Viagem Família______________________________________

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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Santo Antônio do Pinhal - Campos do Jordão - São Bento do Sapucaí (Serra da Mantiqueira)

     
          Acordar no friozinho da Serra da Mantiqueira depois de uma ótima noite e tomar um gostoso café da manhã com a família é bom demais. O dia amanheceu com neblina e temperatura de 8 °C e nos despedimos do Rubens que tão gentilmente nos acolheu permitindo acamparmos no sítio dele. Vamos primeiro conhecer a Estação Ferroviária Eugênio Lefèvre por onde passamos ontem rapidamente.





           A estação Eugênio Lefèvre ( www.efcj.sp.gov.br ) foi inaugurada em 1916 e é uma relíquia da história ferroviária do Brasil. Fica a 5 quilômetros do centro de Santo Antônio e tem esse nome em homenagem a este engenheiro que juntamente com Euclides da Cunha projetou a estrada de ferro que ligaria Mogi das Cruzes ao Porto de São Sebastião. Está localizada a 1.162 metros de altitude sendo a primeira parada do trem turístico que sobe de Pindamonhangaba para Campos do Jordão. Possui agradável café/restaurante e o mirante da Santa que homenageia N. Sra. Auxiliadora e permite uma linda vista para o Vale do Paraíba.
           Pela manhã pouco pudemos ver da bela vista do vale, pois nessa época do ano (inverno) a possibilidade de neblina é muito grande. Em contrapartida pudemos assistir a chegada do trem turístico vindo de Pindamonhangaba que fez sua parada no local.

Estátua e Mirante de N. Sra Auxiliadora


Trem turístico de Pindamonhangaba a Campos do Jordão ( RS 58,00 ida e volta)

Interior da cabine do condutor do trem turístico
           Seguindo adiante, fomos conhecer outro ponto turístico da cidade: a Cachoeira do Lageado. Foi frustrante, pois o local estava fechado, apesar de ser uma sexta-feira e época de alta temporada na região. A infraestrutura no local é precária e o acesso é pouco sinalizado necessitando constantes paradas para informações. Cobra-se um ingresso de R$ 5,00 para ver uma cascatinha simples e sem muito atrativo.

           Uma ótima pedida para conhecer em Santo Antônio do Pinhal é a Eisland (wwe.eisland.com.br).  O clima de montanha aliado a excelente qualidade dos gelatos (sorvetes finos) da fazenda elaborados com ingredientes locais e importados selecionados são imperdíveis. O proprietário da fazenda, o Marcos, terá muito prazer em te atender e explicar todo o processo que utiliza leite e creme de leite frescos provenientes de gado da raça Jersey criados ali mesmo.
            Claro que degustamos diversos sabores como Floresta Negra, Moka(café) e Mascarponne com Goiabada, todos deliciosos e recomendadíssimos.
Degustando deliciosos gelatos artesanais


Simpáticas vaquinas Jersey


            Santo Antônio do Pinhal (www.santoantoniodopinhal.sp.gov.br) possui muitas opções de atrativos contemplativos, ecoturísticos (trilhas - birdwatching - cachoeiras) gastronômicos e dezenas de hotéis e pousadas merecendo uma visita mais demorada pela sua diversidade e opções de custo mais acessível, mas pelo tempo curto que dispomos, rumamos para Campos do Jordão pela SP 50 a mais ou menos 15 km daqui.
         
            Campos do Jordão situada uma altitude de 1.628 m é  um dos principais destinos turísticos de inverno no Brasil. A temperatura média anual gira em torno dos 15 °C sendo normal oferecer temperaturas negativas no inverno. Possui ótima infraestrutura turística oferecendo hotéis, pousadas e restaurantes para todos os gostos e bolsos.
            A população fixa gira em torno de 50.000 habitantes podendo alcançar mais de 1.200.000 visitantes na alta temporada de inverno.
            Inicialmente habitada por índios das etnias caetés, guarulhos e cataguás (tupis) no século XVI começou a ser desbravada por portugueses como Martin Correa de Sá e Inácio Vieira de Carvalho, sendo que os descendentes desse último posseiro vendeu essas terras para Manoel Rodrigues de Jordão cujo sobrenome deu origem ao atual nome da região. No século XIX mais precisamente em 1874 o colonizador Mateus da Costa Pinto adquiriu terras às margens do Rio Imbiri, passando esse ano a ser considerado ano de fundação de Campos do Jordão.
            Nas décadas de 1920 e 1930 começaram a ser construídos os primeiros sanatórios na cidade para tratamento de doenças do pulmonares como pneumonia e tuberculose, pois o clima da região é propício ao tratamento dessas doenças. Esse foi o início da vocação turística da cidade e a partir disso muitas edificações foram sendo erguidas baseadas em construções europeias estando incluída na lista das 15 cidades paulistas consideradas estâncias climáticas. Por este motivo, recebeu o nome de "Suiça Brasileira".
Curtindo o clima serrano em Campos do Jordão

Cervejinha em boa companhia não tem preço
            Claro que como toda cidade famosa e turística na temporada, o movimento é intenso e no caso de Campos do Jordão isso é ainda mais complicado pela sua proximidade com grandes centros urbanos. Fica bastante difícil encontrar vagas para estacionamento e mesmo a maioria das atrações turísticas acabam por ficar com longas filas e a qualidade dos serviços cai bastante.
            Dessa forma acabamos por cortar o centro da cidade do nosso atual roteiro contemplativo e faremos nova visita em outra data oportuna. Para piorar a infraestrutura da cidade está acontecendo o 47° Festival de Inverno de Campos de Jordão com dezenas de atrações musicais e sinfônicas em diversos locais de apresentação. Então decidimos inicialmente visitar o Palácio Boa Vista, residência oficial de inverno do Governador do Estado de São Paulo.
Palácio Boa Vista (de quanta a domingo  das 10h às 12 h - das 14h às 17h entrada gratuita)

Pátio interno do Palácio


            Construído em estilo inglês Maria Tudor e inaugurado em 1964 no governo de Adhemar de Barros, o Palácio Boa Vista é na verdade um grande museu com importantes obras no acervo. Contemplamos verdadeiras e originais obras de arte de Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Aldo Bonadei, Oswaldo de Andrade e Anita Malfatti. Muitas antiguidades, esculturas, vasos, peças decorativas e artigos religiosos dos séculos XVII e XVIII estão espalhadas pelos 105 cômodos do Palácio. Também podem ser visitados os aposentos que já receberam personalidades famosas como o ex-presidentes francês Charles de Gaulle,  Jucelino Kubitchek e Fernando Henrique Cardoso.
            Nos jardins do Palácio existe o Jardim Japonês construído com arquitetura e estilos nipônicos e abriga um sino de cobre confeccionado na Província de Mie, no Japão, e simboliza a amizade e paz entre o Japão e o Estado de São Paulo.



            Na década de 1970 o Palácio Boa Vista foi palco do primeiro Concerto de Inverno da cidade dando origem ao atual Festival Internacional de Inverno, evento que hoje atrai milhares de turistas. Suas imensas salas ainda hoje abrigam instrumentos musicais e pianos então utilizados. São proibidas fotografias no interior do Palácio o que apesar de explicado pelos monitores não convence os visitantes, pois as obras e instalações são públicas.
Vista de Campos do Jordão do alto do Morro do Elefante
       
Teleférico (R$ 15,00 ida e volta- de quarta a domingo das 10h às 17h)
            Outro ponto muito visitado é o Morro do Elefante de onde pode se ver toda a cidade de Campos do Jordão. Pode-se chegar ao alto do morro com carro ou através do teleférico que tem sua estação de partida no pé do morro no Parque do Capivari.
             Um dos pontos altos de Campos do Jordão é o Auditório Claudio Santoro (0xx12- 3662-6000). Inaugurado em 1979, pelo Governo do Estado de São Paulo, divide com o Museu Felícia Leirner uma área comum de 35.000 metros quadrados remanescente de Mata Atlântica encravada nas montanhas que circundam Campos do Jordão. O auditório é um dos principais espaços culturais da cidade e tem a capacidade de 814 espectadores além de salas técnicas e um espaço café. Inicialmente chamado de Auditório Campos do Jordão, tece seu nome alterado em 1989 para homenagear o maestro Claudio Santoro, primeiro regente da Orquestra Sinfônica de Brasília, falecido neste mesmo ano. Hoje abriga muitas apresentações musicais e teatrais sendo o principal palco do anual Festival de Inverno.



             Nos mesmos jardins aproveitamos para apreciar o Museu Felícia Leirner (www.museufelicialeirner.org.br) logo ao lado do auditório. Instalado desde 1978 é considerado um dos mais importantes do gênero no mundo. Museu a céu aberto com sua área de exposição formada por diversos caminhos que compõe um circuito por onde o visitante caminha apreciando as obras e a natureza. A sua patronesse, Felícia Leirner, nascida na Polônia em 1904 adotou o Brasil em 1927 e desde 1962 morou em Campos do Jordão dedicando sua vida a cidade e a suas obras até 1982 quando concluiu seus trabalhos para o Museu. Faleceu no ano de 1996, aos 92 anos, deixando um legado de 85 obras intrigantes que são autoguiadas pelo Mapa de Localização ofertado aos visitantes na sua chegada.

Vista da Pedra do Baú de dentro do Museu
Parque de peças em concreto
Peças em bronze da escultora Felícia Leirner
             Já no final da tarde decidimos seguir em direção a cidade de São Bento do Sapucaí. Deixaremos para detalhar as inúmeras atrações de Campos do Jordão em uma próxima visita com mais tempo disponível. De qualquer forma recomendamos pelo menos 10 dias para conhecer essas cidades da região, pois a diversidade de atrativos naturais, culturais, gastronômicos e ecológicos valem a pena serem valorizados e desfrutados com calma e detalhamento.
            De Campos do Jordão a São Bento do Sapucaí são 33 km pela sinuosa e também íngreme Rodovia Monteiro Lobato - SP 042 com visual incrível do Complexo da Pedra do Baú ( 0xx12-1470 e 0xx12-9762-65683971-) à esquerda. Deixamos as escaladas da Pedra do Baú, Bauzinho e Ana Chata para uma próxima oportunidade, pois cada uma merece um dia inteiro para ser conhecida.
Magnífica vista da Pedra do Baú
            Chegamos a São Bento do Sapucaí já ao anoitecer e nesta cidade também não há espaço de camping. Como estávamos buscando um restaurante tipo buffet para matar a nossa fome do dia inteiro, acabamos conhecendo o Carlinhos do Norton, uma conhecida pessoa da cidade e ele nos recomendou a Pousada da Vovó Nana. Disse ainda que se não encontrássemos nada poderíamos acampar numa extensa área arborizada de sua propriedade sem nenhum problema.
Acampados no quintal da Pousada Vovó Nana
            Chegando a Pousada Vovó Nana, que tem boas acomodações e bons preços, bastou falar no nome do Carlinhos do Norton que fomos acomodados no estacionamento da Pousada com nossa barraca e ainda tivemos à disposição um quarto para tomarmos banho e outras necessidades básicas.
            O Márcio (0xx-12-99640-4949) e a Suzana (0xx-12-99623-9440) - proprietários da Pousada da Vovó Nana - além da simpatia com que fomos recebidos, ainda nos deram boas dicas gastronômicas e decidimos sem medo de errar em jantar no Restaurante Sabor da Serra (0xx-12-3971-1772) da Ediméia. Agradecemos muito a simpatia e cordialidade da atendente Marília que além de ótimas sugestões de cardápio foi de extrema gentileza propiciando um delicioso jantar, cerveja artesanal finalizando com um Pettit Gateau maravilhoso!

Degustando uma Bauzera de São Bento do Sapucaí

Em frente ao Sabor da Serra com a Edimeia



           


     

domingo, 14 de agosto de 2016

De Ubatuba para a Serra da Mantiqueira (São Luiz do Paraitinga e Santo Antônio do Pinhal)

   
 
           Acordamos mais cedo aí pelas 6 h da manhã para ver o nascer do sol. Frio de mais ou menos 12°C , mas apesar de muito bonito visual  não vimos o nascer do sol pelas nuvens que haviam no horizonte.
            Então após um tempo de contemplação vamos tomar aquele café da manhã reforçado, arrumar a barraca e seguir em frente. A grande vantagem desse tipo de barraca é a praticidade e rapidez na montagem e desmontagem. Em menos de 3 minutos ela está pronta para viajarmos.
O Garça e nosso acampamento em Ubatuba
Café da manhã no capricho
          Nosso plano inicial era mesmo conhecer a Serra da Mantiqueira, dessa forma agora vamos subir a serra do mar pela Rodovia Oswaldo Cruz (SP 125), e optamos pelo caminho mais longo seguindo pela costa para poder apreciar as belezas existentes no litoral paulista.
          A distância até o nosso próximo destino, a cidade de São Luiz do Paraitinga é de aproximadamente 54 km mas pela sua grande quantidade de curvas muito fechadas e inclinação, além da beleza natural do percurso, levamos uma hora para percorrê-la. Essa rodovia foi utilizada na época do Brasil império como um desvio da Estrada Real sendo que seu leito fora anteriormente elaborado a partir de antigas trilhas indígenas. Também foi rota de tropeiros vindos de Guaratinguetá que utilizavam a cidade de São Luiz do Paraitinga como pouso antes de iniciarem a descida íngreme até o litoral.
Painel reproduzindo São Luiz do Paraitinga na época do Brasil Império
            São Luiz do Paraitinga fundada em 1769 por bandeirantes vindos de Taubaté e Guaratinguetá, hoje tem uma população de aproximadamente 11.000 habitantes e sua economia gira em torno das festas de Carnaval  da Festa do Divino e da festa do Saci, também privilegiando a agricultura familiar e produção agropecuária em pequena escala. Em 1873 recebeu o título de Imperial Cidade conferido pelo então imperador D. Pedro II. Outras importantes atividades existentes são o turismo de aventura e ecológico propiciando trilhas, cachoeiras e rafting no Rio Paraibuna.
            A cidade é considerada estância turística e tem um patrimônio de mais de 450 imóveis num conjunto arquitetônico histórico declarado como patrimônio cultural nacional pelo IPHAN. No começo de janeiro de 2010 a cidade foi gravemente atingida por inundação causada por ocasião de enchente do Rio Paraitinga, quando suas águas chegaram a subir mais de 12 metros destruindo oito de seus principais edifícios históricos incluindo a Igreja Matriz do século XVII. São Luiz do Paraitinga tem entre seus filhos mais famosos o famoso médico sanitarista Oswaldo Cruz (1872-1917) e a casa onde nasceu está muito bem preservada e aberta a visitação como um museu.
Ruas históricas de São Luiz do Paraitinga



            Estacionamos o Garça na praça central e iniciamos nosso reconhecimento pela simpática cidade a pé. Primeiro, claro buscar informações turísticas sobre a cidade e fomos até um Centro Cultural chamado Instituto Elpídio dos Santos (músico 1909-1970) onde o Francisco nos recebeu muito cordialmente e explicou tudo sobre esta bela cidade. O próprio Centro Cultural é um casarão histórico que foi todo reformado e abriga obras de arte popular como bonecos gigantes e também outras manifestações artísticas.
Centro de São Luiz do Paraitinga
Artesanato local diversificado
           Caminhar pelas calmas ruas do centro da cidade apreciando a paisagem e construções históricas é uma boa pedida e existe a disposição dos turistas um roteiro cultural demarcado para ser percorrido a pé passando pelas principais atrações da cidade. Não apenas belas igrejas mas também casas de doces, cachaçarias, mercado municipal, casa de Oswaldo Cruz, casario histórico, cruzeiro no alto do morro com bela vista da cidade entre outras atrações, fazem de São Luiz do Paraitinga uma gostosa surpresa por oferecer ótimas opções de turismo contemplativo e cultural além de boa infraestrutura e simpatia dos seus moradores para atender o viajantes.
Manifestações culturais da cidade

Igreja de N. Sra. das Mercês (1814 - Mais antiga edificação da cidade)

Casario histórico 
Casa onde nasceu Oswaldo Cruz (1834)
Cachaçaria Pimba

São Luiz do Paraitinga vista do alto
           Seguir pela rodovia e passar por Taubaté e Tremembé consumiu mais duas horas percorrendo 100 km agora pela BR 393 até chegarmos em Santo Antônio do Pinhal. Nosso objetivo é dormirmos aqui em algum lugar já que a cidade não possui camping segundo informações que obtivemos na Secretaria Municipal de Turismo e Cultura (turismo@pmsap.sp.gov.br)
       

           Chegando perto de Santo Antônio do Pinhal bateu aquela fome e já quase 3 da tarde vimos a beira da estrada um convidativo local para um lanche. Deliciosas tortas salgadas caseiras com suco já respirando o ar da serra foi um momento perfeito antes de seguirmos mais 10 km até o centro de Santo Antônio.
       
          Santo Antônio do Pinhal tem seu nome em homenagem ao santo casamenteiro Santo Antônio de Pádua cuja capela foi construída em 1811. Com a doação de terras para o santo de devoção o Sr. Antônio José de Oliveira em 1861 foi o responsável pela fundação da freguesia de Santo Antônio e apenas em 1960 aconteceu a emancipação política de São Bento de Sapucaí. Hoje a população moradora é de aproximadamente 6.700 habitantes e a economia local gira em torno do artesanato local, gastronomia e turismo ecológico e de aventura. 
Não deixe de conhecer e experimentar a gastronomia local a base de trutas e pinhão. Os principais pontos turísticos locais são: Estação Eugênio Lefèvre com mirante de Nsa. Sra. Auxiliadora, Pico Agudo, Cachoeira do Lageado (R$ 5,00 apenas para visita), Praça do Artesão e mirante do Cruzeiro. Inúmeras trilhas existentes podem ser percorridas para observação da linda serra, pássaros e fauna em geral.
 Para melhores informações e contratar guias e passeios vá a Praça Central e fale com as simpáticas Rita e May (www.rotadasaraucarias.com)  no quiosque de atendimento ao turista.

Restaurante Peixe na Pista (Rubens)(12-99601-4499 ou 12-9805-7002)

Praça do Artesão-Centro da cidade de Santo Antônio do Pinhal
         Ao chegar recomendamos bastante atenção no confuso trevo rodoviário na entrada da cidade que dá acesso a Campos do Jordão, Rodovia Pres, Dutra ou a própria Santo Antônio. Superado esse trevo logo a frente passamos rapidamente pela Estação Ferroviária Eugênio Lefèvre e para aproveitar o tempo decidimos logo subir ao Pico Agudo (1700 m de altitude) situado 8 km de distância do centro.
Vista da Pedra do Baú - São Bento do Sapucaí

Vista do alto do Pico Agudo em Santo Antônio do Pinhal

Rampa de decolagem do Pico Agudo (1700m)


Nós com a galera do voo livre
        Subindo a montanha por uma sinuosa e íngreme estradinha de terra com um pouco de asfalto no começo chegamos ao alto em 15 ou 20 min. e nos deparamos com uma linda vista em 360°. É claro que no local já conhecido por praticantes do voo livre, diversos praticantes da modalidade lá estavam em preparativos e decolando e acabamos fazendo amizade com o Romero (Drenados do Ar Romero/facebook) e galera, o que além de ótimas histórias acabou nos propiciando um contato via rádio com o Rubens. O Rubens por coincidência tem um restaurante ( Peixe na Pista) na entrada da cidade onde anteriormente tínhamos parado para informações, e ele gentilmente aceitou nos acomodar no sítio dele onde poderíamos estacionar e armar a barraca para passarmos a noite.
Sítio do Rubens e local de pouso do voo livre
   
Acampando no sítio do amigo Rubens
           Tudo acertado via rádio, já tendo onde dormir agora é passar em algum mercadinho e comprar nossos ingredientes para o jantar e café da manhã e voltar para a entrada da cidade e nos acomodarmos no sítio do pai do Rubens que também é Rubens e nos recebeu com muita amizade juntamente com a sua esposa e gentilmente abriu uma casa no local para usarmos a cozinha e banheiro com chuveiro quentinho. Acompanhados da dupla de dogs  Bull Terrier Pandora e Mística e da VLCP Malagueta que nos recebeu com muitos latidos,  jantamos gostosamente e um belo banho e cama para aguardar novo dia de aventuras.

Nati com a companhia da Pandora uma simpática Bull Terrier
Nossa amiga Mística