Viagem Família______________________________________

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sábado, 30 de janeiro de 2016

Rumo ao Jalapão - Tocantins

Dia 18/janeiro/2016
Rodovia transmaranhão - MA006
Aproveitamos para desarmar a barraca enquanto não chovia... levantamos cedo (pra variar) e descobrimos que o Resort Poço Azul ainda dormia. Como não havia ninguém, arrumamos nossas coisas e saímos, em direção à Balsas (70 km). Lá tomamos nosso café da manhã, abastecemos e rumamos ao sul, para Tasso Fragoso e depois, Alto Paranaíba, tudo por asfalto de qualidade duvidosa.
Mesmo fora da área do Parque Nacional, as "mesas" ainda podem ser vistas

Hein? Precisa de lombada?
De lá, teoricamente, teríamos 155 km de estrada de chão até São Félix do Tocantins, já no Jalapão. Teoricamente, pois a estrada que ligaria diretamente à São Félix não existe, apenas está no mapa! Assim, fomos até Lizarda e de lá, seguindo orientações de um caminhoneiro, fomos por trilhas estreitas e quebradinhas, abrindo porteiras, passando por dentro de rios,... para finalmente chegarmos em São Félix depois de percorrermos uns 230 km de muita areia, lama, poças e rios!!!
Nesse trajeto aconteceram coisas bem engraçadas: cruzamos com dois rapazes em uma moto que, depois descobrimos, eram ladrões e haviam roubado a moto! Também conhecemos o prefeito Florisvaldo, que nos ofereceu cachaça e nos deu algumas dicas sobre a estrada,... Enfim, o dia foi longo, mas bastante divertido!
Já era noite quando chegamos em São Félix (passava das 20 h) e na praça central havia uma lanchonete onde não havia comida! O dono da lanchonete nos indicou outro lugar, onde tem espetinho, "do outro lado"! Não entendemos a expressão, mas mais tarde percebemos que a cidade é dividida: um lado e outro lado, pois há um grotão no meio e os comércios e casas ficam ou de um lado, na parte alta, ou do outro lado!
Pousada do Paulim: (63) 9971- 5964 ou (63) 9934- 2096 (Anaides)
Assim, seguimos até "o outro lado" e, na outra praça central estava o Júnior assando espetinhos. Encomendamos dois pra cada e pegamos um prato completo, que vem com espeto, farofa, salada e arroz. Cada espeto a um custo de R$ 4,00 e o completo a R$ 10,00.
Após o jantar, perguntamos sobre uma pousada e do outro lado da rua havia uma, do Paulim. Como estava com as luzes desligadas, não percebemos o local, mas o dono de um barzinho acompanhou o Marcos até lá, fazendo as apresentações. Paulim nos recebeu hiper bem, lavou o banheiro, recarregou o papel e permitiu que acampássemos ao lado da pousada, sem cobrar nada. Então, combinamos que iríamos ficar pelo valor médio que temos pago nos campings, R$ 20,00 pelo pernoite. O valor do pernoite, com café da manhã, em quarto com ar condicionado, está por R$ 80,00 o casal.

terça-feira, 31 de março de 2015

Pedro Luro, Mar Del Plata a Maipú - província de Buenos Aires

17 de janeiro de 2015
Pedro Luro a Maipú, passando por Mar Del Plata



Amanheceu um lindo dia e antes de seguirmos viagem fomos ver o Fortín Mercedes, local onde ocorreu a Conquista da Patagônia, em 1833. A reconstrução do forte, com fosso e canhões manteve seu aspecto original e hoje fica ao lado da Basílica María Auxiliadora, local de peregrinação religiosa. No local existem muitos cães soltos, de todos os tamanhos. São dóceis  e estão acostumados com visitantes, desta forma fique tranquilo.

O Fortín Mercedes é um centro religioso, histórico e cultural. É um importante centro de peregrinação religiosa dessa parte da Argentina, atraindo milhares de fiéis durante todo o ano. Sua fundação remonta ao estabelecimento da primeira missão salesiana construída junto ao forte militar, em 1895. Nesta Basílica se encontra o mausoléu de Ceferino Namuncurá (Índio Santo), que foi beatificado em 2007 pelo Papa Bento XVI.



Depois da visita ao Fortín, retomamos o caminho rumo a Mar del Plata, onde pretendíamos dormir. Seguimos pela Ruta 3 até Tres Arroyos, onde tomamos rumo leste na Ruta 228 até Necochea e dali, pela Ruta 88 até Mar Del Plata.
Lá chegando, descobrimos que a cidade balneário estava lotada, pois era sábado e tinha jogo do Boca. Após inúmeras tentativas de busca de local para pernoite, desistimos e resolvemos seguir adiante, mais 130 quilômetros, até Maipú, não sem antes ao menos dar uma olhada na orla marítima de Mar Del Plata.


A cidade possui mais de 500 mil habitantes e estava um verdadeiro formigueiro. Onde se olhava havia centenas de pessoas. Mar del Plata é um dos mais importantes e famosos balneários da Argentina. Durante a temporada de verão, como agora, fica lotada de turistas de toda parte. Tem ótima estrutura turística, mas convém fazer reservas de hospedagem se quiser se hospedar aqui, principalmente no verão.
O nome Mar Del Plata foi dado por Patrício Peralta Ramos, cuja data da fundação é 1874.
Após o rápido tour, seguimos agora pela Ruta 2 em direção a Buenos Aires, parando em Maipú.


Como havia apenas um hotel na cidade, nos hospedamos lá!!! O Residencial Munich ($680 para 4 pessoas) ficava próximo da esquina onde estava o restaurante El Abuelo, onde jantamos gostosamente. Fique atento ao serviço: os pratos são saborosos e têm preços adequados, mas nem sempre os pedidos vêm certo, gerando algum conflito. Aproveite para adquirir ali mesmo algumas botellas de vinho. Boas marcas, uvas consagradas e preços atrativos.



domingo, 19 de janeiro de 2014

Corrientes - Argentina a Encarnación - Paraguai

11 de janeiro de 2014

Hoje pela manhã estávamos programados pra chegarmos em Posadas, visto que ainda queríamos chegar no Paraguai antes das lojas fecharem, pois é sábado... então, logo após o café da manhã, saímos em direção a Posadas, trecho que já conhecemos e percorremos muitas vezes e que não possui muitos atrativos!!! No mapa, ele parece pequeno, porém são um pouco mais de 300 km, percorridos "margeando" o rio Paraná, passando por barragens e muitos campos de girassóis. A poucos quilômetros, ainda na região de Corrientes, chovia muito e ficamos retidos na rodovia, pois havia acontecido um acidente - sem feridos e nem maiores complicações, uma vez que o carro foi rebocado pra fora da valeta e seguiu viagem.


Chegamos em Posadas perto do meio-dia e depois de abastecermos, fomos gastar nossos pesos argentinos no Hipermercado Libertad, às margens da rodovia. Compramos cervejas, vinhos, alfajjores, refris diferentes,... tudo que somasse os $400 que ainda nos restavam!
Compras feitas, pegamos a avenida costaneira (depois de alguns retornos e acessos errados) e ficamos na fila da aduana, por aproximadamente  1 hora, até apresentarmos nossos documentos. A agente aduaneira despreparada não sabia como proceder os trâmites e nos perguntou diversas vezes onde tínhamos saído do Chile e entrado na Argentina. Quase que a Mari saca o mapa e mostra pra ela!
HG Neumáticos - (hgneumaticos@hotmail.com)

No lado paraguaio, tudo certo e em poucos minutos estávamos na cidade, procurando uma loja de pneus Firestone Destination pra trocar os nossos dianteiros que já estavam com 120 mil km rodados!!!!Assim, paramos em diversas lojinhas até encontrarmos a loja do Hugo, onde os pneus substituídos, montados, balanceados saíram pela bagatela de 1.180.000 G$, o que equivale a, aproximadamente, R$ 580,00.
Serviço pronto, já eram mais de 16h30min e não haveria tempo de chegarmos a Ciudad del Este antes do anoitecer, assim resolvemos pernoitar em Encarnación.
Rio Paraná, ao fundo Ponte Internacional  San Roque González de Santa Cruz
Molino San José (1938) - manteve-se ativo até 1989
Fomos passear na avenida Costaneira e nos surpreendemos com a boa infra-estrutura existente no local. Muito bem urbanizada, a praia fluvial possuindo quiosques, lojas, caixa automático, banheiros públicos, enfim, demais conveniências que suprem as necessidades dos moradores e turistas que frequentam o local. Passeamos pelo calçadão, admirando o Rio Paraná, as construções antigas e o povo que frequenta a praia todo vestido, inclusive alguns tomam banho com roupa!


Encontrar pouso não foi tarefa fácil, apesar da grande quantidade de hotéis existentes, pois nos finais de semana, a praia enche (de argentinos, paraguaios e nós!).
Depois de inúmeras tentativas frustradas, chegamos ao Colonial  Hostel (colonialhostelencarnacion@gmail.com e www.facebook.com/colonialhostelencarnacionparaguay), do casal Marcela e Mario, ela falando muito bem o português, pois já morou no Brasil. Marcela foi extremamente solícita e ligou pra muitos amigos, donos de pousos pra tentar uma vaga pra nós... no final, conseguiu um apartamento mobiliado de frente "pro mar", da amiga Alícia que possui ONG voltada aos direitos e proteção da mulher, e fechamos o local por 100.000 G$  (um pouco mais de R$ 50,00) por pessoa. Barato não foi, mas era o que tinha na ocasião!
Com Mário e Marcela, no Colonial Hostel
Fizemos amigos e acabamos trocando endereços virtuais, conversando com Marcela e Mário por um bom tempo; são pessoas maravilhosas, com as quais certamente continuaremos mantendo contato! Eles nos contaram muitos aspectos da história do Paraguai que desconhecíamos sobre a colonização do leste europeu com predominância da Polônia, Ucrânia e Rússia na região por conta da Guerra do Chaco, ocorrida logo após da Guerra do Paraguai.

Amizades feitas, endereços trocados, seguimos ao tenedor libre America Churrascaria, onde pagamos por pessoa 40.000 G$ (R$ 20,00) que incluía farto buffet de saladas e pratos quentes além das carnes assadas! Nos fartamos a moda brasileira (o dono é brasileiro), com direito a pão de queijo e sobremesa (sorvete artesanal free).
Alimentados, seguimos lentamente para casa e, antes de dormirmos, ainda assistimos um pouco de TV.
Vista noturna da Costaneira

Vista diurna