Viagem Família______________________________________

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segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Expedição Transamazônica 11 - Passagem pelo Tocantins e Maranhão

Babaçulândia TO - Represa do Rio Tocantins


Fizemos um pequeno desvio da Transamazônica e seguimos até a divisa com o Tocantins pela BR153, em São Geraldo do Araguaia, onde pegamos a balsa e chegamos a Xambioá, já no Tocantins.

Xambioá, Wanderlândia e Babaçulândia


O trecho percorrido foi todo em asfalto e rendeu bem, porém o calor pedia um banho. Desta forma, chegando a Babaçulândia, aproveitamos uma praia de lago (da represa do rio Tocantins – UHE do Estreito) e buscamos um local tranquilo para preparar nosso almojanta, tomar um gostoso banho de rio/lago e dormir.

BR 230 - em algum lugar do Tocantins, perto de Araguaína

O local escolhido foi a Praia do Coco. Já era fim da tarde e muitas pessoas estavam deixando o local e voltando para suas casas (domingo é assim!). Tivemos apenas a companhia da Caramela, uma linda e afetiva cachorrinha que ganhou ossinhos em troca de seu carinho!

Praia do Coco: banho merecido... calor do "djanho"!


A lua cheia estava linda... a única coisa que atrapalhou a noite (até quase 23h) foi um sistema de som, altíssimo, no meio do lago e controlado por controle remoto a partir da praia (não encontramos o fdp dono da geringonça)! Existe gente sem noção... infelizmente!

UM POUCO DE HISTÓRIA (bastante atual)

Esta região é conhecida por ter sido o palco da Guerrilha do Araguaia, ocorrida entre 1960-1970. Xambioá, localizada às margens do rio Araguaia e cujo nome em Tupi significa “ave veloz”, também é conhecida por estar localizada no “bico do papagaio” (forma do mapa do Tocantins nesta área).

A Guerrilha do Araguaia foi um movimento guerrilheiro criado pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB) com o objetivo de fomentar uma revolução socialista, a ser iniciado no campo, baseada nas experiências vitoriosas da Rev. Cubana e Rev. Chinesa. O movimento pretendia derrubar o governo militar e contava com, aproximadamente, 80 guerrilheiros, dos quais menos de 20 sobreviveram (dentre eles, o PTista José Genoíno). Com atrocidades cometidas de ambos os lados, o movimento foi sufocado após 3 tentativas dos militares. [50 destes guerrilheiros são considerados desaparecidos políticos]

Wanderlândia, fundada nos anos 1980, na época da Guerrilha era apenas uma fazenda. A cidadezinha conta com muitas cachoeiras (30) das quais apenas 13 são bem conhecidas e visitadas. 


Babaçulândia foi emancipada em 1953 e conta com menos de 10mil habitantes. A “terra do coco” tem no extrativismo do coco babaçu sua principal fonte econômica e, com o passar do tempo, também na confecção de sacarias feitas de fibra de malva. É uma cidade pobre, cuja maior fonte de renda é Bolsa Família, assim como as cidades vizinhas. Também aqui há cachoeiras (do Degrau, do Jenipapo e Santa Bárbara), onde é possível tomar banho e fazer trilhas.

"Piscina" de borda infinita!!

NOSSA PASSAGEM POR AQUI

Chegamos no meio da tarde de domingo e as praias estavam lotadas. Na manhã seguinte, com tranquilidade e silêncio - apenas nós 2 - Marcos ajeitou a ventoinha do Garça enquanto eu aproveitei para lavar umas roupas e colocar o diário em dia. Tomamos um gostoso banho no lago antes de seguirmos viagem.

Nosso acampamento por aqui

Pegamos uma linda estrada (não pavimentada) que seguia em direção à Filadélfia. Esta estradinha – estrada de tropeiros - passa ao lado de uma Serra, chamada de Serra da Matança e que contorna o lago da represa.

A estrutura do local é completa, com banheiros, duchas e restaurantes


As histórias passadas de boca em boca sobre a Serra da Matança impressionam, mas não se sabe se são lendas ou verdades. De qualquer forma, diz a história que há cerca de 200 anos (não há consenso, uns dizem que foi nos anos 1930), indígenas da etnia Kraô foram dizimados em cima da serra por homens sedentos de terra que ficaram com suas propriedades rurais para criação de gado.

Em cima do morro, cerca de 400m de altitude, há uma caverna de 30m de comprimento. Diz a lenda que foi aberta pelos indígenas que foram expulsos da Bahia (?) e utilizaram o local como abrigo.




Em Filadélfia-TO seguimos direto até a balsa. Lá atravessamos o rio Tocantins e chegamos ao Maranhão.


Às margens do rio Tocantins, em Filadélfia

Mais uma balsa pra conta... será a última???

Carolina (MA)

Carolina e as formações rochosas da Chapada das Mesas

Revisitar a cidade de Carolina, cidade base da Chapada das Mesas, foi bacana. Estivemos aqui há 10 anos (em 2015, em nossas Bodas de Prata. Segue link anexo*) e chegamos na hora da siesta. Tiramos umas fotos da Catedral São Pedro de Alcântara (1864) e do Setor Histórico, antes de seguirmos até a região das cachoeiras.

V i a g e m F a m í l i a: Chapada das Mesas - Sul do Maranhão

 Igreja Matriz São Pedro de Alcântara foi construída em 1864. Os sinos do campanário vieram da Itália. A cidade iniciou com uma povoação em 1802 (que depois foi abandonada por questões políticas) e sua fundação foi em 1859.

Praça central e casario do Setor Histórico

Já na BR230 – Transamazônica – abastecemos e pegamos informações com o frentista. Obs.: eles têm sido ótimos informantes e suas dicas têm sido preciosas! Muitas secretarias de turismo ou centros de informação ao turista estão fechadas ou não têm atendimento ao público na hora do almoço e nos fins de semana, o que é uma lástima!

O frentista nos sugeriu as Cachoeiras Itapecuru (gêmeas), mas como já as conhecíamos optamos por um “novo” balneário, do outro lado da estrada, uns 4 quilômetros antes. Um morador muito gentil nos orientou e seguimos pela estradinha, uns 6 km, até o Bal. Encontro dos Rios (Cipó e Cipozinho), onde a Maria da Luz nos recebeu.

Balneário Encontro dos Rios: fora do roteiro de turismo


Paramos o Garça debaixo de umas árvores, ao lado de um quiosque, e aproveitamos para tomar um gostoso banho de rio de buritizal, com suas águas cristalinas.

Nos esbaldamos: cajus doces e fartos

Colhemos "uma sacolada" e aproveitamos a sua doçura por dias!

Enquanto preparávamos nosso almojanta, Maria veio conversar conosco e contar sua história de vida, muito dura e triste. Ela tem 66 anos e é filha de indígena com branco. Na adolescência, foi vendida pelo pai para um garimpeiro com seus 30 e poucos anos! Era época da Guerrilha e como eram muito pobres, representava “uma boca a menos pra alimentar!” Mal alfabetizada, possui muito conhecimento da medicina tradicional de seus antepassados.

Em companhia da bichana Caramela

Encontro dos rios Cipó e Cipozinho - águas cristalinas de buritizal, mais frias!

No dia seguinte, levantamos acampamento na companhia dos patos, cachorros, gato, galinhas e peixes rsrsrsrsr Maria tinha ido embora bem cedo, pois estava voltando pro Tocantins, onde tem casa.



Dia de deslocamento, passamos por Riachão (onde está localizada a Cachoeira Santa Bárbara, muito famosa, dentro do Complexo Turístico Poço Azul), Balsas (cidade grande), São Raimundo das Mangabeiras e em São Domingos do Azeitão, desviamos da BR230 – Transamazônica, em direção ao Piauí pela MA-371 até a divisa dos estados MA/PI.

Esta é a paisagem por aqui: cerrado e chapadas


A partir de Uruçuí, já no Piauí, a estrada passa a ser BR-324, mas esta já é a próxima aventura...

  

Rio Parnaíba: divisa MA/PI

sábado, 30 de janeiro de 2016

Chapada das Mesas - Sul do Maranhão

Dias 16 e 17/janeiro/2016
Rio Tocantins - divisa dos estados do Maranhão e Tocantins
Deixamos Açailândia após o café da manhã e seguimos rumo à Carolina, mais ao sul do estado, percorrendo a BR 010 e depois a BR 230, a famosíssima Transamazônica!!! O clima estava ameno e intercalava pancadas de chuva e aberturas de sol... assim chegamos à Chapada após vislumbrarmos o lindo Rio Tocantins na cidade de Estreito, divisa com o estado vizinho (Tocantins).
Rio Capelão - Local do 1º acampamento
A região conhecida como Chapada das Mesas inclui uma área de proteção ambiental com 160 mil hectares e se estende pelos municípios de Imperatriz, Carolina, Riachão e Estreito, sul do Maranhão. O Parque Nacional da Chapada das Mesas foi criado em 2005, porém até hoje não conta com sede própria, atuação do ICMBio ou qualquer órgão federal para normatizar seu uso e visitação. Desta forma, os proprietários das terras utilizam de suas belezas naturais da maneira que lhes interessar ou aprouver! Cobram ingressos dos visitantes (day use: R$ 5,00 a R$ 15,00) para conhecer as cachoeiras e curtir as paisagens do local.
Por ser uma unidade criada recentemente, o Parque Nacional da Chapada das Mesas está com sua situação fundiária totalmente irregular. Nenhuma área foi regularizada ainda. O levantamento da população do interior e entorno do parque está na fase inicial e está sendo feito pela própria equipe da UC, em parceria com a Associação Agroextrativista dos Pequenos Proprietários de Carolina - AAPPC, que está fazendo o levantamento da área a ser inundada pela usina hidrelétrica de Estreito, ambos utilizando o mesmo questionário. O levantamento está sendo realizado lentamente, uma vez que não há disponibilidade de recursos humanos e financeiros para uma maior agilidade. 
http://www.ibama.gov.br/phocadownload/prevfogo/plano_operativo_parna_da_chapada_das_mesas.pdf
Diária para acampar: R$ 30,00
Encontro dos Rios, de propriedade da Maria de Jesus e do Benedito
Na rodovia há indicações de locais para serem visitados, assim entramos por uma estradinha onde havia uma placa indicando "Encontro dos Rios" e depois de percorrermos uns 5 km, chegamos à propriedade da Maria de Jesus que nos recepcionou, indicando que havia uma cachoeira de nome Capelão e que poderíamos conhecê-la mais tarde, após nos ajeitarmos. Assim, procuramos um local bacana para acampar e fomos tomar banho de rio, pois o calor estava grande!!!
Rio Capelão


A profundidade média do rio Capelão é de 1,5 m e suas águas tranquilas e mornas são transparentes e cheias de peixinhos. Ficamos um bom tempo explorando seu leito, indo de um lado até o outro e relaxando. Fazer flutuação e nadar em águas cristalinas é bom demais!
Já de tarde, seguimos por uma trilha a pé (que pode ser percorrida de carro) por uns 2,5 km só de ida, até encontrarmos a cachoeira do Capelão, com uns 20 m de altura, aproximadamente.


Após refrescante banho, retornamos ao acampamento pra preparar nossa refeição. Nos arrependemos de não termos comprado uma "carninha pra bater na grelha".
Há um grupo de campistas no outro lado do terreno e eles estão preparando uma fogueira para fazer um luau à noite! Não é permitido som automotivo no local, porém à noite, durante o tal luau, o grupo acabou aumentando o som do carro, causando certo desconforto e discussão! Nada sério e bem rápido... porém, o Marcos resolveu o problema rapidinho, no grito!!! Assim, pudemos dormir tranquilamente e acordar com as galinhas, aí pelas 5h da matina!
Maria de Jesus, Benedito e sua filha - Encontro das Águas
Nossos companheiros de camping saíram bem cedo, durante a chuva que caía aí pelas 6h... nós esperamos o tempo melhorar para desarmarmos nossa barraca e seguirmos adiante, não sem antes tomarmos café junto com a Maria de Jesus, seu marido Bendito e a filha mais velha. Ficamos conversando sobre a criação do parque e a infra estrutura apresentada (ou não) e eles relataram sobre questões políticas envolvidas!!!


Lá pelas 9h nos despedimos e seguimos adiante, parando uns 8 km adiante no Santuário Ecológico Pedra Caída, resort que conta com excelente infra estrutura e diversas opções de passeios (visitas a cachoeiras, teleférico, tirolesas, arvorismo, rapel).
www.pedracaida.com

Local lindíssimo de 1º mundo, com preços de 1º mundo e atendimento de 3º mundo! Na recepção conversamos com a moça sobre a possibilidade de apenas tirarmos umas fotos e conhecermos o que o local oferece. Ela chamou o gerente, Francisco, que nos explicou que abriria uma exceção, visto que o ingresso é de R$ 50,00 por pessoa para conhecer o local (day use). Fomos encaminhados a uma sala de projeção, onde o Rodrigo nos contou sobre o local, que existe há mais de 10 anos, porém com a atual estrutura existe apenas a 1 ano e meio e têm 12 500 ha. Os passeios oferecidos são pagos (duração de 2 h cada) e cada pacote tem um custo médio de R$ 50,00 por pessoa. Há duas tirolesas, enormes, cujo custo é de R$ 130,00 por pessoa (R$50,00 do teleférico + R$ 80,00 tirolesa); também se pode subir a pé até o alto do morro onde há uma pirâmide de 22 m de altura, toda de vidro, e de onde se tem a vista panorâmica da Chapada.  A cachoeira Pedra Caída tem 46 m de altura e dá nome ao local! Ou seja, o lugar é bacana, mas caro!!! Se você gosta deste tipo de empreendimento, prepare o bolso e curta a paisagem!!!
Diária completa para casal no Resort: R$ 500,00
Subida de teleférico. Cabo da tirolesa. Lá no alto, a pirâmide de vidro
Deixamos o Santuário para trás (distante 35 km do centro da cidade de Carolina) e seguimos até a Cachoeira do Dodô. Fomos recepcionados pelo Sr. Chico, mais conhecido como Ticotáca, que explicou que estava acontecendo um evento na região (Enduro do Cerrado) e que não seria cobrado ingresso, por haver muitas pessoas e uma certa confusão no local.
Cachoeira do Dodô
Cachoeira dos Corações
Fomos ver a cachoeira rapidamente, antes da galera chegar! Retomando o caminho para Carolina ainda paramos no Recanto das Famílias, da Madalena, cujo day use é de R$ 5,00 e, caso quiséssemos acampar cobraria R$ 25,00. O local conta com restaurante e rio para banho. É bem bacana!!


Chegamos a Carolina debaixo de chuva... muita chuva! Mais parecia um dilúvio! O único restaurante que encontramos aberto era uma portinha onde havia 4 mesas e tem sistema PF (prato feito) e marmita. Pedimos um PF com frango e outro com bife, cada um a um custo de R$ 15,00!!!! Como não tinha suco, tomamos água de torneira, mesmo... A chuva continuava a cair muito forte, alagando a cidade! Esta época do ano é conhecida por "inverno", no Nordeste, por concentrar as chuvas e a temperatura média cair alguns graus. O "verão" começa em maio e se estende até novembro!
Porto da balsa sobre o rio Tocantins

Museu da cidade de Carolina
Depois de uma hora, aproximadamente, conseguimos sair, ainda debaixo de chuva... Fomos dar uma volta pela cidade: o Museu estava fechado (14h30min de domingo); na praça central estava rolando a festa do Enduro do Cerrado, com dezenas de carros, motos, quadriciclos, disputa de som, low raid,... Uma bagunça que só!! As barracas de bebida tinham alguns clientes, mas o clima chuvoso desfavoreceu a festa!

Paredões rochosos que dão nome à Chapada


Seguimos viagem, em direção a Riachão, e fomos até as cachoeiras do Itapecuru, também chamadas de Cachoeiras Gêmeas. O local possui dois acessos: um do lado V.I.P. e outro mais popular, pela antiga subestação de energia. Utilizamos o segundo acesso e, conversando com o tiozinho da portaria (explicando que não iríamos permanecer no local, apenas tirar umas fotos e divulgar o espaço) ele permitiu nossa entrada sem pagar ingresso (R$10,00 por pessoa). Descemos até as cachoeiras e o visual é deslumbrante! As duas cachoeiras não são muito altas, 10 m e 8 m, mas com as chuvas que vêm ocorrendo na região há alguns dias, o volume de água aumentou e as pessoas estão aproveitando para andar de caiaque e nadar nas suas águas.


É uma pena que a antiga subestação esteja abandonada, pois as máquinas ainda estão lá e poderiam ser mais um atrativo turístico, além de poderem continuar a produzir energia... a ocupação desordenada do entorno das cachoeiras é visível! As pessoas deixam seu lixo, mesmo tendo lixeiras à disposição e não têm muito cuidado com o meio ambiente, riscando as pedras, pichando seus nomes, etc e tal.
Na área superior ainda se pode tomar banho no lago da represa e há espaço para se fazer um piquenique ou churrasco.
Antiga subestação de energia
Casa de máquinas da subestação
Lago da represa, mais uma opção de banho
Mais adiante, já no município de Riachão, fomos até o Poço Azul, local que conta com boa infra estrutura e opção de pouso. Cobra-se uma taxa de day use e se tem acesso a mais de 5 quedas d'água, muitas delas permitindo o banho. Mas, sem dúvida, a cereja do bolo é o Poço Azul, que dá nome ao lugar. A transparência da água permite que se vejam os peixinhos e o fundo do poço, com mais de 5 m de profundidade. Além do Poço Azul, há também o Encanto Azul (distante mais uns 5 km) que têm dois poços de águas cristalinas, mas que não visitamos desta vez.


Poço Azul
O acesso a todas as atrações é feito por decks de madeira, com corrimão, em ótimo estado de conservação. Nosso atendimento foi muito bom e o gerente permitiu que acampássemos.


Chegando à Cachoeira Santa Bárbara
Cachoeira Santa Bárbara - 76 m de altura
DICAS: A turbidez da água se deve à grande quantidade de chuvas que vêm assolando a região, porém na época da seca (de maio a novembro), as águas dos lagos são claras e transparentes. Portanto, se você tiver interesse em conhecer um lugar bacana, aqui é o point!
Na Chapada das Mesas existem mais de 80 cachoeiras catalogadas, além de outras opções de turismo de aventura. Portanto, é uma excelente opção de viagem. Os acessos às cidades são feitos por rodovias asfaltadas, porém as atrações ficam distantes e, em muitas delas, o acesso se faz por trilhas ou ruazinhas de areia e terra, necessitando um veículo mais alto, de preferência 4x4. Não esqueçam o repelente, protetor solar, tênis, snorkel e máscara de mergulho. 

À noite, lanchamos no restaurante do local e descobrimos que só havia mais outros dois hóspedes que estavam num chalé. Portanto, tivemos muita tranquilidade e sossego durante a noite, não fosse pela visita de um guaxinim que foi nos visitar e acabou escorregando no pára brisa e caindo sobre o capô, nos acordando sobressaltados!