Viagem Família______________________________________

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Uyuni - Bolívia

UYUNI

Acordamos cedo e às 7h entramos no carro do Porfírio (uma Toyota Land Cruiser, a gasolina, V8), seguindo até o Cemitério de Trens. Lá tiramos muitas fotos, apesar do frio e da garoa. Alguns vagões estão pichados, o que estraga um pouco o encanto, mas ainda assim conseguimos fazer montagens engraçadas e boas fotos.


Marcos fazendo halteres

Doug, Nati e Pedro dentro da parte da frente da locomotiva
De lá, voltamos ao centro para encontrar outro grupo (que estaria em outro carro), para seguirmos juntos até o Salar. Rodamos sem destino por algum tempo, a 20 km/h, o que nos irritou bastante, até que o Porfírio nos explicou que haviam roubado uma mochila de um dos integrantes do outro grupo.

Problema parcialmente resolvido, seguimos ao Salar, passando pelo Lixar (lixão do Salar), que dá uma péssima impressão à cidade.

Chegando em Colchani (lugarejo que fica às margens do Salar), nosso guia entregou uma ficha com os números de nossos passaportes num posto de controle e seguimos até o início do mesmo, onde fizemos a primeira parada para fotos. Ali já nos divertimos bastante, apesar do tempo encoberto e frio. Fizemos fotos com montagens engraçadas e seguimos até o Hotel de Sal (atualmente um pequeno museu) que funcionou por 15 anos. Finalmente o sol apareceu e nos alegrou, deixando-nos ainda mais empolgados com a paisagem deslumbrante. Fizemos milhares de fotos e brincamos com as poças de sal! Ao entrarmos no Hotel, tivemos exclusividade, pois não havia mais ninguém, pois o outro grupo já havia ido embora. Pagamos os ingressos adquirindo alguns souvenirs: uma caneca para a coleção dos Abutres e um postal e um canequinho para os Garças.







Dentro do Hotel de Sal

"Dormindo" no Hotel/Museu de Sal
A hora combinada para seguirmos até Colchani chegou e seguimos até lá, um lugarejo que vive de artesanato feito a partir de sal, além de roupas e outras coisinhas mais. Fizemos nossas compras para familiares e amigos e voltamos à cidade, com o compromisso de comprarmos nossos “víveres” para os próximos dois dias, conforme a orientação de nosso guia Porfírio, uma vez que o Parque não dispõe de infra-estrutura básica.
Mercado Público de Uyuni

Rua principal de Uyuni - ao fundo a torre do relógio
Compras feitas, seguimos até o Pollo Crokan e jantamos gostosamente, comemorando o belo passeio realizado, esperando pelo dia seguinte!
Como já sabíamos com antecedência que as estradas eram mal conservadas e o parque não tinha infra-estrutura, durante o jantar fizemos 3 pedidos:
1° SOL. 
 2° QUE NÃO TIVESSEM0S PROBLEMAS NA ADUANA. 
3° QUE O PORFIRIO NÃO NOS SEQUESTRASSE, HE,HE,HE... Mas nos esquecemos do 4º pedido!

POTOSÍ A UYUNI - Bolívia

POTOSÍ A UYUNI
Plantação de coca nos arredores de Potosí
Muitas tentativas de conexão sem sucesso, após um delicioso café da manhã (o melhor desajuno continental até aqui, com iogurte e sucrilhos, suco, café, pão, um pedacinho de queijo, torradas e uma bolacha), passeamos pelas ruas da cidade, pois queríamos encontrar um local para adquirimos imãs de geladeira para nossa coleção e canecas de Potosí para a coleção dos Abutres. Não obtivemos muito sucesso... mas tiramos muitas fotos das ruas estreitas e compramos algumas salteñas de frango (que estavam deliciosas – uma versão agridoce das empanadas argentinas e chilenas).
Praça central de Potosí

Ruas de Potosí

Edu e Luiz numa calle peatonal
A Nati se deliciou com um sorvete de chocolate e o Pedro com um sorvete de chiclete, abacaxi e melancia e voltamos ao Hotel para fecharmos a conta e seguirmos adiante. O Luiz sugeriu que fôssemos até Sucre (uma das capitais da Bolívia), porém, por votação acabamos descendo para o Uyuni, não sem antes subirmos e descermos inúmeras vezes.

Na saída da cidade, passamos por muito lixo, o que deixou uma impressão muito ruim da cidade.
Saindo de Potosí - vista do mirante desativado

Casa de adobe

No caminho passamos por lugares maravilhosos... um cânion de profundidade aproximada de 400m foi o local escolhido para o nosso lanche.
Marcos e Mari lá no rochedo

Turma reunida antes do lanche
Chegamos à Uyuni no final da tarde e nos dirigimos diretamente ao HI. Lá encontramos um grupo de brasileiros que nos orientou a irmos ao Hostal em frente, onde não havia restrição de água quente para banho. Então, enquanto a Edu e a Mari olhavam os quartos no HI (onde a diária era de 100Bs por pessoa), o Marcos e a Nati foram até o Hotel Kory Wasi, do Sr. Serafio Rodrigues, e fecharam nossa estadia por 50Bs por pessoa. Como foi colocado um colchão inflável no quarto dos jovens, o valor acabou mais baixo.
Vista surreal da estrada para Uyuni

Abutre passando por poça de lama

Em frente ao HI de Uyuni
Ainda na rua, encontramos o Sr. Porfírio, guia de passeios pelo Uyuni e o contratamos para o passeio do dia seguinte pelo Salar do Uyuni, por U$200 para o grupo. Durante a conversa, acabamos fechando o pacote de dois dias pelo Parque e Reserva Nacional Eduardo Avaroa, onde ele seria nosso guia e nós o seguiríamos com nossos carros, por mais U$250.

Passeamos pela cidade e aproveitamos para comprar algumas lembranças e jantamos no Pollo Crokan, cujo proprietário Mário nos atendeu muito bem. Comida simples, rápida, boa e barata: tudo que precisávamos. Pagamos 13Bs por uma bandeja com um bom pedaço de frango, arroz e fritas; para acompanhar, refris e suco de maçã.
Fomos dormir ansiosos com o passeio do dia seguinte que era o ponto alto de nossa viagem e nosso principal destino/objetivo.

Infelizmente não pode seria como havíamos planejado (um passeio de dois dias, dormindo no Salar), pois devido às chuvas intensas dos últimos dias não seria possível fazer o passeio até a Ilha do Pescado (que fica no meio do Salar).