues e comprar acessórios e equipamentos em estandes especialmente montados para o evento.  (www.grupoberg.com.br)
Uma das tantas lojas de artesanato 
Miniaturas feitas a partir do pó das garrafas pet -
Romer Resende atelier: romeresende@ig.com.br
Flores feitas de barro do vale do Jequitinhonha
A cozinha mineira é maravilhosa!!! Ela remonta à época dos escravos, com influências indígenas, portuguesas e africanas, tendo aquele tempero especial. Os tutu à mineira, feijão tropeiro, frango ao molho pardo, frango com ora-pro-nóbis, além do torresmo, dos doces de leite, goiabada, mamão, abóbora,... são todas opções deliciosas que você encontrará na cidade e região! 
Esqueci do fantástico queijo de Minas (queijo branco) que tem sabor especial e do pão de queijo, que é marca registrada do Estado!
Centenas de pingas, doces, pimentas e frutas cristalizadas
Se você quiser, pode passear pela cidade de charrete, a R$ 40,00 por 15 min ou R$ 60,00 por meia hora (em cada charrete cabem, em média, 5 pessoas).
Chafariz de São José (1749) - 3 fontes e imagem em terracota
Há, também, o passeio de Maria Fumaça (que dura 35 min, em média) que liga as cidades de São João del Rei e Tiradentes. A antiga Estrada de Ferro Oeste de Minas foi inaugurada em 1881, por D. Pedro II e passa por fazendas centenárias, rios, montanhas e estações que preservam a arquitetura do séc. XIX. Tarifas de ida e volta: R$ 50,00 por pessoa (meia-entrada para crianças entre 6 e 10 anos, estudantes e maiores de 60 anos). Só ida: R$ 30,00 por pessoa. (mariafumaca.sjdelrey@vale.com) ou (www.fcasa.com.br/trens-turisticos)
Rua da Câmara - em frente à Matriz de Santo Antônio

Lá pelas tantas, enquanto tomávamos um choppinho (e sucos) numa lanchonete, fomos surpreendidos pela chuva, que alagou a cidade rapidamente... assim, tivemos que esperar para atravessar a praça e jantarmos em outro restaurante!!! Como a chuva estava torrencial, não pudemos ter a companhia dos amigos Maurício, Mariana e Aninha, o que foi uma pena! Com certeza não faltarão oportunidades.
Chuva enquanto tomávamos chopp em frente à praça
Jardins de Santo Antônio: Creperia - Pizzaria - Choperia (32)9107-7423
Jantar  em Tiradentes
Sabor com Arte: saborcomarte1@hotmail.com
Voltamos pra casa felizes e com algumas sacolinhas a mais na bagagem!!! 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Goiás (GO) a Araxá (MG)

06 de janeiro de 2013
Goiás (GO) a Araxá (MG)
Rua  Moretti Foggia  - centro da cidade de Goiás
Tomamos nosso último café da manhã juntos à beira da piscina, já com saudades de todos os dias vividos e curtidos juntos. Hoje Viagem Família se separa e os Garças seguem para MG enquanto os Abutres seguem para SP.


Ninguém está com muita pressa e ainda fomos curtir o centro histórico da cidade de Goiás Velho, tirar mais algumas fotos, agora de dia e comprar mais algumas lembrancinhas!!! Na saída da cidade, já na BR 070, compramos alguns empadões goianos para degustarmos no almoço e Luiz e Edu ainda compraram alguns para o jantar com os primos de Sertãozinho (SP).
Mural representando a Procissão do Fogaréu, que acontece durante a Semana Santa

Luiz com sua caneca e os quadros feitos com areias coloridas: arte típica de Goiás.


Compras feitas: empadões goianos e doces típicos!
Seguimos juntos por alguns quilômetros (pela BR 153) até a região de Rancho Alegre, encontramos uma bela sombra e paramos para almoçar nossos empadões, junto com os pastelinhos de sobremesa! HUM!!! Estava uma delícia...


Ao passarmos pela barragem sobre o Rio Paranaíba observamos que, mesmo com as chuvas recentes, o volume de água está bastante baixo o que compromete o abastecimento e fornecimento de energia para a região!
Rio Paranaíba: divisa entre GO e MG
Chegamos a Araxá exatamente no mesmo horário que os Abutres chegaram à Sertãozinho: aí pelas 18h30min! A cidade, como é turística, possui muitos hotéis, porém os preços não são convidativos! Passamos por muitos e finalmente optamos pelo Hotel Araxá Palace (palacehotel.araxa@hotmail.com) onde havia ar condicionado e frigobar a R$ 190,00 para os quatro.
Atravessamos a rua e jantamos no Bar do Vicente: cupim com acompanhamentos (tutu à mineira, arroz e aipim), filé com fritas e salada mista, cerveja gelada e refris! Atendimento 10, comida 10!
Antes de dormir, ainda tivemos que trocar de quarto, pois no nº 05 o ar não estava funcionando! Tudo bem... 

domingo, 8 de janeiro de 2012

Tilcara a La Quiaca - Argentina

05 de janeiro de 2012
TILCARA A LA QUIACA
Depois de mais um desajuno, contas pagas, carro carregado, nos despedimos do Pablo e seguimos até as ruínas de Pucará de Tilcara, onde vivia o povo que, segundo indícios, ocupava essa região antes de Cristo.
Ingressos: Argentinos: $15
               Sulamericanos: $20
               Estrangeiros: $30
Pucara é uma espécie de fortificação, que ficava no alto de um morro e é constituído basicamente por casas interligadas entre si e templos. (mais tarde colcoaremos mais detalhes sobre essa comunidade)
Na entrada no Sítio Arqueológico há um jardim botânico onde se podem observar diversas espécies de cactos e outras plantas nativas da região.
Nosso guia, Moisés, foi muito eficiente com as explicações sucintas e informativas. Além disso, suas opiniões pragmáticas foram divertidas e esclarecedoras.





Saímos das ruínas e enquanto olhávamos as lojinhas de artesanato, encontramos novamente o Alisson, que estava junto com um grupo de turistas vindos de van de S. S. de Jujuy. Abraços e alegria no reencontro, fomos até Tilcara (centro) para vermos o Museu Arqueológico, cujo ingresso já estava incluso.
O Museu é esforçado, mas faltam explicações de um guia ou mais placas indicativas.

Edu e Marcos foram ao Macro (banco itinerante que fica em um container), enquanto os outros ficaram olhando e adquirindo mais artesanato e doces.
Tentamos visitar a Iglesia da Virgen Del Rosario e San Francisco de Assis, porém, para alegria das crianças, ela estava fechada, então seguimos até o mercadinho 3 Hermanos para comprar nosso lanche/almoço.
Na saída da cidade descobrimos que não havia diesel, então, fomos até uma sombra frondosa (pelo visto, a única da região) e fizemos nosso lanche.
Na direção à La Quiaca, fizemos algumas paradas:
1ª parada: Huacalera – onde tiramos foto do marco de passagem do Trópico de Capricórnio.
Monumento à Independencia - Humahuaca
2ª parada: Humahuaca – cidade bem bacana, onde o Abutre abasteceu seu possante num posto rede ACA.  Já na praça central fica a Igreja Catedral de la Candelária e San Antonio, que estava fechada.

A prefeitura funciona onde antigamente era o Cabildo e onde há um relógio de bronze em que, às 12h, sai de um nicho uma imagem de S. Francisco Solano e cumprimenta a todos que estão na praça.

Luiz e Mari conversando com Roberto e Maria, de Tucumán
Monumento (de gosto duvidoso) à Independência

Na subida até o Monumento a La Independencia o grupo acabou se dividindo. Marcos, Douglas e Pedro seguiram a frente. Nati e Edu foram em seguida, olhando as lojinhas no caminho e Luiz e Mari acabaram ficando por último. Eles foram abordados por um casal de Tucumán, Roberto e Maria, que moram na capital da Província e que haviam visto nossos carros estacionados e se admiraram com os trajetos feitos em outras viagens. Conversamos animadamente e trocamos endereços eletrônicos e cartões de visita, pegando o endereço do casal em Tucumán para que nos encontrássemos para jantar e conversar quando por lá passarmos, na volta.
Passeando pelas ruas de Humahuaca, perto do Mercado Municipal da cidade encontramos quem? Isso mesmo: o Alisson, que continuava fazendo seu passeio junto com o grupo de Jujuy.
No caminho para o carro fizemos amizade com brasileiros do oeste de Santa Catarina que pertencem a um grupo de motoqueiros: os Tatetos. Conversas e trocas de e-mails e informações sobre os trajetos escolhidos, co dicas de ambas as partes, despedimo-nos e seguimos até La Quiaca, onde chegamos às 18h.


Cumpre dizer que, nesses últimos dias, atipicamente, tem chovido MUITO. Situação completamente inesperada, visto que essa região onde estamos é seca no verão. Porém, diariamente temos tido chuva à noitinha...

Em La Quiaca não foi diferente: chegamos lá (3500m de altitude) debaixo de chuva grossa e muito frio (6°C). Procuramos rapidamente um local para dormirmos e seguimos até o Hi Hostel Copacabana, onde conseguimos dois quartos confortáveis e a $45 por pessoa. Fechamos negócio, preenchemos a papelada, mas não descarregamos os carros, pois a chuva continuava. Avisamos que iríamos abastecer os carros, comprar as coisas para o café da manhã do dia seguinte e jantar e só depois voltaríamos.
Assim, seguimos tranquilamente até um posto da rede ACA e descobrimos que não havia diesel. Fomos então até a entrada da cidade onde havia outro posto YPF e abastecemos, porém como estava muito caro, acima de $6 o litro, só colocamos o suficiente para chegarmos na Bolívia (Tupiza).
De lá, voltamos até o centro da cidade onde compramos pão, salame/presunto, manteiga, queijo, achocolatado, leite e pão para nosso café do dia seguinte e saímos em busca de restaurante para jantarmos (tudo debaixo de muita chuva).
Achamos um local bem legal e ficamos quase uma hora esperando pelo pedido. Depois, mais 10 min até a conta e... ela estava errada. Mari foi calcular junto com a Emilia (proprietária e ajudante de cozinha e garçonete) e chegaram ao valor adequado. Nisso já eram 23h passadas.
Ao chegarmos ao HI, descobrimos que haviam cedido nosso quarto para outros hóspedes e não havia mais lugar. Que estresse!!! Naquela hora, todos começamos a falar e reclamar e argumentar sobre uma situação tão irregular.  O proprietário do Hostel se desculpou muitas vezes e prontamente arrumou nossa hospedagem em outro lugar, ficando responsável por pagar a diferença. Acompanhou-nos até lá e, para nossa agradável surpresa, fomos recebidos pelo Javier e pela Marcela com muito carinho e atenção, tendo quartos melhores do que os que havíamos visto no outro local. Ficamos  aliviados e felizes com a troca, indo dormir tranquilamente já pelas 0h30min.